Frase de Marcelo Monteiro

Frase adicionada por Marcelo1869 em 01/11/2025


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Frederico Fígner/ Thomas Édson.
Com esse homem, chamado Frederico Fígner, aprendemos que podemos servir a Deus nos utilizando das coisas do mundo.
Nasceu em lar humilde, de origem judaica. Cedo partiu em busca de seus ideais. Aos quinze anos, emigrou para os Estados Unidos, com pouco dinheiro, mas com grande visão comercial. Chegou ao país no momento em que Thomas Edison lançava um aparelho que registrava e reproduzia sons por intermédio de cilindros giratórios. Ficou encantado. Adquiriu um e algumas fitas. Veio ao Brasil, em 1891, aportando em Belém do Pará.
Começou a mostrar seu equipamento ao público que, fascinado em poder ouvir gravadas e reproduzidas suas vozes, lhe pagava para isso. O sucesso foi imediato. Um ano depois, chegou ao Rio de Janeiro, falando um pouco de português e com uma quantia razoável de dinheiro.
Foi ali que Fred, como era chamado, abriu sua primeira loja, a Casa Edison. Ele importou e comercializou os primeiros fonógrafos. Nesse período, chegou ao Brasil Emil Berliner, que havia lançado nos Estados Unidos um equipamento para gravar discos com qualidade sonora superior ao aparelho que ele vendia. Percebendo o potencial, Fred mudou-se para um espaço maior, onde abriu o primeiro estúdio de gravação e varejo de discos do Brasil, em 1900. (Marcelo Monteiro)
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Marcelo Monteiro
MISTIFICACÕES e LENDAS.
Nos arredores da inauguração, histórias curiosas corriam pelas vielas de Paris. Alguns diziam que a torre atrairia relâmpagos e chuvas, outros acreditavam que sua sombra faria definhar as plantas. Camponeses se benziam ao vê-la de longe. O novo, como sempre, era envolto por névoas de superstições.
Certa vez, Maupassant, crítico voraz da torre, jantava todos os dias no restaurante da base da torre. Ao ser questionado, respondeu:
“É o único lugar de Paris onde não preciso vê-la.”
VI. O Triunfo nos Dias Atuais: Uma Torre, Um Símbolo, Um Amor.
Hoje, a Torre Eiffel é o monumento pago mais visitado do mundo, recebendo mais de 7 milhões de pessoas por ano. É impossível imaginar Paris sem ela. Um símbolo de amor, de arte, de resistência estética e científica. Nos filmes, nos sonhos, nas fotografias, ela virou alma de uma cidade.
Ao entardecer, quando o céu se veste de ouro, ela cintila como se tivesse engolido estrelas. E é nessa hora que compreendemos: o que outrora foi escárnio tornou-se o coração da cidade luz.
Conclusão: O Espetáculo da Coragem Criadora.
A Torre Eiffel triunfou porque desafiou os limites da mente e os preconceitos da alma. Seu ferro, fundido por mãos humanas, elevou-se como testemunho de um tempo em que a ciência ousou tomar o lugar dos deuses. Ela nos recorda que toda grande criação encontra resistência, e que a beleza, muitas vezes, só é reconhecida quando ultrapassa os olhos e toca o espírito.
De monstro mecânico a musa metálica, ela prova que o amor pela arte não é imediato — mas eterno.
“Na Torre Eiffel, o homem escreveu no céu o seu nome com letras de ferro..


Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Membro desde: 06/02/2023

Biografia: Autodidata, escritor, expositor, musicista, historiador, livre Pensador. Fundador e participante de diversos pontos culturais de sua cidade. Manhumirim - MG.

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Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

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