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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.864 frases
“
Só o amor, ainda que breve, consegue prolongar
uma vida para além de seus próprios limites.
”
―
Newton Jayme
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“
Só o amor, ainda que seja um instante,
é capaz de fazer uma vida durar
para além de si mesma.
”
―
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“
Quero uma companheira
que não seja metade,
nem promessa de encaixe.
Que venha inteira,
assim como eu,
sem remendos feitos de carência.
Que seja só —
só eu e ela —
não por exclusão do mundo,
mas por escolha mútua.
Duas inteirezas que caminham juntas,
não para se completar,
mas para compartilhar caminho,
presença
e verdade.
Um amor sem divisão,
sem sobras,
sem rascunhos.
”
―
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“
Não sei se sou eu quem cria o caminho
ou se é o caminho que me inventa.
Sei apenas que preciso dele
para não me perder
de mim em cada passo.
”
―
Newton Jayme
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“
O caminho murmura segredos
que não consigo segurar.
Às vezes, sou rio, às vezes, margem.
Mas sempre preciso dele,
do caminho que me espera,
do caminho que me cria,
do caminho que me deixa ir.
”
―
Newton Jayme
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“
Há um fio invisível entre o beijo e o abismo,
entre o “fica” sussurrado e o grito sem razão.
O amor, quando chega, não pede ritualismo:
entra torto, descalço, sujo, vira obsessão.
Ama-se como quem perde o rumo da casa,
como quem troca o chão por um fio de navalha.
É lúcido o louco que por alguém se atrasa,
é louco o lúcido que ao amor se amuralha.
O amor pede tudo, não aceita metade,
quer o riso, o ciúme, o medo e o perdão.
E a loucura, fingindo-se de liberdade,
assina embaixo do nome da paixão.
Se amar é sair de si sem aviso prévio,
se é cantar desafinado contra a solidão,
então há nesse elo um doce desvario:
toda forma de amor beira a perdição.
”
―
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“
ENTRE A REALIDADE E A LOUCURA
Entre a realidade e a loucura
Há um abismo de fogo e claridade:
De um lado, o mundo em férrea arquitetura,
Do outro, o sonho em febre e tempestade.
A razão marcha em fardas de silêncio,
Conta os passos, mede o pão e o pranto;
Mas a alma — ave em grito e em incêndio —
Rasga os céus no delírio do seu canto.
Ó loucura! Não és crime nem veneno:
És lâmpada a sangrar na noite espessa;
Quando o mundo se faz pequeno e pleno,
És a dor que denuncia e atravessa.
Quantos gênios tombaram por ousar
Ver além do concreto e da corrente?
Chamaram febre ao gesto de sonhar,
Chamaram louco ao que era simplesmente ardente.
A realidade — carrasco organizado —
Ergue muros de cálculo e censura;
Mas todo grito humano, sufocado,
Renasce em verso, em chama, em desventura.
Entre a loucura e a realidade, então,
Escolho o risco do raio e do excesso:
Antes o caos que cria redenção
Que a ordem muda do mundo em retrocesso.
Pois foi na borda extrema do sofrer
Que a História ouviu seu mais alto clamor:
Quando um homem ousou enlouquecer
Para ser, enfim, humano e libertador.
”
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O amor
é água salgada que,
ao tocar os lábios,
desperta mais sede.
”
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“
HINO À MULHER NEGRA
Ergue-te! — que o mundo escute
o passo grave do teu caminhar!
Há séculos tua sombra ilumina
os caminhos que insistem em sangrar.
Negra mulher! — teu corpo é verso
que a História tentou rasgar em dor,
mas não há açoite que apague
a chama invencível do amor.
Teus seios foram montanhas
onde o pranto aprendeu a morar,
teu ventre, arca sagrada,
onde o futuro ousou germinar.
Ó mãe da noite estrelada!
Ó filha do sol primeiro!
Teu rosto traz continentes,
teu olhar — um mundo inteiro.
Quando te chamaram silêncio,
tu foste canto e trovão;
quando te quiseram cativa,
foste maré, foste furacão.
Teu cabelo — bandeira erguida
contra o império da opressão!
Cada fio, uma rebeldia,
cada curva, libertação!
E eu te canto, negra mulher,
como se canta a aurora em fogo:
não por piedade — por justiça!
Não por passado — por um novo jogo!
Que se rasguem os velhos grilhões,
que a beleza ocupe o altar:
pois tua pele é poema vivo
que ninguém mais vai negar!
”
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“
Quando o céu
se veste de devaneio,
o coração se enfeita
de lembranças.
Ficamos parados,
escutando
o tempo passar.
A alma aprende a morar
no espaço suave,
no intervalo
entre o que foi e o que
ainda pulsa.
A saudade não dói. É luz
que se derrama sobre lembranças
quietas, desenhando constelações
que só se leem no silêncio do sentir.
É como uma canção antiga,
tocada de tempos em tempos,
só para lembrar
que ainda estamos aqui.
Que a vida pertence
a quem resiste,
a quem não consente
em morrer aos poucos,
a quem recusa
o desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta nos apagar.
”
―
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A Rosa de Jericó
não pede jardim.
Reconhece o deserto
como quem reconhece
o lugar da prova.
Aceita o chão duro,
o tempo recolhido,
a mão que a encontra
sem saber se ainda há sopro
ou apenas pó.
No passado,
foi deixada em casas
como um sinal velado de fé:
a morte nem sempre tem
a última palavra.
As mulheres a guardavam
em caixas simples,
entre panos e orações sem forma,
não para enfeitar,
mas para lembrar que Deus
também trabalha no intervalo.
Ela aprende a arte do Cristo oculto:
não responder de imediato.
Fecha-se.
Encolhe-se em si mesma
como o corpo confiado à terra,
sem defesa,
sem ruído,
entregue ao tempo do Pai.
Então vem a água —
pouca, obediente.
Não um milagre visível,
mas um sinal.
E o corpo que parecia resolvido
no silêncio do sepulcro
cede.
Reabre suas linhas
como quem reconhece a voz
que chama
sem violência.
Por isso falaram em vida eterna.
Não como promessa distante,
mas como presença insistente.
A ressurreição, aqui,
não se anuncia em trombetas:
acontece sempre que algo
entregue à morte
escuta o chamado
e se levanta.
A Rosa de Jericó
não nega a cruz.
Ela passa por ela.
Mostra que viver
é aprender a permanecer fechado
até o terceiro dia do mundo,
quando a água certa
toca o lugar ferido
e o faz abrir.
E quando se abre,
não pede testemunhas.
Apenas cumpre a promessa.
Renovada,
como quem saiu do túmulo
sem levar a morte consigo,
lembra ao mundo
que recomeçar
é a forma mais silenciosa
de vencer o luto em glória.
”
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MANHÃS DE SETEMBRO
Desperta a aurora em luz serena e fria,
Beija os telhados com dourado lento;
Paira no ar um vago pressentimento
De que o tempo renasce a cada dia.
O campo exala um cântico contido,
Na relva ainda trêmula de orvalho;
E o céu, em tom de límpido trabalho,
Costura sonhos no azul distendido.
Setembro vem — não traz alarde ou pressa,
Mas um silêncio claro que atravessa
A alma cansada de esperar o fim.
É mês que ensina o gesto comedido,
Onde o futuro, ainda adormecido,
Respira fundo… e aprende a florir, enfim.
”
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ODE TRICOLOR
Ergue-te, coração! Que a tua voz retumbe
Como outrora nas Laranjeiras antigas,
Onde a bola aprendeu a ser poesia
E o povo, paixão que nunca sucumbe.
Foi em mil novecentos e dois — escuta! —
Que um sonho vestiu-se em três cores nobres;
Não era um clube apenas: era um nome
Chamado a atravessar gerações e lutas.
Ó pó de arroz! Branca nuvem simbólica
Que não oculta, mas anuncia:
Aqui joga a elegância em forma de raça,
Aqui a arte não pede desculpas.
Oscar Cox soprou o primeiro verso,
E o campo virou página aberta;
Desde então, cada chute é um manifesto,
Cada canto, uma pátria descoberta.
Quando o destino pesa — e pesa forte —
E a queda ameaça calar a canção,
O Fluminense se ergue em desobediência:
Desafia o medo, afronta a própria sorte.
Não é só taça o que se ganha ou se perde,
É a honra de lutar até o fim;
Ser tricolor é crer, mesmo na noite,
Que a aurora nasce verde, branca e grená.
E se me perguntam quem sou, eu declamo,
Com a alma em punho e o verbo aceso:
Sou filho desse clube centenário,
Sou Fluminense — e disso não abdico,
Nem em silêncio, nem em rezo: és meu beijo
”
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No fio do tempo,
mãe costura silêncios
com amor antigo.
”
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É duro ser um rio sem achar seu leito,
Ser noite viva e não trazer escuridão;
Ser livro aberto, sem capa ou ilustração,
E ser homem só, com o amor no peito.
Caminho inteiro, mas nunca por completo,
Habito o tempo em frágil direção;
Trago um nome que ecoa em solidão
Num corpo atento, humano e imperfeito.
Tenho voz, mas me falta quem escute,
Tenho mãos, mas não sei onde pousar;
Sou promessa cansada de esperar.
Ainda assim persisto — quem discute
Aprende que existir é suportar
O peso de ser antes de chegar.
”
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Pela fé, compreende-se que o mundo vindouro, justo e sem miséria, não é um prêmio externo concedido a quem “acertou”, mas a consumação de um amor vivido já aqui. Quem ama a Deus de verdade começa a desejar a justiça, a misericórdia e a dignidade humana não apenas como promessa futura, mas como exigência presente. Assim, não se ama a Deus para que o mundo seja transformado; o mundo começa a ser transformado porque se ama a Deus.
”
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Sou estrada sem fim, sem conclusão,
A morte apenas rompe a contenção,
Liberta-me inteira na imensidão,
Onde deixo o peso em ressurreição.
Coisa que flui como água no frio,
Carrego o mundo no leito vazio,
Remanso manso em tempo sombrio,
Silêncio denso, lento e tardio.
Não escolho margens, nem porto ou cais,
Sigo o declive dos dias iguais,
Cada passo apaga os sinais atrás,
Sou feita de perdas naturais.
E quando o curso enfim se desfaz,
Não é fim — é forma que se refaz:
Viro neblina, respiração, viro mar,
Descanso no gesto de deixar — e amar.
”
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O tempo desenha moda,
poder, glória e miséria,
Costura coroas frágeis
na cabeça da matéria.
Passa rindo pelos tronos,
varre a pompa do salão,
Deixa o ouro virar pó
na palma da ambição.
Traz a infância no joelho
esfolado da memória,
A juventude em sobressalto
querendo ser história,
A força que ergue os muros,
a pressa de mandar,
E a velhice que pergunta:
“valeu tanto lutar?”
O tempo muda o discurso,
muda a fé, muda o nome,
Faz do herói um retrato
esquecido na estante do homem.
Leva o grito das praças,
silencia a multidão,
Mas não mata o que resiste
batendo no coração.
Porque há um fio invisível
que ele não desfaz,
Um gesto pequeno, teimoso,
que insiste em ser paz.
Há um canto que atravessa
a noite mais sem luz,
Uma mão que se estende
quando tudo se reduz.
E no fim — quando o tempo
fecha o livro da dor —
Fica o gesto partilhado,
fica o verbo do amor.
Pois o tempo passa tudo,
mas aprende, afinal:
Que o futuro só acontece
quando o agora é humano.
”
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“
O tempo avança em trombetas
sobre a face da Terra,
Ergue impérios de fogo,
faz da paz uma guerra;
Coroa reis de areia,
destrona-os no vendaval,
E escreve com sangue
e vento a crônica universal.
Ele arrasta na enxurrada
a infância indefesa,
A juventude em chamas,
faminta de grandeza;
Forja braços de ferro,
gargantas de trovão,
E depois dobra as costas
do titã da ambição.
Ó tempo! — esse juiz
sem toga e sem perdão —
Que pesa civilizações
na balança da razão!
Tu vestes de glória os fortes,
de miséria os vencidos,
Mas quem te detém o passo
sobre os povos oprimidos?
No entanto — escuta! —
há um brado que não se consome,
Um clarão que se levanta
do pó do próprio homem.
Quando tudo parece
ruína, cinza, chão,
Sobe um povo em poema,
ergue-se a redenção.
Porque não é o tempo
o dono do amanhã:
É a coragem que rompe
a noite mais vã.
E enquanto houver um peito
que se negue a ceder,
O futuro será livre —
porque ousou nascer.
”
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Mãe, amor tão perto —
quando parece distante,
mais perto ainda.
”
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O amor que merece ser vivido
é aquele que, mesmo em silêncio,
emociona a alma e a faz lembrar
que ainda é capaz de se arrepiar.
”
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Quando o céu
se veste de devaneio,
o coração se enfeita
de lembranças.
Ficamos parados,
escutando
o tempo passar.
A alma aprende a morar
no espaço suave,
no intervalo
entre o que foi e o que
ainda pulsa.
A saudade não dói. É luz
que se derrama sobre lembranças
quietas, desenhando constelações
que só se leem no silêncio do sentir.
É como uma canção antiga,
tocada de tempos em tempos,
só para lembrar
que ainda estamos aqui.
Que a vida pertence
a quem resiste,
a quem não consente
em morrer aos poucos,
a quem recusa o desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta nos apagar.
”
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“
Quando o céu
se veste de devaneio,
o coração se enfeita
de lembranças.
Ficamos parados,
escutando
o tempo passar.
A alma aprende a morar
no espaço suave,
no intervalo entre o que foi
e o que
ainda pulsa.
A saudade não dói.
É luz que se derrama
sobre lembranças quietas,
desenhando constelações
que só se lêem
no silêncio
do sentir.
É como uma canção antiga,
tocada de tempos em tempos
— quase esquecida —
só para lembrar
que ainda estamos aqui.
Que a vida pertence
a quem resiste,
a quem não consente
em morrer
aos poucos,
a quem recusa
o desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta
nos apagar.
”
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“
Quando o céu
se veste
de devaneio,
o coração
— sem pressa —
se enfeita
de lembranças.
Ficamos
parados.
Escutando
o tempo
passar.
A alma aprende
a morar
não no abrigo,
mas
no espaço
suave,
no intervalo
entre
o que foi
e o que
ainda
pulsa.
A saudade
não dói.
É luz
que se derrama
sobre lembranças
quietas,
desenhando
constelações
que só se lêem
quando
o mundo
cala
e o sentir
permanece.
É como
uma canção
antiga,
tocada
de tempos
em tempos
só para lembrar
— sem alarde —
que
ainda
estamos
aqui.
Que a vida pertence
a quem
resiste,
a quem
não consente
em
morrer
aos
poucos,
a quem recusa
— mesmo cansado —
o
desaparecimento,
quando o mundo,
insistente,
tenta
nos
apagar.
”
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A fé que me toca
há de acordar em ti
a música viva do amor.
”
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Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
O problema é que quero muitas coisas simples, então pareço exigente.
”
—
Fernanda Young
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