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Frases dos usuários do KD Frases


Antoniel Silva
A noite desce e eu vejo o mundo em fuga
Buscando em copos o que o tempo não enxuga.
Eu estive lá, no frio daquela cela de silêncio,
Onde o erro vira adubo e o trauma, um novo começo.
Não me pergunte o que eu fui, pois o que fui morreu na estrada;
Eu sou o que escolhi não ser, na madrugada.
​Eu vi a mão que castigava e a voz que não ouvia,
E entendi que a dor de ontem era o que eu não queria.
Curei meus pais quando troquei o grito pelo abraço,
Fiz dos meus irmãos o meu porto, o meu espaço.
A casa que era grade hoje é porta aberta pro sol,
Pois quem perdoa o passado, encontra o seu farol.
Não espere o ano novo, não espere o ciclo mudar,
A conta é com o agora, no aqui e no luar!
Venci a mim mesmo, deixei a muleta no chão,
Pois o amor que eu pratico é a minha única oração.
Se o mundo é o caos, eu sou o ponto de paz,
E o que ficou pra trás não me alcança mais.
​Zelo pela planta que brota, pelo pássaro que vem comer,
Pois quem não cuida do pequeno, não merece crescer.
Troco o lucro fácil pela calma de um sono profundo,
Ser dono da própria consciência é o maior reino do mundo.
Eu sinto a voz que me protege e que me guia o passo,
Limpando o meu instrumento de todo o cansaço.
​A felicidade é uma técnica, uma conduta, um dever.
É ser honesto agora, antes do dia morrer.
O amor ao próximo não é regra, é a solução final,
Deixar de ser reflexo e ser a luz original.
Não espere o ano novo, não espere o ciclo mudar,
A conta é com o agora, no aqui e no luar!
Venci a mim mesmo, deixei a muleta no chão,
Pois o amor que eu pratico é a minha única oração.
Se o mundo é o caos, eu sou o ponto de paz,
E o que ficou pra trás não me alcança mais.
A cura pessoal...
É a única via...
De curar o mundo...
É a única via.

Antoniel Silva
A noite desce e eu observo o mundo em sua fuga,
Buscando em copos rasos o que o tempo não enxuga.
Eu estive lá, no frio de uma cela feita de silêncio,
Onde o erro vira adubo e o trauma, um novo começo.
Não me pergunte o que fui; o que fui morreu na estrada,
Eu sou o que escolhi não ser, no silêncio da madrugada.
Vi a mão que castigava e a voz que não ouvia,
E entendi que a dor de ontem era o que eu não queria.
Curei meus pais quando troquei o grito pelo abraço,
Fiz dos meus irmãos o meu porto e o meu espaço.
A casa que era grade hoje é porta aberta para o sol,
Pois quem perdoa o passado, finalmente encontra o seu farol.
Não espero o ano novo, nem o ciclo do tempo mudar,
Minha conta é com o agora, sob este mesmo luar.
Venci a mim mesmo e deixei a muleta no chão,
Pois o bem que eu pratico é a minha única oração.
Se o mundo ao redor é o caos, eu decidi ser o ponto de paz,
E o que ficou para trás já não me alcança mais.
Zelo pela planta que brota e pelo pássaro que vem comer,
Pois quem não cuida do pequeno, não está pronto para crescer.
Troco o lucro fácil pela calma de um sono profundo,
Ser dono da própria consciência é o maior reino do mundo.
Sinto a voz que me protege e que me guia cada passo,
Limpando o meu instrumento de todo o antigo cansaço.
A felicidade é uma técnica, uma conduta, um dever:
É ser mais honesto agora, antes do dia morrer.
O amor ao próximo não é regra, é a solução final:
Deixar de ser o reflexo e tornar-se a luz original.

Antoniel Silva
A verdadeira força reside na Lei da Não-Reprodução: o ato máximo de evolução é decidir, por amor, não ser o que nos feriu. Ao trocar o castigo pelo zelo e a rigidez pelo diálogo, quebramos correntes geracionais, curando a linhagem e sensibilizando os pais. O dever de cuidar transforma a vida em um refúgio de aceitação. No cenário onde o vício impera, o indivíduo posiciona-se como um estabilizador pelo simples fato de existir com integridade. O amor ao próximo manifesta-se no exercício silencioso de ser um ponto de paz onde a confusão habita. Não se ajuda o outro por obrigação, mas por entender que a cura emanada reajusta o caos ao redor.
​Se a prosperidade surge como reflexo dessa estabilidade, entende-se que o sucesso é o eco da honestidade praticada. O dever de zelar pelas pequenas vidas, como a botânica e os seres que não falam, é o treino para o amor universal. Este cuidado supre qualquer necessidade de posse por meio da proteção da vida em todas as suas formas. A evolução exige a honestidade radical: o sacrifício das muletas e vícios que pesam o andar. Limpar o instrumento físico e emocional é um dever sagrado de quem serve de porto seguro para os que ainda vacilam. A renovação não pertence ao calendário, mas ao agora. A prestação de contas é instantânea: ser mais honesto e caridoso nesta hora do que na anterior. Vencer a si mesmo a cada instante, mantendo a mente tranquila no silêncio do descanso, é a prova final de que a cura pessoal é a única via real para a cura do mundo.

Frase do Dia

...e que nada nem ninguém é mais importante do que nós próprios. E não devemos negar-nos nenhum prazer, nenhuma experiência, nenhuma satisfação, desculpando-nos com a moral, a religião ou os costumes.

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