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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.524 frases
“
Mãe, amor tão perto —
quando parece distante,
mais perto ainda.
”
―
Newton Jayme
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“
O amor que merece ser vivido
é aquele que, mesmo em silêncio,
emociona a alma e a faz lembrar
que ainda é capaz de se arrepiar.
”
―
Newton Jayme
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“
Quando o céu
se veste de devaneio,
o coração se enfeita
de lembranças.
Ficamos parados,
escutando
o tempo passar.
A alma aprende a morar
no espaço suave,
no intervalo
entre o que foi e o que
ainda pulsa.
A saudade não dói. É luz
que se derrama sobre lembranças
quietas, desenhando constelações
que só se leem no silêncio do sentir.
É como uma canção antiga,
tocada de tempos em tempos,
só para lembrar
que ainda estamos aqui.
Que a vida pertence
a quem resiste,
a quem não consente
em morrer aos poucos,
a quem recusa o desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta nos apagar.
”
―
Newton Jayme
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“
Quando o céu
se veste de devaneio,
o coração se enfeita
de lembranças.
Ficamos parados,
escutando
o tempo passar.
A alma aprende a morar
no espaço suave,
no intervalo entre o que foi
e o que
ainda pulsa.
A saudade não dói.
É luz que se derrama
sobre lembranças quietas,
desenhando constelações
que só se lêem
no silêncio
do sentir.
É como uma canção antiga,
tocada de tempos em tempos
— quase esquecida —
só para lembrar
que ainda estamos aqui.
Que a vida pertence
a quem resiste,
a quem não consente
em morrer
aos poucos,
a quem recusa
o desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta
nos apagar.
”
―
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“
Quando o céu
se veste
de devaneio,
o coração
— sem pressa —
se enfeita
de lembranças.
Ficamos
parados.
Escutando
o tempo
passar.
A alma aprende
a morar
não no abrigo,
mas
no espaço
suave,
no intervalo
entre
o que foi
e o que
ainda
pulsa.
A saudade
não dói.
É luz
que se derrama
sobre lembranças
quietas,
desenhando
constelações
que só se lêem
quando
o mundo
cala
e o sentir
permanece.
É como
uma canção
antiga,
tocada
de tempos
em tempos
só para lembrar
— sem alarde —
que
ainda
estamos
aqui.
Que a vida pertence
a quem
resiste,
a quem
não consente
em
morrer
aos
poucos,
a quem recusa
— mesmo cansado —
o
desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta
nos
apagar.
”
―
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“
A fé que me toca
há de acordar em ti
a música viva do amor.
”
―
Newton Jayme
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“
CANTO À MULHER NEGRA
Ergue-te! — que o mundo escute
o passo grave do teu caminhar!
Há séculos tua sombra ilumina
os caminhos que insistem em sangrar.
Negra mulher! — teu corpo é verso
que a História tentou rasgar em dor,
mas não há açoite que apague
a chama invencível do amor.
Teus seios foram montanhas
onde o pranto aprendeu a morar,
teu ventre, arca sagrada,
onde o futuro ousou germinar.
Ó mãe da noite estrelada!
Ó filha do sol primeiro!
Teu rosto traz continentes,
teu olhar — um mundo inteiro.
Quando te chamaram silêncio,
tu foste canto e trovão;
quando te quiseram cativa,
foste maré, foste furacão.
Teu cabelo — bandeira erguida
contra o império da opressão!
Cada fio, uma rebeldia,
cada curva, libertação!
E eu te canto, negra mulher,
como se canta a aurora em fogo:
não por piedade — por justiça!
Não por passado — por um novo jogo!
Que se rasguem os velhos grilhões,
que a beleza ocupe o altar:
pois tua pele é poema vivo
que ninguém mais vai negar!
”
―
Newton Jayme
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“
Na geometria de seu olhar
cada linha é poesia e desafio,
cada curva, avanço e promessa,
cada silêncio, um canto de revolução.
Nos contornos de sua presença
habitam estrelas e escuridões,
e nos espaços entre elas
floresce a coragem que não se mede.
Seu olhar desenha mundos
onde o tempo se curva e se alonga,
onde a verdade dança em ângulos inesperados,
e o amor se esconde em vértices secretos.
E mesmo no sossego mais profundo,
há estações, há rebeliões —
uma música que não se ouve,
mas que impulsa o mundo em ressurreição.
”
―
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“
O amor é água salgada que,
ao tocar os lábios,
desperta mais sede,
porém ainda assim é nela que se vive.
É continuidade, um movimento
que não pede fim.
”
―
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“
A vida tem pavio breve —
e é o amor que o faz arder mais lento.
Falta de amor acelera o fim da chama.
”
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“
A existência é um desenho feito de instantes.
”
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“
O amor é água salgada que,
ao tocar os lábios,
desperta mais sede.
”
―
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“
Quanto mais amor,
mais árida se torna a sede.
Amar é aprender a ter sede.
”
―
Newton Jayme
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“
Há quem chame de ferida
o que é apenas som,
sem jamais ter sentido
o beijo do punhal.
”
―
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“
Dos tropeços,
nasce o traço dos meus recomeços.
”
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“
As águas claras da lagoa mais próxima
Brilhavam como espelhos do infinito;
Mas minha sede, em fogo nunca dito,
Buscava Deus na carne que se eclipsa.
A esperança, em véu de luz submissa,
Ouvia vozes além do som bendito,
E via, no silêncio mais restrito,
A eternidade em chama fugitiva.
Então falei com a fúria da tormenta,
Não como homem — mas como alma sedenta
Que implora ao céu resposta e redenção.
Pois quando a paz se perde na aparência,
É no abismo que a fé, em transparência,
Descobre o rosto eterno da libertação.
”
―
Newton Jayme
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“
Vanusa Flores fica
mesmo quando o palco se apaga
porque há vozes que não passam
só aprendem a ser estrada
”
―
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“
Filho do dono,
brilha em berço de ouro —
o eito sangra.
”
―
Newton Jayme
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“
MADRINHA OLYMPIA
Ela acorda a casa,
antes do sol nascer;
põe o mundo em ordem
sem ninguém perceber.
É mãe no jeito simples
de repartir o pão,
é esposa no silêncio
que sustenta a manhã.
Não faz discurso longo,
faz o dia fluir;
costura o tempo aos poucos
pra ninguém se perder.
Seu cuidado é lei mansa,
não precisa explicar:
é água dentro do copo,
é o bem no seu lugar.
Hoje o tempo para
quando chama teu nome,
e eu deixo que ele chame,
porque ele te conhece.
Se Deus te buscou,
é porque reconheceu
esse amor que não pesa,
mas que suporta tudo.
E se no alto cantam,
sei que cantas baixinho,
pra não tomar o lugar
de quem ainda caminha.
Quem viveu desse jeito
não aprende a partir;
não sai nunca de cena,
só muda de existir.
E se o tempo insiste
em te dizer passado,
eu respondo cantando:
amor assim não é lembrado —
é celebrado e, em tudo, continuado.
”
―
Newton Jayme
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“
SONETO DO TORPOR E DA RESSURREIÇÃO
No âmago frio do dia que se arrasta,
Sinto o corpo feito sombra, em cativeiro;
O relógio, carrasco, insiste, e o tempo,
Golpe a golpe, esvai o ser, por inteiro.
Os olhos pesam, e a mente, em turbilhão,
Mergulha no abismo do vago existir;
É quase morte, febril dilatação,
Onde até o sopro parece fugir.
Mas eis que, em segredo, surge a aurora
Como fênix silenciosa a renascer;
Do torpor, a vida rompe e se decora,
E no simples gesto de abrir-me a ver
O mundo, descubro que a morte embora mora,
Não cala o instante em que posso viver.
”
―
Newton Jayme
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“
SONETO DO ABISMO E DA FÊNIX
O dia é um vento frio que me atravessa,
E o corpo, mármore gasto, geme o silêncio;
Na veia arde o torpor que não cessa,
E a alma se afoga em profundo dispêndio.
Cada gesto é um naufrágio lento e surdo,
O pensamento, vela apagada na bruma;
Quase morte me arrasta ao fundo do mundo,
Onde o tempo é prego cravado na cisma.
Mas surge, súbita, a luz que me incendeia,
Fênix de fogo em um instante de sangue;
Do chão do abismo, minha vida se alheia,
E o peito, rompendo o cárcere, se expande.
Assim, entre o quase nada e a centelha, se cria
O milagre diário: renascer da própria morte fria.
”
―
Newton Jayme
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“
É certo que toda escuridão
carrega em si o ventre da luz,
Que a morte deixa entreaberta
a porta do infinito,
E o presente, meio sonolento,
surge do passado,
Enquanto o tempo escapa,
fugitivo, pela fresta da eternidade.
Cada dificuldade entoa um hino
que aprendemos a ouvir,
E o silêncio transforma-se
em conversa antiga,
Daquelas que ninguém
lembra ao certo,
Mas que persistem,
teimosas, dentro da alma.
Não há aurora que anuncie promessas,
Só ruas encharcadas pela chuva,
Passos apressados
que ninguém acompanha,
E a vida segue assim,
insolente, sem pedir licença,
Entre gestos que chegam
e outros que se dissolvem como espuma.
O rádio geme uma canção incompreensível,
Mas insiste, tenaz, em permanecer,
E a janela aberta deixa entrar
o cheiro da cidade molhada,
Enquanto o mundo cochila
e desperta, simultâneo e confuso.
Sentamo-nos, observamos,
Tentamos dar sentido
aos cantos e becos,
Aos encontros
que se desfazem antes de nascer,
Aos olhos que fogem aos nossos,
E às mãos que, mesmo vazias,
parecem aprisionar o nada.
A noite chega, sem pressa, imponente,
Com o gesto sombrio de lembrar que nada termina,
Mas que tudo persiste, de algum modo,
Entre uma rua deserta, um silêncio que pesa,
E um coração que teima em bater —
Como se quisesse aprisionar
o mundo inteiro dentro de si,
Para nunca morrer.
”
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Newton Jayme
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“
Sair de si,
dar uma volta pelo mundo,
encontrar outros eus pela estrada,
se perder, se apaixonar profundo.
Mas voltar pra casa,
voltar pra si,
porque a saudade que toca
é a que a gente sente de si.
Pode chegar um amor, uma paixão,
um coração que fique de mansinho,
mas lembra:
o mandamento maior é esse —
amar o outro como a si mesmo,
sempre lado a lado,
sem colocar ninguém no alto,
nem esquecer o seu próprio caminho.
”
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“
O ano muda por protocolo.
A vida, não.
Ela só se desloca
quando o amor encontra passagem.
O tempo, então, aprende outro ritmo,
deixa de ser corpo e passa a ser alma.
”
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Newton Jayme
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“
Corre o rio em dor,
turbilhão de voz antiga
quebrando silêncios.
”
―
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...
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Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
O fraco poderá lutar e vencer; perdoar, nunca.
”
—
Joseph Addison
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