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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.864 frases
“
O amor é centelha divina acesa no peito humano: um dom que, mesmo em corações marcados pela falha, ergue homens frágeis para feitos simples e extraordinários que mudam o destino do mundo.
”
―
Newton Jayme
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“
O amor é um dom que vem do alto,
capaz de visitar até as almas mais imperfeitas
e fazê-las erguer gestos tão grandes
que o mundo jamais volta a ser o mesmo.
”
―
Newton Jayme
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“
Inter Terram et Mare
Inter terram et mare stat portus quietus,
limen aquarum, limes viarum.
Hic venti consilium mutant,
hic vela dubitant,
hic hominum fata morantur.
Portune, custos clavium tacitarum,
tu cardines rerum servas.
Non fragor belli, non vox regum
sed parvus sonus ferri in sera
imperium tuum nuntiat.
Nam inter clausum et apertum
tenue regnum tuum iacet:
ubi manus vertit clavem,
ubi porta cedit tempori,
ubi occasio nascitur.
Da igitur oculos qui limina videant,
mentem quae signa ventorum intellegat:
ut, cum hora tacita advenerit,
per portam tuam transeam
inter terram et mare.
Tradução poética:
Entre a terra e o mar está o porto em silêncio,
limiar das águas, fronteira dos caminhos.
Ali os ventos mudam de conselho,
ali as velas hesitam,
ali o destino dos homens espera.
Portuno, guardião das chaves silenciosas,
tu preservas os eixos do mundo.
Não o estrondo da guerra nem a voz dos reis,
mas o pequeno som do ferro na fechadura
anuncia teu poder.
Pois entre o fechado e o aberto
repousa teu reino sutil:
onde a mão gira a chave,
onde a porta cede ao tempo,
onde nasce a oportunidade.
Concede, então, olhos que vejam os limiares
e mente que compreenda os sinais dos ventos,
para que, quando a hora silenciosa chegar,
eu atravesse tua porta
entre a terra e o mar.
”
―
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“
O verdadeiro amigo surge sem chamado,
atento mesmo ao silêncio de quem precisa.
”
―
Newton Jayme
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“
No instante em que a respiração se perde,
e o corpo cede ao peso do silêncio,
algo no escuro quieto se converte
em campo aberto além de todo tempo.
A vida, antes contida em poucos dias,
desata seus limites na distância;
o que era breve rompe as cercanias
e aprende outra medida de abundância.
Não é vitória clara nem derrota,
é só passagem lenta e necessária
de quem da própria noite se liberta.
Pois quando o tempo humano enfim se esgota,
cumpre-se a frase antiga e temerária:
morrer é receber uma eternidade inteira para viver.
”
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“
Morrer é receber uma eternidade inteira para viver.
”
―
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“
Para ser feliz,
a conta muda de lado:
o outro importa.
”
―
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“
SÓ DE IMAGINAR
Só de imaginar a felicidade,
Sinto o coração dançar de verdade.
O mundo parece mais colorido,
Cada passo leve, cada sonho vivido.
E mesmo sem tocar, já posso sentir,
O riso, a luz, me fazem sorrir.
Só de imaginar, já sou feliz,
Um céu aberto, um doce aprendiz.
De cada instante que ainda vai chegar,
Só de imaginar, eu posso voar.
O vento traz notas de alegria,
Pequenos brilhos na rotina do dia.
Não preciso esperar, o presente é agora,
O coração canta e o tempo se enamora.
E mesmo sem tocar, já posso sentir,
O riso, a luz, me fazem sorrir.
Só de imaginar, já sou feliz,
Um céu aberto, um doce aprendiz.
De cada instante que ainda vai chegar,
Só de imaginar, eu posso voar.
E se a vida me disser “espere pra sonhar”,
Eu sorrio, porque já sei onde vou estar.
Em cada pensamento, em cada olhar,
A felicidade começa a brilhar.
Só de imaginar, já sou feliz,
Um céu aberto, um doce aprendiz.
De cada instante que ainda vai chegar,
Só de imaginar, eu posso voar.
Só de imaginar… eu posso voar…
”
―
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“
Só de imaginar a felicidade,
meu peito dança em liberdade.
Um sorriso nasce sem pedir,
uma luz começa a surgir.
O vento traz notas de alegria,
o tempo parece poesia.
Não é presente, nem passado,
é o instante que já é encantado.
E se a vida um dia sussurrar,
que é preciso esperar pra sonhar,
eu digo, com riso contente e sereno:
“Só de imaginar, já sou pleno..
”
―
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“
ALMA GÊMEA DE MINH'ALMA
Alma gêmea,
fica em mim, não vai embora,
me costura por dentro agora,
faz morada no meu peito aberto.
Alma gêmea,
se eu me perco, me encontra,
se eu me quebro, me monta,
és meu avesso mais certo.
Volta pra mim —
como o mar chama a lua,
como a noite chama a rua,
como eu chamo você.
Alma gêmea, alma minha,
me devolve a direção,
cola os cacos do meu peito,
faz pulsar meu coração.
Alma gêmea, não demora,
vem morar dentro de mim,
se eu sou metade do sonho,
você é começo e fim.
Alma de minh’alma,
vento que sopra em mim,
és o milagre da calma
depois do quase sem fim.
Alma de minh’alma,
porto depois do mar,
se antes eu era sal diluído,
hoje aprendi a amar,
sou inteiro.
Alma gêmea,
és maré que desaprende o cais,
vento que inclina meus ais
pro azul mais fundo do impossível.
Alma gêmea,
teu nome é sol submerso,
um eclipse no meu verso,
meu avesso indivisível.
Se eu fui estilhaço no tempo,
teu sopro me fez constelação —
agora meu peito é relâmpago lento
clareando a escuridão.
Alma de minh’alma,
vento que sopra em mim,
és o milagre da calma
depois do quase sem fim.
Alma de minh’alma,
porto depois do mar,
se antes eu era sal diluído,
hoje aprendi a amar,
sou inteiro.
Entre mundos e tempos,
te encontrei,
na calma do teu abraço,
me perdi e me achei.
Alma gêmea,
do meu silêncio à voz,
você é o meu sempre,
o meu nós.
Depois do deserto,
voltei!
”
―
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“
O cheiro de café invade a cozinha
antes mesmo que a cidade desperte.
Ela molha as mãos na terra da varanda,
sente a vida escorrer entre os dedos,
e já planta sementes de perdão
como quem semeia a própria alma.
O ônibus treme, o calor cola a pele,
e ela segura firme a mão do menino
que acabou de perder o medo de sorrir.
O suor do cobrador escorre,
ela enxuga com um lenço velho,
e deixa cair no gesto um riso que é abrigo.
No mercado, frutas maduras escorregam das mãos,
ela oferece a quem não tem tempo de escolher.
O cheiro doce da manga,
o toque firme do pão na palma aberta,
o riso tímido do vizinho,
tudo dança numa revolução silenciosa.
No hospital, alguém arruma cobertor,
murmura histórias de infância,
sente a febre do outro,
e percebe que o mundo pode caber
em cada gesto de cuidado.
E à noite, na rede da varanda,
o vento traz cheiro de mato e de chuva,
ela fecha os olhos e sente:
a revolução é feita de toque e cheiro,
de suor e riso, de olhos que encontram olhos,
e ninguém precisa explodir nada para mudar tudo.
O mundo se transforma
quando alguém escolhe amar
antes de temer ou fenecer,
e essa escolha —
pequena,
humana,
inteira —
é a maior das revoluções.
”
―
Newton Jayme
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“
Entre a cozinha e a rua,
ela espalha migalhas de coragem,
não para os passarinhos,
mas para aqueles
que ainda duvidam
que o amor pode se dobrar
como papel de carta.
Há mãos que lavam pratos
e mãos que escrevem cartas
para desconhecidos,
há risos que salvam becos
e palavras que acolhem
quem se perdeu
no labirinto do próprio medo.
No mercado, alguém escolhe fruta madura
e dá para o vizinho mais velho,
no ônibus, outro segura firme a mão do menino
que nunca soube que podia ser feliz.
São pequenos terremotos de ternura,
que vão rachando a pedra da indiferença.
E ao final do dia,
quando a luz do sol escorrega pelos telhados,
ela senta na calçada
e percebe que o mundo
não precisa de bombas ou discursos
para ser revolucionário.
Basta que uns poucos, apenas alguns,
aprendam a entregar a própria alma
como quem oferece pão quente.
E o fecho, ah, o fecho:
a revolução acontece silenciosa,
como perfume que invade os quartos
onde ninguém jamais pensou em sonhar.
”
―
Newton Jayme
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“
No morro das vozes antigas
um homem falou sozinho,
porque o povo já tinha escolhido
um rei de caminho curtinho.
Chamaram primeiro a oliveira:
— Vem cá governar nosso chão.
Ela limpou as mãos de azeite:
— Tenho outra ocupação.
Tem ferida pedindo cuidado,
tem lâmpada pedindo clarão.
Chamaram depois a figueira:
— Vem ser dona da direção.
Ela riu com a boca de açúcar:
— Meu trabalho é dar estação.
Tem menino subindo em galho,
tem passarinho em mutirão.
Chamaram também a videira:
— Vem mandar na plantação.
Ela disse baixinho, cantando:
— Eu faço é vinho e canção.
Quem alegra mesa de gente
não tem tempo pra coroação.
Mas lá no canto do caminho
morava um tal de espinheiro,
magro, cheio de discursos,
sem fruto no paradeiro.
— Se quiserem minha sombra
venham todos se encostar.
Mas se for brincadeira de rei
meu fogo vai se espalhar.
E o povo bateu palmas,
porque espinho fala bonito.
Promete sombra ligeira
pra quem nunca viu fruto.
E o homem lá no monte
viu o tempo se repetir:
quando árvore boa se cala
é o mato que aprende a subir.
”
―
Newton Jayme
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“
No alto do monte,
um homem falou com árvores
porque os homens já não escutavam.
A oliveira estava ocupada
com o silêncio antigo do azeite,
esse trabalho de ungir feridas
sem perguntar o nome do rei.
A figueira tinha as mãos cheias
de açúcar e formigas,
ocupada demais
com a pequena eternidade dos frutos.
A videira, embriagada de sol,
ria baixinho nos parreirais,
sabia que alegria verdadeira
não governa ninguém.
Então chamaram o espinheiro.
Ele veio seco,
cheio de estalos e sede,
com a sombra curta
de quem nunca deu abrigo.
— Venham descansar em mim —
disse ele, sério,
como dizem os perigos.
E houve quem acreditasse.
Porque às vezes
os que não produzem pão
produzem discursos.
E às vezes
os homens preferem a promessa
ao fruto.
Lá de longe,
o vento ainda carrega
a voz daquele homem do monte
falando com árvores —
como se pedisse
que o mundo aprendesse
a reconhecer espinhos
antes do incêndio.
”
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Quem ama de verdade cria algo
que o tempo não consegue apagar.
”
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“
O silêncio é o céu
onde se escreve a partitura do amanhã.
É nele que os pensamentos repousam,
que as ideias nascem sem ruído,
como estrelas surgindo devagar
na imensidão da noite.
No silêncio, o tempo desacelera,
e o que ainda não existe
começa a ganhar forma.
Cada pausa é um espaço em branco,
cada respiração é um compasso,
e pouco a pouco
a canção do amanhã se desenha.
Porque antes de qualquer palavra,
antes de qualquer passo,
antes de qualquer destino,
existe o silêncio —
esse céu vasto
onde o futuro começa
a ser escrito.
”
―
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“
O presente é um pulo para o futuro
enquanto eu respirar.
Cada segundo é um salto invisível,
um passo que o tempo dá através de mim.
O agora não fica parado —
ele escorre,
ele corre,
ele se transforma.
Respiro,
e o instante já não é mais o mesmo.
Respiro outra vez,
e o que era presente
já virou lembrança.
Assim sigo,
pulando de momento em momento,
sem ver o chão do amanhã,
apenas confiando no próximo respirar.
Porque enquanto houver fôlego,
o presente sempre será
esse salto silencioso
em direção ao futuro.
”
―
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“
Eu não tenho passado.
O passado é apenas um barulho distante,
uma fotografia que a memória
insiste em guardar.
Ele já se dissolveu no tempo,
como pegadas que o vento apaga na areia.
Também não tenho futuro.
O futuro é uma promessa
que ainda não nasceu,
um desenho feito de possibilidades,
uma estrada que existe apenas na imaginação.
O que eu tenho é o hoje.
E o hoje é frágil.
Cabe inteiro dentro de um instante.
Um instante que pulsa, respira,
e desaparece logo depois de existir.
É nele que a vida acontece —
silenciosa, breve, infinita.
Porque no fundo,
tudo o que realmente possuímos
é esse pequeno milagre chamado
agora.
”
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A vida não está ontem nem amanhã.
Ela acontece no breve espaço
entre dois segundos.
”
―
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A morte é a contramão da vida,
o ponto onde quem chega
encontra quem parte.
”
―
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“
Hoje o mar acordou de mau humor,
servindo frio na xícara do tempo de agora.
O sol faltou ao turno de calor, perdi meu amor,
e o Corcovado, tímido, se escondeu na hora.
Uma névoa ensaia teu nome
nas varandas de Copacabana —
sopro curto de sal e costume,
dessas saudades que a maré engana.
A cidade, viúva do Carnaval,
espreguiça confete na avenida;
recolhe no bolso banal
os sonhos gastos da vida.
Nos bares lavados da manhã,
cadeiras murmuram ressaca.
Meu silêncio senta na mesa
com tua falta, que não se disfarça.
Caminho rente à beira da areia
como quem procura um sinal —
mas o vento do sul soletra teu nome
num alfabeto de sal, tão anormal.
E o meu ser, barco cansado,
range no cais da lembrança;
maré que não chega a porto
nem desaprende a esperança.
Volta —
que o mar já gastou suas lágrimas
na pedra antiga do cais;
volta —
que a cidade inteira parece
prender o fôlego atrás.
Volta —
que o sol anda ensaiando nascer
no riso moreno que és.
Porque amar, veja bem,
é teimosia de rio:
mesmo quando a noite fecha a passagem,
ele inventa outro desvio.
Hoje o mar acordou onda fria,
mas guardo um resto de verso.
Se teu passo cruzar esta rua vazia,
talvez o verão atravesse o inverno.
E eu que jurava
que o tempo ensinava o esquecimento,
aprendo nas calçadas do Rio
que esquecer também é um tormento.
Nos jornais da manhã
não sai notícia da minha solidão;
mas teu corpo ainda embarca e desembarca
na estação do meu coração.
Se a vida é viagem sem mapa nem porto,
por que teu adeus me deixou quase morto?
Se um dia voltares na brisa do mar,
talvez meu destino reaprenda a amar.
Volta —
que o mar já cansou de chorar,
e a cidade parece esperar.
Volta —
que o sol quer nascer outra vez
no teu riso moreno que tu és.
”
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SONETO DAS PAUSAS DA VIDA
Tem dia que a vida insiste em vírgula,
Suspende o passo e deixa a alma à deriva;
O tempo flui lento, a esperança vacila,
E o coração, ansioso, só murmura a fórmula.
Tem dia que a voz se estende em reticências,
Como o vento que hesita entre flores e rios;
O mundo reluta em revelar seus desvarios,
E o peito se perde em tristes silêncios e ausências.
Tem dia que se impõe o severo ponto final,
E tudo se encerra em sombras ou despedidas;
Mas há dia que se abre a página virginal,
Onde a mão se atreve a escrever novas partidas.
Assim a vida dança entre dor e encanto,
E o homem segue, poeta, sempre em seu manto.
”
―
Newton Jayme
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“
A gente desce quando nasce,
feito chuva no chão.
Mas sobe quando ama,
feito verso de canção.
Desce pra viver o mundo,
sobe pra entender:
nascer é só começo,
amar é se tornar eterno.
”
―
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“
O nascimento é a descida do ser à vida.
O amor é a subida da vida ao sentido.
”
―
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“
O caminho que desce é nascer no mundo,
o que sobe é o amor que aprende a voltar.
”
―
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Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
O problema é que quero muitas coisas simples, então pareço exigente.
”
—
Fernanda Young
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