Frase de São Chepade “
(vida traiçoeira) A vida é traiçoeira, Que sente como o martelo feito de ferro, Mas passa como o camelo. Mas fina como pêlo, Será cortada como cabelo. Em muitas ocasiões, procurada com os garimpeiros, Cavada no carmelo. Espalhada como farelo, Acompanhada com muitos erros. Parecendo um modelo, Empregada no madeiro. No madeiro seco, batido com o martelo de ferro, Aparece a destruição do carneiro. A vida tem um carreteiro. Me encanta a observação do fuzileiro, Reconheci que é o Monteiro. A vida não tem celeiro, Mas a vida é como o veleiro. Distinto do teixo, Mas uma vez, a vida passou das mãos do sementeiro. Vida traiçoeira? Espera o golpe do fuzileiro. E serás tirada do pesqueiro, Com a sabedoria do marinheiro. Prossiga sendo grosseira, Não será mais apreciada como o pequizeiro. Do pedreiro já está com gadanheiro, Colher e tirar o traiçoeiro. De tudo que tem feito no peito, Meditado no processo meritíssimo. Não confie na vida, a vida é traiçoeira. ”
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(A felicidade do cristão) É um sentimento no coração, E paz de antemão. O exterior do cristão, É mais azedo do que limão. As vezes é picante como piripiri, Despojada na panela de cariri. Mas isso é amigável, Como a amizade, de Natanael e Filipe. Como a vida de uma folha, Que é guiada com os ventos, Na batalha com o sol ela seca, Nas brincadeiras com a chuva ela molha. O exterior do cristão é indesejável. O caminhar do cristão é lamentável. Anda angustiado, contristado e magoado, Alegria parece enterrado. Vejo o jardim florescendo, É a felicidade no comando. A felicidade jaze no coração, De um verdadeiro cristão, Mesmo o corpo estando no caixão, A felicidade do cristão, o seguirá até lá mansão. A vida cristã, transbordante de felicidade, Paz e benignidade contagiante, Alegria de verdade, É a vida de um Cristão. A felicidade do cristão. ”
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(A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade. ”
São Chepade