Frase de São Chepade

Frase adicionada por Saochepade19691975 em 12/05/2026

São Chepade
UMA COSTELA LONGE DO SEU LUGAR

do sono profundo, fadigado do trabalho.
Repousando e descansando,
A costela saiu do lugar. E foi passear,
Sem ver o caminho para voltar, do seu dono original. Encontrada desesperada,
Numa condição inesperada.
Com os estranhos foi acomodada,
Com ambiente se tornou acostumada.

Toda acostumada,
Parecia que os estranhos eram tudo que precisava.
Mas no fundo clamava.
Clamava por algo que faltava,
O dono original não estava.
Ela sentia desamparada,
Porque o dono ainda repousava.

O sol batendo quente ao meio dia,
O dono deitado na sombra de uma vinha.
Despertado do profundo sono,
Assustado e admirado por estar incompleto.
Andou procurando e chamando,
Nos rios e nos mares, mas os peixes em que respondiam.
Procurando nas matas e nas montanhas,
As serpentes é que respondiam.

Sem cansar foi procurando,
Pela costela original do lugar.
Era importante no seu devido lugar,
Porque é ela que ligava a coluna dorsal.

Diferente das cópias,
Que queriam se enxertar naquele lugar.
Diferente das fabricadas,
Que queriam se ligar no espaço errado.

A costela poderia fechar,
O espaço incompleto do dono original.
Sem obrigar para fechar,
Porque é seu devido lugar. Soou a última chamada, a costela reconheceu.
Ela disse eis me aqui sua amada,
Seja feita a tua vontade.

O dono vendo e reconhendo,
A verdadeira costela,
Disse: esta agora é osso dos meus ossos,
E carne da minha carne.

Agora será chamada minha esposa,
Uma costela longe do seu lugar.


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UMA COSTELA LONGE DO SEU LUGAR

do sono  profundo, fadigado do trabalho.
Repousando e descansando,
A costela saiu do lugar. E foi passear,
Sem ver o caminho para voltar, do seu dono original. Encontrada desesperada,
Numa condição inesperada.
Com os estranhos foi acomodada,
Com ambiente se tornou acostumada.

Toda acostumada,
Parecia que os estranhos eram tudo que precisava.
Mas no fundo clamava.
Clamava por algo que faltava,
O dono original não estava.
Ela sentia desamparada,
Porque o dono ainda repousava.

O sol batendo quente ao meio dia,
O dono deitado na sombra de uma vinha.
Despertado do profundo sono,
Assustado e admirado por estar incompleto.
Andou procurando e chamando,
Nos rios e nos mares, mas os peixes em que respondiam.
Procurando nas matas e nas montanhas,
As serpentes é que respondiam.

Sem cansar foi procurando,
Pela costela original do lugar.
Era importante no seu devido lugar,
Porque é ela que ligava a coluna dorsal.

Diferente das cópias,
Que queriam se enxertar naquele lugar.
Diferente das fabricadas,
Que queriam se ligar no espaço errado.

A costela poderia fechar,
O espaço incompleto do dono original.
Sem obrigar para fechar,
Porque é seu devido lugar. Soou a última chamada, a costela reconheceu.
Ela disse eis me aqui sua amada,
Seja feita a tua vontade.

O dono vendo e reconhendo,
A verdadeira costela,
Disse: esta agora é osso dos meus ossos,
E carne da minha carne.

Agora será chamada minha esposa,
Uma costela longe do seu lugar. (São Chepade)
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São Chepade
(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.