Frase de São Chepade
 | “ O que aconteceu? Aconteceu o que aconteceu, No tempo que aconteceu. E fui parar num lugar, onde não esperava parar. Por causa daquilo que aconteceu. Era desgraçado, encarcerado e em pecado. Não havia meios para poder fugir do pecado. E minha alma gotejava lágrimas de quem estava amarrado. As minhas lágrimas eram como quentura, Porque a minha alma sentia uma tortura. Por enxergar as contas que estavam na fatura, Oh... eram demais! Quando vi com os meus olhos, A conta que eu deveria pagar, Suspirei, me espantei, Sabendo que toda a carga nas minhas costas carreguei. A minha alma caída, Vivendo num beco sem saída, Choramingando de agonia e dor. Oh, estava com sede! Mas que sede? Ufff... Mas uma gotícula da parte do Amoroso Foi liberada. Só uma pequena gotícula? Sim. O que era? Vi! Oh, era a graça. O que aconteceu? Uma coisa desprezada é o que me ajudou. A graça, sendo palavra pequena, mas ela me mudou. Sem condições, sem sacrifícios, sem forças, Mas a graça tomou conta. Agora percebi e entendi, que era o trabalho da graça Para me libertar da desgraça. O que aconteceu? Aconteceu o que aconteceu. Não posso evitar o que aconteceu, porque já aconteceu. Agora sou o acontecimento do que aconteceu.” |
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 | “ (UMA FLOR ORGULHOSA) Num jardim do jardineiro, Com a regação da floração. Floresceu uma bela flor, Erguida, saudável e incompatível. Com o seu cheiro aromântico, toda a abelha era atraída no tão venoso. Incomparável sem igualdade, De todas eram admirável. O seu aspeto era relevante, O seu orgulho era de que viveria eternamente. A flor sentia que não era dependente. Na evaporação, sem precipitação ela se erguia. soltando um cheiro, que impactava tanta multidão. As abelhas almejava estar ao seu redor, As abelhas se refugiava no dia de calor, Oh! Só na sombra de uma flor. Um dia erguida, saudável, incompatível, Ela imaginou "de todas sou a melhor". Nela não havia temor, porque pensava que tinha valor. Repentinamente subitamente, ela foi quebrantada Sem que aja chance de se erguer. Rapidamente e facilmente ela murchou, Sem se encher dos prazeres. A admiração dos animais eram demais, O impacto dos polinizadores não eram normais. As abelhas paravam no canto, e pensava demais, Vendo a pétala não exercia a sua função, não eram normais. Oh flor orgulhosa! como caíste? Das mãos do pó, voltaste. A sua secada abateste muita gente, Vendo agora que já murchaste, Isso é marcante. Flor orgulhosa! saiba; a vida é muito curta, Entre em Cristo para encontrar a fuga. E seja liberto da iniquidade sem idade, Para ser achado sem culpa. Não seja orgulhoso com esta vida.” |
 | “ (A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade.” |

São Chepade