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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.919 frases
“
Um hoje sem tempo…
onde o pra sempre se perde
entre o que não foi e o que não virá.
”
―
Newton Jayme
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“
MOINHO SEM VENTO
O difícil é ser moinho
quando o vento vai embora,
feito amigo de caminho
que promete e não demora.
Fica a porta entreaberta,
fica a mesa por limpar,
uma ausência tão concreta
que não cansa de ficar.
Já não gira a velha roda,
já não geme o mesmo som,
e esse mundo que me roda
já não roda em tom nenhum.
Há um rangido no peito
que ninguém vem consertar,
é defeito ou é direito
de quem fica a esperar?
Mas persiste, ainda em pé,
feito quem não se desfaz,
porque o vento, quando vier,
há de achar o que ficou pra trás.
Fico em pé, mesmo sem vez,
mesmo quando o céu desmente,
que o moinho é mais que a vez
de girar conforme o vento.
Tem quem viva de rajada,
tem quem viva de ilusão,
eu me guardo na parada
como quem guarda o pão.
Porque o tempo, esse fingido,
dá voltas sem avisar,
e o que hoje é esquecido
amanhã vem procurar.
Se vier de mansinho,
eu nem digo nada,
finjo até que não vi,
faço pouco da estrada
que cansou de fugir de mim.
Mas se venta de novo,
eu me invento outra vez,
dou motivo ao meu povo,
dou razão ao talvez.
Ah, mas eu não me desfaço assim,
sou teimoso por natureza,
mesmo em falta de um fim,
faço fé na incerteza.
Fico em pé, mesmo sem som,
mesmo quando o mundo mente,
que o moinho só é bom
quando gira com o vento.
Sim, persiste, ainda em pé,
feito quem não se desfaz,
porque o vento, quando vier,
há de achar o que ficou pra trás.
”
―
Newton Jayme
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“
Leva tempo...
mas o tempo leva...
Leva tempo pra entender o vento
que bagunça o que a gente guardou,
pra aceitar que nem todo momento
fica onde o coração deixou.
Leva tempo pra curar o grito
que ficou sem voz dentro de nós,
pra aprender que até o infinito
cabe inteiro num depois.
E o que pesa, aos poucos, se desfaz,
como a noite entregando a luz...
Leva tempo, mas o tempo leva,
leva a dor que a gente não esquece,
leva o medo que a alma carrega,
e devolve em forma de prece.
Leva o pranto, deixa o ensinamento,
faz do fim um recomeço novo,
leva tudo no seu movimento...
e devolve a paz, de novo.
Leva tempo pra soltar as mãos
do que nunca quis permanecer,
pra entender que certas direções
só existem pra gente perder.
Leva tempo pra florir por dentro
mesmo quando o inverno ficou,
pra perceber que o sofrimento
também mostra onde é o amor.
E o que fere também faz crescer,
quando a gente decide confiar...
Leva tempo, mas o tempo leva,
leva a dor que a gente não esquece,
leva o medo que a alma carrega,
e devolve em forma de prece.
Leva o pranto, deixa o ensinamento,
faz do fim um recomeço novo,
leva tudo no seu movimento...
e devolve a paz, de novo.
Se hoje pesa, amanhã já voa,
tudo passa, até o que ficou,
o que a vida nunca perdoa
é não ver o que o tempo ensinou.
Leva tempo, mas o tempo leva,
e no peito o que é verdadeiro fica,
leva a dor, mas revela
que a esperança nunca se complica.
Leva o pranto, rega o sentimento,
faz da queda um novo começo,
leva tudo no seu movimento...
mas não leva o amor que eu te peço.
Leva tempo...
e o tempo leva.
Vai levando quase tudo —
menos o que a gente é junto.
Só não leva você:
meu amor,
minha eterna saudade.
”
―
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“
O amor que mais se ensina
não vem dos lábios, vem do chão,
vem do gesto distraído
que escapa do coração.
É no jeito de chegar
sem fazer alarde algum,
no silêncio que abraça
quando falta voz comum.
O amor que mais se ensina
é o que a vida faz viver,
vai ficando na memória
sem ninguém perceber.
”
―
Newton Jayme
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“
Antes da palavra,
um silêncio que chama,
um violão que tateia
a madrugada,
como quem procura,
na corda mais profunda,
um nome antigo
que ainda não se cala.
Vem manso o som, quase segredo,
feito saudade que aprende a ficar,
e no intervalo entre um acorde e outro
o amor ensaia o jeito de chegar.
O amor não é concordar com tudo,
nem rir das mesmas graças no bar,
não é só dividir o gosto e o passo,
nem se perder no outro sem se achar.
O amor é meio de lado, silêncio,
um acordo sem precisar se explicar,
é ceder sem perder o próprio rumo,
é no outro também se guardar.
Não é conta certa,
não fecha no papel,
é feito vento leve
que não se vê no céu…
Não é linha reta, é curva mansa,
é ficar quando o mundo quer levar,
dois desafinados, sem cobrança,
aprendendo o tempo de escutar.
E no tropeço, nasce a dança,
no desencontro, um novo lugar,
é pouco a pouco, é esperança,
é se ouvir… e se somar.
Tem dia em que a palavra pesa,
tem noite que não quer passar,
mas quem aprende o amor na mesa
não vai embora sem tentar.
E quando o orgulho grita alto,
e o coração quer se fechar,
o amor desarma o sobressalto,
faz dois caminhos se encontrar.
Não é linha reta, é curva mansa,
é ficar quando o mundo quer levar,
dois desafinados, sem cobrança,
aprendendo o tempo de escutar.
E no tropeço, nasce a dança,
no desencontro, um novo lugar,
é pouco a pouco, é esperança,
é se ouvir… e se somar.
E quando a canção já pede silêncio,
e a noite repousa no olhar,
fica um amor, simples e inteiro,
sem precisar dizer que vai se eternizar.
”
―
Newton Jayme
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“
O mundo gira, roda lenta,
roda que esqueceu da terra e do vento.
O céu se inclina, o sol comenta
segredos que o mar guarda no pensamento.
O mar procura cais entre brumas,
entre sombras que bailam sem nome.
As ondas são mãos, as ondas são sumas
histórias que o tempo não consome.
O navio descansa em pedra e espuma,
vela aberta, memória e perfume.
Horizonte é ponte que se arruma,
onde o destino se esconde e resume.
O coração é fruta, doce e ardente,
abre-se ao amor sem pressa, sem dor.
É rio que se dobra, que se sente,
é lua que dança em seu próprio sabor.
Vem, deixa a brisa escrever no teu corpo,
vem, deixa a noite se tornar música.
Tudo que se perde retorna suave,
como canto que insiste e nunca se cansa.
O mundo gira, roda que lembra,
o amor reaprende a voltar.
E cada gesto, cada sombra,
cada mar que se encontra,
faz o tempo inteiro respirar.
Vem, deixa a lua tocar a água,
vem, deixa o silêncio falar.
Tudo que se perde
aprende a voltar.
As ondas cantam,
as estrelas ouvem,
e o porto se abre
como mão que acolhe.
O mundo vai girar,
o amor vai chegar,
como semente que insiste
em florir até se eternizar.
”
―
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“
O mundo vai ter que girar devagar,
como a roda que esqueceu de ranger.
O vento sussurra, o tempo vai esperar,
e cada passo é um acorde no entardecer.
O mar vai procurar seu cais escondido,
entre nuvens que desenham o céu ferido.
As ondas cantam segredos contidos,
e o porto responde sem som, com sentido.
O navio, cansado, repousa em pedra e sal,
sonha horizontes, memória ancestral.
Se o horizonte é ponte, a espera é ritual,
e cada vela aberta é verso sentimental.
E o coração, fruta que amadurece no silêncio,
abre-se ao amor, sem pressa, sem medo.
É rio que encontra leito no seu próprio ritmo,
é lua que dança no espelho do infinito.
”
―
Newton Jayme
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“
O mundo gira, roda lenta,
roda que esqueceu da terra e do vento.
O céu se inclina, o sol comenta
segredos que o mar guarda no pensamento.
O mar procura cais entre brumas,
entre sombras que bailam sem nome.
As ondas são mãos, as ondas são sumas
histórias que o tempo não consome.
O navio descansa em pedra e espuma,
vela aberta, memória e perfume.
Horizonte é ponte que se arruma,
onde o destino se esconde e resume.
O coração é fruta, doce e ardente,
abre-se ao amor sem pressa, sem dor.
É rio que se dobra, que se sente,
é lua que dança em seu próprio sabor.
Vem, deixa a brisa escrever no teu corpo,
vem, deixa a noite se tornar música.
Tudo que se perde retorna suave,
como canto que insiste e nunca se cansa.
O mundo gira, roda que lembra,
o amor reaprende a voltar.
E cada gesto, cada sombra,
cada mar que se encontra,
faz o tempo inteiro respirar.
”
―
Newton Jayme
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“
O mundo vai girar, devagar,
como a roda que esqueceu de andar.
O mar vai lembrar seu cais,
entre nuvens que ninguém jamais viu.
O navio dorme em pedra e sal,
sonhando horizontes que o vento traz.
E o coração, fruta do tempo,
abre-se ao amor,
sem pressa, sem lamento.
Vem, deixa a lua tocar a água,
vem, deixa o silêncio falar.
Tudo que se perde
aprende a voltar.
As ondas cantam,
as estrelas ouvem,
e o porto se abre
como mão que acolhe.
O mundo vai girar,
o amor vai chegar,
como semente que insiste
em florir até se eternizar.
”
―
Newton Jayme
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“
Se enjoar de mim é fácil,
me perder em meus próprios ais,
mas de você não há fuga,
porque te amo, sem jamais.
”
―
Newton Jayme
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“
Posso até me cansar de mim,
me achar um tanto demais,
mas de você, não, jamais,
porque você é meu nunca demais.
”
―
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“
Levantai-vos, filhos do chão e da corrente!
Que não há justiça em cifras frias,
nem liberdade na mão de quem lucra
enquanto outros morrem em silêncio!
”
―
Newton Jayme
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“
Erguem-se cifras sobre nossas casas,
como muros invisíveis que sepultam risos.
O pão é contado, o ar é vendido,
e cada abraço se mede em lucro.
Não há correntes visíveis,
mas há fome, medo e noites de frio
que marcam corpos cansados,
como cicatrizes que o tempo não apaga.
Vendem-se sonhos em pacotes,
prometem liberdade em contratos,
e chamam de progresso
o preço que pagamos com silêncio.
Mas ouçam! — o chão ainda pulsa,
as mãos ainda trabalham, os olhos ainda veem.
O riso da criança, a voz do velho,
a fome que se transforma em coragem:
isso não se vende, não se compra, não se submete.
Levantem-se, não como soldados de guerra,
mas como quem toca o vento, como quem planta
uma árvore no deserto do mercado,
uma árvore que cresce, sem dono,
que oferece sombra, frutos e flores
a quem nunca teve nada além de espera.
E se eles dizem que não há outro caminho,
responda com a vida inteira que pulsa:
há sempre mãos, há sempre braços,
há sempre quem não se dobre à lógica do lucro,
há sempre o humano — inteiro, obstinado, impossível.
”
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“
Amar é tornar natural
o caminho do impossível.
”
―
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“
Amar é fazer do impossível
um rio que corre sem esforço,
que contorna pedras, atravessa vales,
e encontra seu caminho como se fosse natural.
”
―
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“
Amor que é amor
não guarda lágrimas
nem sorrisos só para si;
chora com quem sofre,
festeja com quem se encontra,
e na alegria alheia, se refaz inteiro.
”
―
Newton Jayme
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“
Amor que é amor não prende lágrimas,
não calcula dores nem alegrias,
só se faz ponte entre corações:
chora com quem chora,
festeja com quem se encontrou.
Não conhece posse nem medo,
só se alegra quando outro encontra
o riso que havia perdido,
a luz que havia se escondido.
É amor que não impõe presença,
mas se faz abrigo no silêncio do outro,
que entende que a felicidade plena
não se divide, se soma ou se multiplica.
Amor que é amor não se apaga,
porque nasce na eternidade do olhar,
na partilha dos passos, dos pés calçados,
no gesto que transforma solidão em festa.
”
―
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“
Será que o tempo marca encontros,
ou apenas nos deixa andar à toa,
como folhas levadas pelo vento,
sem ver que a vida inteira nos chama?
Ando distraído, olhos baixos,
passos desencontrados na rua da pressa,
e o amor — esse fantasma sorridente —
bate à porta e eu nem percebo.
Talvez ele já tenha passado,
com o sol nas costas e a mão estendida,
ou esteja ali, quieto, esperando
que eu pare de correr e o reconheça.
Não é culpa do mundo, nem do relógio,
é minha cegueira de quem sempre teme,
e mesmo assim o coração insiste:
“Olha para frente, que alguém te espera.”
Se o tempo marca encontros, eu ainda não vi,
mas sigo cantando, atento ao sol,
esperando que o acaso ou a vida,
traga finalmente o teu rosto ao meu caminho.
”
―
Newton Jayme
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“
Quero acalmar meu ser dentro da tua alma,
não como a brisa tímida que roça e vai embora,
mas como o rio exausto que, enfim, se derrama
no peito largo do mar — e ali se demora.
Trago nos passos o pó das longas ausências,
mapas rasgados de rotas que não voltaram,
murmúrios de vozes perdidas nas transparências
das horas que, frias, por mim naufragaram.
Fui feito estrada sem sombra nem destino,
fui feito vela rasgada em vento adverso,
um nome errante, um silêncio peregrino
buscando em vão seu sentido disperso.
Mas eis que em ti se aquieta o meu desvario,
como quem fecha os olhos após a tormenta;
teu olhar — abrigo antigo e tardio —
é chão onde a minha vertigem se assenta.
Não te peço promessas, nem juras de eternidade,
que o tempo é lâmina sutil e traiçoeira;
quero apenas pousar minha humanidade
na tua paz funda, simples, verdadeira.
E se o mundo, feroz, me chamar de volta à queda,
se outra vez me perder nos abismos de mim,
que seja teu ser a luz que me enreda
e me recorda onde enfim me perdi... de fim.
Porque amar-te não é incêndio breve:
é porto aceso na noite que me consome —
é ter, depois de tanto ser quem não se teve,
um lugar onde repousa, inteiro, o meu nome.
”
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Quero acalmar meu ser dentro da tua alma, como quem finalmente encontra um lar depois de tanto se perder.
”
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“
Chegou sem alarde,
feito quem não quer nada,
sentou na beirada
do que em mim doía.
Nem fez promessa,
nem jurou eternidade —
só ficou à vontade
onde a dor cabia.
E tinha um jeito
de tocar sem pressa,
como quem confessa
sem nem perceber.
Foi remendando
os rasgos da alma,
com linha de calma
que eu não via ter.
E quando notei,
já era outro o meu pranto —
virado em canto,
baixinho, a viver.
”
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“
Cicatriz quieta
um amor pousa leve
e nasce cura.
”
―
Newton Jayme
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O amor que cativa mesmo é o que não se assusta com a ferida — encosta, demora… e cura.
”
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Há um amor raro: aquele que não teme as cicatrizes da alma, mas as abraça até que se tornem parte da cura.
”
―
Newton Jayme
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“
No espelho embaçado da manhã
Vi um rosto que pedia perdão
Pelos dias em que andei de mãos vazias
Sem segurar meu próprio coração
Fiz de mim morada abandonada
Deixei a porta aberta ao desamor
Qualquer passo entrava sem bater
E eu chamava de afeto o que era dor
Mas um dia, sem alarde ou aviso
Arrumei a casa devagar
Varri culpas, remendei o riso
E aprendi comigo a conversar
Coloquei meu nome no prato da mesa
Me servi do que eu quis sentir
Descobri, na simples gentileza,
Que era em mim que eu devia existir
Hoje canto baixo, mas inteiro
Sem pedir licença pra viver
Pois quem se ama encontra no primeiro
O começo bonito de ser
”
―
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Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
As ações são corretas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade.
”
—
Stuart Mill
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