Coleção de Frases e Pensamentos de São Chepade


39 frases




São Chepade
(Lamento)

Lamento por causa da perseguição do inimigo,
Lamento por opressão do ímpio.
Pois lança sobre mim iniquidade,
Para que eu tenha maldade.

Lamento por violência e contenda na cidade,
Guerra e inveja na humanidade.
Desejo apressar,
Para fugir da fúria do vento e da tempestade.
Horror que destrue na cidade.

Quem me dera se eu tivesse asas como de aves!
Certamente voaria para longe das árvores,
E fora da cidade. Fugiria e estaria no deserto,
Voaria e estaria em descanso.
Porque estou magoado!
Com a opressão do meu adversário.
Malícia e iniquidade,
Que jaze no meio dos habitantes.
Há maior calamidade, e grande desastre.

Quem me dera que eu fosse pintinho!
Com certeza me sentiria seguro,
O corvo não me apanharia,
Porque estaria escondido.

Lamento estou pesaroso e magoado,
Com malícia e astúcia feito em oculto.
Temor e tremor me aparece,
Terror e sombras de morte me aparece.

Eu lamento se a sepultura fosse o esconderijo!
Certamente me esconderia do maldito.
Até que o tempo da ira e do furor passe,
Para que eu não seja confundido.

A sepultura seria o meu lugar mais preferido,
Buscaria amizades e seriamos amigos.
Desejo pernoitar no deserto,
Apressar e escapar para o descanso.

Angustiado e cansado ando,
Buscando o descanso para estar sossegado.
O coração contristado,
Aqui a opressão está aumentado.

Se eu fosse uma formiga!
Sem dúvida! Do momento desceria até a ponta do buraco, fugiria o meu estado lamentável, para acalmar o coração.

Eu lamento.

São Chepade
UMA COSTELA LONGE DO SEU LUGAR

do sono profundo, fadigado do trabalho.
Repousando e descansando,
A costela saiu do lugar. E foi passear,
Sem ver o caminho para voltar, do seu dono original. Encontrada desesperada,
Numa condição inesperada.
Com os estranhos foi acomodada,
Com ambiente se tornou acostumada.

Toda acostumada,
Parecia que os estranhos eram tudo que precisava.
Mas no fundo clamava.
Clamava por algo que faltava,
O dono original não estava.
Ela sentia desamparada,
Porque o dono ainda repousava.

O sol batendo quente ao meio dia,
O dono deitado na sombra de uma vinha.
Despertado do profundo sono,
Assustado e admirado por estar incompleto.
Andou procurando e chamando,
Nos rios e nos mares, mas os peixes em que respondiam.
Procurando nas matas e nas montanhas,
As serpentes é que respondiam.

Sem cansar foi procurando,
Pela costela original do lugar.
Era importante no seu devido lugar,
Porque é ela que ligava a coluna dorsal.

Diferente das cópias,
Que queriam se enxertar naquele lugar.
Diferente das fabricadas,
Que queriam se ligar no espaço errado.

A costela poderia fechar,
O espaço incompleto do dono original.
Sem obrigar para fechar,
Porque é seu devido lugar. Soou a última chamada, a costela reconheceu.
Ela disse eis me aqui sua amada,
Seja feita a tua vontade.

O dono vendo e reconhendo,
A verdadeira costela,
Disse: esta agora é osso dos meus ossos,
E carne da minha carne.

Agora será chamada minha esposa,
Uma costela longe do seu lugar.

São Chepade
(O bondoso pastor)
Foi um tempo como este, foi um dia como este, Foi um mês como este. Que poderia se dizer, nos nasceu um varão. Com gritos de dor, com lágrimas de horror, com desespero no seu amor, mas de repente saiu um varão. Foi neste tempo que satanás pensou, foi neste momento que regozijou, pensando e rejubilando, que esse varão irá me Servir! Mas o doador já tinha escolhido e separado, esse varão segundo o seu coração.

Oh...Que glorioso pastor! Que decidiu entregar a sua vida, em todos os caminhos que ele trilha. Ele quando caminha, é um modo especial e exemplar, para que as ovelhas pudesse ter a saída. Ele tem se separado, em cada momento se dedicando, vivendo purificado, dizendo eis me aqui de corpo e alma para o teu trabalho.

Ele se rendeu para servir ao Senhor,
E tem decidido para fazer o seu melhor,
Mesmo no frio e no calor,
Sempre disposto para trabalhar com todo amor.Ele nos reflete a Jesus,
Através da maneira como ele se conduz,
Ele nos guiará até que entremos na luz,
E estejamos todos perto da cruz. Oh! Bondoso pastor avante,
Em todas as circunstâncias não se abale,
Com o seu trabalho és recompensavel,
E os dias de vivência inacabável. Ele é como uma árvore plantada junto ao Ribeiro,
Que é diferente do madeiro, ele próspera e cresce,
Porque para Deus é alguém que merece.
Mesmo que exista alguém que escarnece,
Mas esse ofício de pastor a ele pertence.
Os homens zombam dele porque olham para o exterior,
Mas Deus olha o seu servo para o que está no interior.

Como rebanho do seu pasto,
Lhe desejamos que Deus lhe mante no seu posto.
De sempre anunciar a Cristo o justo,
E que ele resplandece sobre te o seu rosto.
Oh! Bondoso pastor do rebanho!
Lhe desejo paz, paz, paz.
Longanimidade mas longanimidade,
lhe desejo saúde, e vida longa,
E benignidade mas benignidade.

Feliz aniversário pastor.

São Chepade
(As táticas do inimigo)

Eu andava sem preocupação,
Uma desconsideração,
Que tinha no coração,
Andando cantando uma canção.

O inimigo de grande observação,
Interessado com a minha navegação,
Alistando os meus passos nas suas mãos,
E odeiando a minha linda canção.

Tanta estratégia que fazia,
Tanta magia com poderes vazia,
Pensava que tinha roubado o meu coração,
Carregado de uma linda canção.

O meu coração,
Estava dentro da proteção.
Que o inimigo não poderia arrancar com as suas mãos,
Porque era o coração na proteção.

O grande provocante,
Que procura os que tem diamantes,
O que precisava era o coração suave,
Que carregava tantas bênçãos brilhantes,
Que tinha sido o crente.

As táticas do inimigo,
Aparecendo com ideias brilhantes,
Como uma grande luz iluminante,
Oferecendo tudo que precisava,
Como um grande negociante.

Mas sendo o ladrão de diamante,
Vinha com passos leves,
Para eu não ver o que suscita greve,
Porque lhe derrubaria em breve.

Tudo era para arrancar o meu ouro,
Que recebi como presente,
Dado por onipotente,
Por ter aceitado ser um crente.

No meio da mata estou,
tantas pegadas de ira ao meu redor,
Reconheci que o inimigo,
Me procura com tanto rancor.

Tantas táticas que ele usa,
Para desmoronar uma grande turma,
Vendo ele isso,
Lhe trás uma linda música.

Ele não me aparece direito,
Porque tenho uma arma poderosa,
Não para afugentar inimigo,
Tenho arma para matar o inimigo.

Navego com cuidado,
Porque o inimigo aparece como uma boa pessoa,
Mas é para me afogar numa lagoa,
E destruir a minha pessoa.

As táticas do inimigo.

São Chepade
(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.

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