Frase de São Chepade

Frase adicionada por Saochepade19691975 em 12/05/2026

São Chepade
(Lamento)

Lamento por causa da perseguição do inimigo,
Lamento por opressão do ímpio.
Pois lança sobre mim iniquidade,
Para que eu tenha maldade.

Lamento por violência e contenda na cidade,
Guerra e inveja na humanidade.
Desejo apressar,
Para fugir da fúria do vento e da tempestade.
Horror que destrue na cidade.

Quem me dera se eu tivesse asas como de aves!
Certamente voaria para longe das árvores,
E fora da cidade. Fugiria e estaria no deserto,
Voaria e estaria em descanso.
Porque estou magoado!
Com a opressão do meu adversário.
Malícia e iniquidade,
Que jaze no meio dos habitantes.
Há maior calamidade, e grande desastre.

Quem me dera que eu fosse pintinho!
Com certeza me sentiria seguro,
O corvo não me apanharia,
Porque estaria escondido.

Lamento estou pesaroso e magoado,
Com malícia e astúcia feito em oculto.
Temor e tremor me aparece,
Terror e sombras de morte me aparece.

Eu lamento se a sepultura fosse o esconderijo!
Certamente me esconderia do maldito.
Até que o tempo da ira e do furor passe,
Para que eu não seja confundido.

A sepultura seria o meu lugar mais preferido,
Buscaria amizades e seriamos amigos.
Desejo pernoitar no deserto,
Apressar e escapar para o descanso.

Angustiado e cansado ando,
Buscando o descanso para estar sossegado.
O coração contristado,
Aqui a opressão está aumentado.

Se eu fosse uma formiga!
Sem dúvida! Do momento desceria até a ponta do buraco, fugiria o meu estado lamentável, para acalmar o coração.

Eu lamento.


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(Lamento)

Lamento por causa da perseguição do inimigo,
Lamento por opressão do ímpio.
Pois lança sobre mim iniquidade,
Para que eu tenha maldade.

Lamento por violência e contenda na cidade,
Guerra e inveja na humanidade.
Desejo apressar,
Para fugir da fúria do vento e da tempestade.
Horror que destrue na cidade.

Quem me dera se eu tivesse asas como de aves!
Certamente voaria para longe das árvores,
E fora da cidade. Fugiria e estaria no deserto,
Voaria e estaria em descanso.
Porque estou magoado!
Com a opressão do meu adversário.
Malícia e iniquidade,
Que jaze no meio dos habitantes.
Há maior calamidade, e grande desastre.

Quem me dera que eu fosse pintinho!
Com certeza me sentiria seguro,
O corvo não me apanharia,
Porque estaria escondido.

Lamento estou pesaroso e magoado,
Com malícia e astúcia feito em oculto.
Temor e tremor me aparece,
Terror e sombras de morte me aparece.

Eu lamento se a sepultura fosse o esconderijo!
Certamente me esconderia do maldito.
Até que o tempo da ira e do furor passe,
Para que eu não seja confundido.

A sepultura seria o meu lugar mais preferido,
Buscaria amizades e seriamos amigos.
Desejo pernoitar no deserto,
Apressar e escapar para o descanso.

Angustiado e cansado ando,
Buscando o descanso para estar sossegado.
O coração contristado,
Aqui a opressão está aumentado.

Se eu fosse uma formiga!
Sem dúvida! Do momento desceria até a ponta do buraco, fugiria o meu estado lamentável, para acalmar o coração.

Eu lamento. (São Chepade)
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São Chepade
(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.