Frase de Marcelo Monteiro

Frase adicionada por Marcelo1869 em 01/11/2025

Marcelo Monteiro
Frederico figner e a casa Edison.
Casa Edison – O Som que Deu Voz ao Brasil
Com a experiência adquirida nas vendas e demonstrações de fonógrafos, Frederico Figner decidiu, em 1900, abrir uma loja no coração do Rio de Janeiro, na Rua do Ouvidor, nº 107. O estabelecimento recebeu o nome de Casa Edison, em homenagem ao genial inventor americano Thomas Edison, símbolo do progresso técnico e da revolução sonora que se anunciava.
Inicialmente, a Casa Edison dedicava-se à importação e revenda de cilindros de cera e discos Berliner, produzidos na Alemanha. O público brasileiro, até então, conhecia apenas gravações estrangeiras. O som nacional ainda não havia encontrado seu espaço.
Foi então que Figner, visionário e ousado, teve uma ideia que mudaria para sempre a história da música no Brasil: gravar artistas nacionais. Em 1902, convidou Antônio Costa Moreira, conhecido como Cadete, e Manuel Pedro dos Santos, o Bahiano, oferecendo-lhes mil réis por cilindro gravado. Logo depois, uniu-se ao grupo o carismático Eduardo das Neves, o popular Dudu, palhaço e cantor de talento reconhecido, que eternizou lundus e sambas com sua voz vibrante.
Nascia, assim, o embrião da indústria fonográfica brasileira. A Casa Edison deixava de ser apenas uma loja de fonógrafos para se tornar a primeira gravadora do país — e também da América do Sul.
Em 1902, o lançamento do primeiro catálogo da Casa Edison marcou uma virada histórica: ali estavam listadas as primeiras gravações sonoras genuinamente brasileiras, abrindo caminho para a consolidação de uma identidade musical nacional.
Mais que um empreendimento comercial, a Casa Edison foi um marco cultural e afetivo: o ponto de encontro entre a tecnologia e a alma popular do Brasil.
Foi ali, entre fonógrafos, vozes e sonhos, que o Brasil começou a se ouvir.


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Frederico figner e a casa Edison.
Casa Edison – O Som que Deu Voz ao Brasil
Com a experiência adquirida nas vendas e demonstrações de fonógrafos, Frederico Figner decidiu, em 1900, abrir uma loja no coração do Rio de Janeiro, na Rua do Ouvidor, nº 107. O estabelecimento recebeu o nome de Casa Edison, em homenagem ao genial inventor americano Thomas Edison, símbolo do progresso técnico e da revolução sonora que se anunciava.
Inicialmente, a Casa Edison dedicava-se à importação e revenda de cilindros de cera e discos Berliner, produzidos na Alemanha. O público brasileiro, até então, conhecia apenas gravações estrangeiras. O som nacional ainda não havia encontrado seu espaço.
Foi então que Figner, visionário e ousado, teve uma ideia que mudaria para sempre a história da música no Brasil: gravar artistas nacionais. Em 1902, convidou Antônio Costa Moreira, conhecido como Cadete, e Manuel Pedro dos Santos, o Bahiano, oferecendo-lhes mil réis por cilindro gravado. Logo depois, uniu-se ao grupo o carismático Eduardo das Neves, o popular Dudu, palhaço e cantor de talento reconhecido, que eternizou lundus e sambas com sua voz vibrante.
Nascia, assim, o embrião da indústria fonográfica brasileira. A Casa Edison deixava de ser apenas uma loja de fonógrafos para se tornar a primeira gravadora do país — e também da América do Sul.
Em 1902, o lançamento do primeiro catálogo da Casa Edison marcou uma virada histórica: ali estavam listadas as primeiras gravações sonoras genuinamente brasileiras, abrindo caminho para a consolidação de uma identidade musical nacional.
Mais que um empreendimento comercial, a Casa Edison foi um marco cultural e afetivo: o ponto de encontro entre a tecnologia e a alma popular do Brasil.
Foi ali, entre fonógrafos, vozes e sonhos, que o Brasil começou a se ouvir. (Marcelo Monteiro)
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Marcelo Monteiro
MISTIFICACÕES e LENDAS.
Nos arredores da inauguração, histórias curiosas corriam pelas vielas de Paris. Alguns diziam que a torre atrairia relâmpagos e chuvas, outros acreditavam que sua sombra faria definhar as plantas. Camponeses se benziam ao vê-la de longe. O novo, como sempre, era envolto por névoas de superstições.
Certa vez, Maupassant, crítico voraz da torre, jantava todos os dias no restaurante da base da torre. Ao ser questionado, respondeu:
“É o único lugar de Paris onde não preciso vê-la.”
VI. O Triunfo nos Dias Atuais: Uma Torre, Um Símbolo, Um Amor.
Hoje, a Torre Eiffel é o monumento pago mais visitado do mundo, recebendo mais de 7 milhões de pessoas por ano. É impossível imaginar Paris sem ela. Um símbolo de amor, de arte, de resistência estética e científica. Nos filmes, nos sonhos, nas fotografias, ela virou alma de uma cidade.
Ao entardecer, quando o céu se veste de ouro, ela cintila como se tivesse engolido estrelas. E é nessa hora que compreendemos: o que outrora foi escárnio tornou-se o coração da cidade luz.
Conclusão: O Espetáculo da Coragem Criadora.
A Torre Eiffel triunfou porque desafiou os limites da mente e os preconceitos da alma. Seu ferro, fundido por mãos humanas, elevou-se como testemunho de um tempo em que a ciência ousou tomar o lugar dos deuses. Ela nos recorda que toda grande criação encontra resistência, e que a beleza, muitas vezes, só é reconhecida quando ultrapassa os olhos e toca o espírito.
De monstro mecânico a musa metálica, ela prova que o amor pela arte não é imediato — mas eterno.
“Na Torre Eiffel, o homem escreveu no céu o seu nome com letras de ferro..


Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Membro desde: 06/02/2023

Biografia: Autodidata, escritor, expositor, musicista, historiador, livre Pensador. Fundador e participante de diversos pontos culturais de sua cidade. Manhumirim - MG.

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Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

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