Frase de São Chepade “
(um coração endurecido) Tenho sido forte como ferro. Mesmo batido com martelo, Agora não mudo... Sempre continuo no erro. A transformação tenho pisado no chão, Endurecido está o coração. Que não suporta carregar a transformação, Em suas sujas mão. Coração sem transformação, Espera somente a condenação, Porque já não tem função, É como alguém que está na prisão. Se orgulha em vão, Não tem sabedoria de Salomão. É um coração como de cão, Que Anda sem noção. Endurecido está o coração, Como de dragão. Forte como leão sem perdão. Para guardar tudo dentro do caixão. Este coração, Como o lodo do rio Jordão. Sem uma boa porção, Azedo como limão. Meu coração está endurecido, Desligo os gritos. A transformação é impedido. Porque não segue um bom caminho, É Um coração endurecido. ”
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(A felicidade do cristão) É um sentimento no coração, E paz de antemão. O exterior do cristão, É mais azedo do que limão. As vezes é picante como piripiri, Despojada na panela de cariri. Mas isso é amigável, Como a amizade, de Natanael e Filipe. Como a vida de uma folha, Que é guiada com os ventos, Na batalha com o sol ela seca, Nas brincadeiras com a chuva ela molha. O exterior do cristão é indesejável. O caminhar do cristão é lamentável. Anda angustiado, contristado e magoado, Alegria parece enterrado. Vejo o jardim florescendo, É a felicidade no comando. A felicidade jaze no coração, De um verdadeiro cristão, Mesmo o corpo estando no caixão, A felicidade do cristão, o seguirá até lá mansão. A vida cristã, transbordante de felicidade, Paz e benignidade contagiante, Alegria de verdade, É a vida de um Cristão. A felicidade do cristão. ”
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(A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade. ”
São Chepade