Frase de São Chepade

Frase adicionada por Saochepade19691975 em 23/03/2026


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(A doçura do pecado)

Doce como mel,
Doce na garganta,
Amarga no estômago.
A alma faminta,
Foi atraída, com cheiro aromático do pecado.
Era como uma comida,
Que pode satisfazer quando for engolida.

Doce como leite que era,
Forte como a serpente na mata.
Morte que o pecado carregava nas costas,
Sem perceber que queria matar a minha pessoa.
O seu odor era agradável.
Tira forças na alma só por ser sentida.
É veneno semelhante,
Veneno da serpente.

O pecado anima temporariamente,
Mas não é doce eternamente.
Mas traz amargura na sua frente,
Igual a morte do peixe...
Fui atraído com cheiro agradável,
Para ir atrás da comida não saudável.
Quando comi era uma comida,
Diferente daquilo que apresentava.

Caí na armadilha do pecado,
Por causa do odor aromático.
E fui automático...
Para seguir atrás do pecado.

O pecado agradou num instante,
Mas percebi que prejudica a saúde.
Vejo homens sem saúde nas povoações,
Porque o pecado prejudicou os seus corações.

A doçura do pecado é perigoso. (São Chepade)
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(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.