Frase de São Chepade
 | “ (Aí de mim!) Se não fosse Jesus salvando minha vida, Onde estaria? Se não fosse a graça me tirando da desgraça, O que seria? Se não fosse o amor que projetaste com a humanidade, Meu... Deus!! O que seria? Se não fosse o pagamento que tu carimbaste com o teu sangue, O que aconteceria? Aí de mim! Se não fosse a misericórdia quebrando as cordas, Como pararia? Se não fosse o amor projetado ao meu favor, O que faria? Aí de mim! O que seria de mim? O que faria? onde estaria? onde me acharia? Um escravo sendo escravizado na escravatura, Como me libertária? Um desgraçado sem graça na desgraça, Como me salvaria? Aí de mim! Se não fosse a voz dócil do Deus forte, Como viria? Se não fosse o braço do Senhor me tocando com amor, O que faria? UFF...! Sangue quente, do inocente jorrado fora do recipiente, Mas chegando no coração de cada um, para nos transformar em crente. Ele me deu a salvação, libertação e perdão, Que eu não merecia. Pagou o preço, dando a sua própria vida, Ninguém daria. Um inocente, Carregando a cruz por um culpado, Quê Faria? Aí de mim! Se não fosse o pagamento, feito para mim naquele momento, Como pagaria? Se não fosse o derramamento de sangue quente, Eu Morreria. Aí de mim! O que seria?” |
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 | “ (UMA FLOR ORGULHOSA) Num jardim do jardineiro, Com a regação da floração. Floresceu uma bela flor, Erguida, saudável e incompatível. Com o seu cheiro aromântico, toda a abelha era atraída no tão venoso. Incomparável sem igualdade, De todas eram admirável. O seu aspeto era relevante, O seu orgulho era de que viveria eternamente. A flor sentia que não era dependente. Na evaporação, sem precipitação ela se erguia. soltando um cheiro, que impactava tanta multidão. As abelhas almejava estar ao seu redor, As abelhas se refugiava no dia de calor, Oh! Só na sombra de uma flor. Um dia erguida, saudável, incompatível, Ela imaginou "de todas sou a melhor". Nela não havia temor, porque pensava que tinha valor. Repentinamente subitamente, ela foi quebrantada Sem que aja chance de se erguer. Rapidamente e facilmente ela murchou, Sem se encher dos prazeres. A admiração dos animais eram demais, O impacto dos polinizadores não eram normais. As abelhas paravam no canto, e pensava demais, Vendo a pétala não exercia a sua função, não eram normais. Oh flor orgulhosa! como caíste? Das mãos do pó, voltaste. A sua secada abateste muita gente, Vendo agora que já murchaste, Isso é marcante. Flor orgulhosa! saiba; a vida é muito curta, Entre em Cristo para encontrar a fuga. E seja liberto da iniquidade sem idade, Para ser achado sem culpa. Não seja orgulhoso com esta vida.” |
 | “ (A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade.” |

São Chepade