Frase de São Chepade “
O que aconteceu? Aconteceu o que aconteceu, No tempo que aconteceu. E fui parar num lugar, onde não esperava parar. Por causa daquilo que aconteceu. Era desgraçado, encarcerado e em pecado. Não havia meios para poder fugir do pecado. E minha alma gotejava lágrimas de quem estava amarrado. As minhas lágrimas eram como quentura, Porque a minha alma sentia uma tortura. Por enxergar as contas que estavam na fatura, Oh... eram demais! Quando vi com os meus olhos, A conta que eu deveria pagar, Suspirei, me espantei, Sabendo que toda a carga nas minhas costas carreguei. A minha alma caída, Vivendo num beco sem saída, Choramingando de agonia e dor. Oh, estava com sede! Mas que sede? Ufff... Mas uma gotícula da parte do Amoroso Foi liberada. Só uma pequena gotícula? Sim. O que era? Vi! Oh, era a graça. O que aconteceu? Uma coisa desprezada é o que me ajudou. A graça, sendo palavra pequena, mas ela me mudou. Sem condições, sem sacrifícios, sem forças, Mas a graça tomou conta. Agora percebi e entendi, que era o trabalho da graça Para me libertar da desgraça. O que aconteceu? Aconteceu o que aconteceu. Não posso evitar o que aconteceu, porque já aconteceu. Agora sou o acontecimento do que aconteceu. ”
Imagem da Frase:
Mais frases de São Chepade
“
(Queimada descontrolada) Queimada descontrolada no secreto, Que acontece e acendida com um coração sincero. de dia e de noite se encontra de joelho, Para entrar no deserto do desespero. A queimada descontrolada, incendiada com o desespero dos joelhos. Nos dias repletos, de incrédulos, noites nubladas, A humanidade neutralizada com silêncio. A faísca que surge, De joelhos que anela o sucesso do eterno. A Fagulha que surge, De um coração sincero fixado em desespero. Que incendeia uma queimada descontrolada, Reinos e impérios em chama, causadas com um coração sincero, ajoelhado em desespero. Queimada descontrolada, vidas iluminadas, Corações incendiadas, no meio de uma mata. O clamor de um coração de amor, Lágrimas que surge do peito para o eterno, Joelhos tocando na terra para fechar a boca do inferno, e torna- la em deserto. De joelhos dobrados, uma conversa debatido, A conferência do criador e do criado, Espalha uma pequena Fagulha, de modo que todo o império é incendiado. O fogo não vem de psicólogo, ou teólogo, Mas vem do Deus dos apóstolos. chamado em cena com os Joelhos desesperado, para incendiar uma grande mata com um palito de fósforo. A oração feita com coração rendida e perfeita, acendiará habitações e povoações. ”
“
(A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade. ”
São Chepade