Coleção de Frases e Pensamentos de Marcelo Monteiro


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Marcelo Monteiro
O papel de Francisca, a ligação com o Grupo Espiritual e a atuação do médium Eurípides no atendimento a doentes reforçam o ambiente de solidariedade em que Francisca se formou.Assistência aos enfermos e participação em atividades do Centro Espírita Ao longo dos anos, Francisca integrou-se de forma efetiva aos trabalhos do Centro Espírita, atuando como auxiliar dedicada. Entre as atividades destacadas estão a assistência a doentes, o apoio aos familiares e a participação em atividades educativas ligadas à doutrina espírita. O compromisso com a melhoria da vida dos que sofrem é apresentado como traço central de seu modo de agir.Casamento, família e vida comunitáriaEm 1914, Jerônimo Gomide, Jerônimo e Francisca viveram um marco importante de suas vidas ao unirem-se em matrimônio. O casal formou um “núcleo” familiar significativo, que incluiu filhos e outros familiares, fortalecendo a tradição de apoio mútuo e de serviço à comunidade. O texto sugere que o ambiente familiar foi um espaço de reencontro de almas e de partilha de valores espirituais.Legado e memóriaFrancisca deixou uma marca duradoura no movimento espírita local, especialmente pela combinação de estudo, prática caritativa e participação institucional. Sua trajetória é apresentada como exemplo de dedicação à causa do bem, conciliando as dimensões da vida espiritual, da mediunidade e da assistência social. O registro sugere que a vida dela, junto à de Jerônimo e Eurípedes, contribuiu para a consolidação de uma rede de apoio que beneficiou muitas pessoas em momentos de crise e necessidade.
Marcelo Monteiro
Reflexões Filosóficas.
O homem moderno, em sua ânsia de compreender o cosmos, volta-se novamente à questão espiritual. A comunicação com o invisível, longe de ser mera curiosidade, tem finalidade moral e educativa. Revela ao ser humano a sua imortalidade e o princípio da responsabilidade espiritual isto é, a colheita inevitável das próprias ações.
Como afirma Léon Denis:
“A morte não é o fim, mas uma mudança de plano; e o invisível é a continuidade natural do visível.”
(Depois da Morte, cap. I)
Essa compreensão transforma a vida moral, pois quem se sabe imortal age com mais justiça, humildade e amor. O intercâmbio com os Espíritos superiores torna-se, então, um meio de aperfeiçoamento e consolação, e não um espetáculo do maravilhoso.
6. Conclusão.
O trecho de Kardec é, ao mesmo tempo, uma advertência e um convite. Advertência contra o fanatismo e a superstição; convite à razão e à fé raciocinada.
A comunicação com o mundo invisível, quando estudada com método e seriedade, revela-se um fenômeno universal e natural, que reafirma a unidade da Criação e a continuidade da vida.
O Espiritismo, nesse sentido, não inventa o sobrenatural explica o natural ampliado, onde o Espírito é o princípio inteligente e eterno que dá sentido ao universo.
E como resume Allan Kardec em O Livro dos Espíritos (Introdução, item VI):
“O Espiritismo, marchando com o progresso, jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demonstrarem estar em erro sobre um ponto, ele se modificará nesse ponto; se uma nova verdade se revelar, ele a aceitará.”
Assim, ciência e espiritualidade unem-se, finalmente, no mesmo altar da razão, onde o homem aprende que o invisível não é mistério é apenas a parte ainda não compreendida da natureza.
“Entre o visível e o invisível não há abismo, há apenas o véu do tempo e o amor é a luz que o atravessa..

Marcelo Monteiro
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Vampirismo Espiritual:
Causas, sinais e defesa.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Resumo: artigo explicativo e documentado sobre o fenômeno chamado vampirismo no meio espírita: definição, bases doutrinárias (fluidos e perispírito), modalidades, sinais clínico-espirituais, exemplos narrativos clássicos e medidas preventivas e terapêuticas. Fontes fidedignas são citadas ao longo do texto.

1. O que é “vampirismo” no Espiritismo?

No vocabulário espírita, vampirismo (ou vampirização) é a designação metafórica para um processo de parasitismo psíquico/fluídico: espíritos ou pessoas (encarnadas ou desencarnadas) estabelecem ligações anímicas predatórias com outros seres, extraindo-lhes energias vitais, afetando o equilíbrio físico, emocional e mental das vítimas. Não se trata de mito folclórico do vampiro literário, mas de uma descrição do fenômeno energético e moral que pode ocorrer entre os planos.

2. Fundamento doutrinário: fluidos, perispírito e sintonia.

A explicação espírita apoia-se na existência do perispírito (corpo semimaterial) e na dinâmica dos fluidos ou radiações psíquicas. As influências e ligações entre mentes obedecem a leis de sintonia: pensamentos fortes, hábitos passionais, vícios e ligações afetivas mal equilibradas geram emissões fluídicas que podem ser captadas por outras consciências ocasionando perda de vitalidade, obsessão ou dependência energética. Allan Kardec e as publicações da Codificação e da Revista Espírita lançaram a base conceitual sobre fluidos e mediunidade que sustenta as explicações modernas.

Marcelo Monteiro
MISTIFICACÕES e LENDAS.
Nos arredores da inauguração, histórias curiosas corriam pelas vielas de Paris. Alguns diziam que a torre atrairia relâmpagos e chuvas, outros acreditavam que sua sombra faria definhar as plantas. Camponeses se benziam ao vê-la de longe. O novo, como sempre, era envolto por névoas de superstições.
Certa vez, Maupassant, crítico voraz da torre, jantava todos os dias no restaurante da base da torre. Ao ser questionado, respondeu:
“É o único lugar de Paris onde não preciso vê-la.”
VI. O Triunfo nos Dias Atuais: Uma Torre, Um Símbolo, Um Amor.
Hoje, a Torre Eiffel é o monumento pago mais visitado do mundo, recebendo mais de 7 milhões de pessoas por ano. É impossível imaginar Paris sem ela. Um símbolo de amor, de arte, de resistência estética e científica. Nos filmes, nos sonhos, nas fotografias, ela virou alma de uma cidade.
Ao entardecer, quando o céu se veste de ouro, ela cintila como se tivesse engolido estrelas. E é nessa hora que compreendemos: o que outrora foi escárnio tornou-se o coração da cidade luz.
Conclusão: O Espetáculo da Coragem Criadora.
A Torre Eiffel triunfou porque desafiou os limites da mente e os preconceitos da alma. Seu ferro, fundido por mãos humanas, elevou-se como testemunho de um tempo em que a ciência ousou tomar o lugar dos deuses. Ela nos recorda que toda grande criação encontra resistência, e que a beleza, muitas vezes, só é reconhecida quando ultrapassa os olhos e toca o espírito.
De monstro mecânico a musa metálica, ela prova que o amor pela arte não é imediato — mas eterno.
“Na Torre Eiffel, o homem escreveu no céu o seu nome com letras de ferro..

Marcelo Monteiro
E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir..

Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Membro desde: 06/02/2023

Biografia: Autodidata, escritor, expositor, musicista, historiador, livre Pensador. Fundador e participante de diversos pontos culturais de sua cidade. Manhumirim - MG.

Frase do Dia

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

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