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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.864 frases
“
EU SOU em Jesus
Antes que Abraão existisse,
antes que o tempo respirasse,
EU SOU estava —
silencioso, eterno, amoroso.
No sopro da sarça ardente,
no silêncio do Sinai,
o Nome sagrado se revelou:
Javé, o EU SOU, o Todo-Poderoso.
E então, em Belém, na manjedoura,
o invisível se fez carne,
o Nome eterno tomou rosto,
olhos, mãos e coração humano.
Jesus caminha nas ruas,
fala e cura, ama e corrige,
e cada gesto, cada palavra,
é a voz viva do Nome divino.
Não é só “Senhor” em som,
não é apenas título ou honra;
é presença que transforma,
é o EU SOU andando entre nós.
Todo joelho se dobra,
não por medo, mas por verdade;
toda língua confessa,
não por obrigação, mas por amor:
Jesus é Senhor,
Jesus é Javé,
Jesus é o EU SOU
que habita entre nós,
que nos chama, sustenta e ama
com paixão eterna.
”
―
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“
EU SOU, A PRESENÇA VIVA
E O AMOR APAIXONADO DE DEUS
Ehyeh Asher Ehyeh…
Eu Sou, que te chama…
Que te envolve em luz…
Ahavah rabbah…
Meu amor arde…
Como esh qanna’… fogo que seduz…
Eu te busco… nos caminhos tortuosos…
Te levanto… com yad chazakah forte…
Ruach kodesh sopra sobre ti…
Manto eterno te cobre… em sorte…
EU SOU…
O Eu que Serei…
Guardião da tua sombra e luz…
Amante que nunca desiste…
Fogo que purifica… água que conduz…
Confia em mim… diz o Eterno…
Ahavah constante…
Fidelidade sem fim…
Em meu abraço encontrarás vida…
Plenitude, paz… e meu jardim…
EU SOU…
O Eu que Serei…
Amante fiel…
Ahavah rabbah…
Fogo que nunca se apaga…
”
―
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“
SALMO: EHYEH ASHER EHYEH – AMOR APAIXONADO
Ehyeh Asher Ehyeh,
Eu Sou Aquele que existe,
que te chama pelo nome,
que te abraça com luz infinita.
Ahavah rabbah — meu amor é grande,
arde como esh qanna’ (fogo zeloso),
nunca se apaga, nunca se afasta,
como brasas que aquecem a alma e o coração.
Eu te busco nos caminhos tortuosos,
te levanto com yad chazakah (mão forte),
te sustento com ruach kodesh (Espírito Santo),
e minha presença te envolve como manto eterno.
EU SOU o Eu que Serei,
o guardião das tuas sombras e da tua luz,
o amante que não desiste,
o fogo que purifica e a água que renova.
Confia em mim, diz o Eterno,
pois minha paixão (ahavah) é constante,
minha fidelidade (emet) não falha,
e em meu abraço encontrarás vida, paz e plenitude.
”
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“
SALMO DE JAVÉ, DO AMOR APAIXONADO DE DEUS
EU SOU, diz o Eterno,
que te chama pelo nome,
que te envolve com minha presença,
que não se afasta, nem se cansa.
Meu amor arde como fogo antigo,
como brasas que jamais se apagam,
minha fidelidade te guarda
como o vento que abraça a terra.
Eu te busco quando erras,
te levanto quando caes,
minhas mãos são teu refúgio,
meu coração teu abrigo.
EU SOU o Eu que existe em ti,
em cada respirar, em cada passo,
o guardião da tua alma,
o amante que nunca desiste.
Confia em mim, diz o Eterno,
pois meu amor é para sempre,
minha paixão é constante,
e em meu abraço encontrarás a vida.
”
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“
Não sou o mesmo que entra e o que parte,
o passo aprende ao custo do caminho.
Corre o tempo em nós, sem ter carinho,
e muda o rosto daquele que o reparte.
A água que ontem foi já não consente
guardar memória do que foi corrente;
passa, levando o nome e o gesto antigo.
Vem-se buscar vigor — leva-se ausência;
ganha-se mundo à custa da inocência,
e perde-se o que éramos consigo.
Mas, se tudo se perde no que passa,
é nessa perda, humana e imperfeita,
que o ser se prova e, em dor, se refaz.
”
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“
Sou o instante que foge, labareda viva,
Que ao vento se lança e se despedaça;
Mar de tempo que em ondas me cativa,
E na espuma do ser minha dor se passa.
Cada segundo é um trovão que explode,
Chama que consome e ilumina o vazio;
Minha alma, no turbilhão, não se acomode,
Clama ao céu seu desejo e seu arrepio.
Oh! Que breve é o mundo, e feroz o instante,
Que queima, consome e não se detém!
Mas eu, em meu peito, guardo o fogo flamejante,
Que desafia o tempo, e aos deuses, também.
Sou o agora — eterno, fugaz, abrasador,
Relâmpago que vive e se apaga em ardor.
”
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“
Sou o instante — chama que arde e morre,
No vento do tempo, fúria sem perdão;
Meu ser é labareda que corre,
E se apaga entre a dor e a paixão.
Cada respirar é um mar que se desfaz,
Cada olhar, um clarão que já se some;
No peito guardo o mundo e sua audaz
Eterna ânsia de luz que não se nome.
Oh! Que a vida é breve e cruel estrada,
Queima-se o momento em lume tão feroz!
Mas no meu ser pulsa a alma inflamanda,
Que desafia o tempo e sua voz.
Sou o agora, eterno e fugitivo,
Grito ardente — e já me torno esquivo.
”
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“
Sou o instante que morre enquanto vivo,
Fantasma fugaz que arde e se consome;
No tempo que se vai, meu ser deriva,
Como chama que ao vento enfim se some.
Oh, breve luz que em sombra se desfaz!
Minha alma clama ao céu por eternidade;
Mas cada suspiro é apenas o que jaz,
Reflexo de um sonho em sua fragilidade.
E ainda que o mundo siga em seu rigor,
Sinto o pulso ardente da vida fugaz;
No efêmero encontro dor e esplendor,
E no meu peito a eternidade jaz.
Sou o instante, o agora, o sopro vivo,
Que se vai, e em si mesmo torna-se cativo.
”
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“
Sou o instante
que morre enquanto vivo.
”
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“
Entre vida e morte,
danço na linha do instante.
”
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Amor que vale é o vento
que faz dançar as asas da imaginação.
”
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A porta por onde entro
não é a mesma por onde saio.
A água de ontem correu
e já não lembra meu nome.
Chego cheio de força,
vou embora levando menos,
como quem aprende, na despedida,
o peso certo do tempo.
Mudar também é ficar —
de outro jeito, noutro passo.
A porta de saída ensina:
entrar exige cuidado.
A água de hoje ainda traz
restos da de ontem,
e o corpo, mais fraco talvez,
já conhece o chão que pisa.
O transitório fere.
Mas é nele que a vida insiste:
passa devagar,
mesmo quando não desistimos.
”
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“
O amor é o que me cabe por inteiro.
O amor é o que derramo sem medida.
O amor me basta como herança.
O amor me consome como oferenda.
”
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“
Viver é sustentar presença
no corpo do outro.
É ocupar o mesmo tempo,
ainda que em silêncios diferentes.
Quando alguém parte,
não leva a presença consigo.
Ela apenas perde o endereço do mundo
e se instala inteira na casa de dentro.
Morrer não é desaparecer.
É deixar de circular
e passar a existir concentrado.
A vida, antes espalhada
em gestos, voz e rotina,
se dobra sobre um único ponto
e ali permanece —
mais densa, mais quieta,
impossível de atravessar sem sentir.
É uma mudança sem despedida:
o amor não vai embora,
apenas aprende a caber
num só lugar —
o coração.
”
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“
Saltam pingos sobre o mar revoltoso! …
Oh, ondas que rugis! …
Oh, espuma que salta! …
Como corações que batem em fúria — e esperança! …
E o vento — selvagem arauto do infinito —
Leva cada gota aos confins do horizonte …
Onde o céu se curva ante o clamor da eternidade! …
Na amplidão do céu fervilham almas! …
Almas ardentes! …
Almas inquietas! …
Almas livres! …
Não se prendem! …
Não se dobram! …
Não se apagam! …
São brasas que voam! …
São águias que cortam os ventos! …
São gritos de outrora que ecoam no amanhã! …
Oh, mar! … Oh, céus! …
Vede estas vidas que tremem …
Entre o aço da tormenta …
e a luz do sol poente! …
Escutai o brado que rompe as nuvens! …
O canto que rasga as trevas! …
A ânsia que desafia o tempo …
e reclama o infinito! …
Dancem, dancem, oh corações rebeldes! …
Celebrem sobre a terra! …
Sobre o mar! …
Sobre a eternidade! …
E nós, pobres mortais, apenas olhamos …
E nos inclinamos ante a grandeza …
Que não podemos conter! …
”
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“
Luz tímida no quarto.
Choro que escapa antes do dia.
Mãos sujas de barro.
Risos atravessando a chuva.
Primeiro beijo.
Coração que se quebra e se cola.
Caminhos estreitos.
Pedras que aprendem a ser degraus.
Fruta madura na mão enrugada.
Olhos que lembram o que se amou.
Silêncio que se alonga.
Respiração que se demora.
Luz que se despede.
Instantes que se eternizam —
e eu, minúsculo, continuo vivendo neles.
”
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Newton Jayme
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“
Há instantes que me seguem,
como sombras curiosas.
No nascer, há lágrimas que escorrem
sem pedir licença,
e o mundo ainda pequeno
me ensina a respirar.
Crescer é tropeçar nas mãos do tempo,
é carregar pedras de alegria e luta,
é descobrir que o amor
às vezes arde nos cantos mais inesperados.
Juventude é corpo que reclama,
alma que se perde nos sabores do desejo,
é aprender a dançar com o mundo
mesmo quando ele pisa no seu pé.
Velhice é colheita de silêncio,
é colher frutos com mãos cansadas,
é olhar para trás e reconhecer
que cada ruga é uma estrada,
cada memória, um cinema particular
onde o amor e a dor ainda brilham.
E então, no fim,
fica o rastro dos instantes:
não se desfazem, não se perdem.
São luz que insiste em existir,
mesmo quando a vida se aquieta
em um último quadro que se eterniza.
”
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“
Carrego no peito um fogo contido,
Que não me consome, mas me faz sofrer;
O que devora é o sentir correspondido,
E a sede de ti que não posso conter.
Longe de ti, meu sangue geme em chamas,
Meu ser é deserto, passo a padecer;
Quando a ausência pesa, a dor se trama,
E o peito é arvoredo a me doer.
Mas junto a ti, a dor se curva em paz,
O mundo inclina a fronte em devoção,
E a alma aprende o peso da alvorada.
Se sofrer é viver, então jaz,
Bendita a chama que guia o coração;
Viver em ti — e em ti ser consumida.
”
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“
Carrego no peito um fogo que não consome,
chama contida em íntimo segredo;
não me devora — o que me fere e assume
é amar sem freio e ser amado cedo.
Longe de ti, meu sangue grita e inflama,
nasce uma sede antiga, em vão degredo;
meu ser é deserto quando a ausência chama,
meu passo é sombra, o peito é arvoredo.
Mas junto a ti, a dor depõe a espada,
o mundo inclina a fronte, enternecido,
e a alma aprende o peso da alvorada.
Pois se é sofrer o preço do vivido,
bendita seja a chama que me guarda:
viver em ti — e em ti ser consumido.
”
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Não te escrevo para que voltes.
Escrevo porque ficaste.
Ficaste nas horas mal resolvidas,
nos gestos que ainda começam por ti,
no reflexo de dizer o teu nome
quando o silêncio aperta demais.
O amor morreu —
não num dia exato,
não com um adeus digno,
mas como morrem as coisas vivas:
aos poucos, cansadas,
pedindo descanso.
Houve um tempo em que éramos casa.
Hoje somos memória com janelas fechadas.
Não dói sempre —
mas quando dói, dói fundo,
como dói aquilo que foi verdadeiro.
Não te guardo raiva.
Guardo respeito.
E um cuidado estranho,
como se ainda fosse preciso
não te magoar.
Sei agora:
alguns amores não acabam,
apenas mudam de lugar.
O teu ficou aqui —
não no futuro,
mas no que me ensinou a ser.
Que descanses onde os amores descansam:
no que fomos capazes de sentir.
Adeus.
Não como quem expulsa,
mas como quem agradece
e solta
o que fica no sentir.
”
―
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“
Durante o dia, o Sol incendeia a Lua,
e à noite a Lua, pálida sentinela,
devolve ao mundo a chama recebida,
como um hino secreto de astros irmãos.
Hoje o corpo é templo vivo da alma,
arde, luta, resplandece e sofre;
amanhã a alma — livre, indomável —
romperá a carne em clarões de eternidade.
Porque tudo o que vive quer luz,
tudo o que ama quer céu,
e entre o pó do corpo e o infinito da alma
o homem acende o breve brilho do arrebol.
”
―
Newton Jayme
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“
A cigarra canta,
mesmo após anos no silêncio da terra;
quem pode dizer que o fim é certo?
”
―
Newton Jayme
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“
Amor que vale é o vento que agita
as asas do pensamento e revoluciona a imaginação.
”
―
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“
Instantes viveram aqui,
células de mim,
recitando eternidade.
”
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“
Aqui repousam instantes,
pequenas células pulsando
no silêncio que sou.
”
―
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1
...
9
10
11
12
13
14
15
...
75
Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
O problema é que quero muitas coisas simples, então pareço exigente.
”
—
Fernanda Young
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