Frases de Memória (adicionadas pelos usuários)


Maria Luz
“È mesmo verdade que as memórias são sempre as mesmas, com uma ou outra pequena diferença, mas para mim tanto são como uma bênção como ás vezes uma maldição - porque a algumas me apeguei demais e são essas que de vez em quando me fazem quase a alma desatar a chorar, porque me dói o coação só de as lembrar... A verdade é que tenho que permitir sentir e chorar para que a dor vá embora de vez e só deixe que a memória fique como memória sem dor, sem mágoa... Sinto saudades, dessas memórias, e pretendo que elas se desvaneçam, mas até aí chegar, todos os dias continuo e vou continuar a enviar-te amor para ti principalmente, mas que abrange a todos...tenho-me até aguentado bastante, porque creio que é a única ligação com os meus entes queridos... Lembro-me de todos os fins de semana que tivemos juntos e que agora são cheios de todas as memórias de todas as nossas aventuras juntos... Às vezes ajuda-me lembrar que viver com amor perdido é difícil mas viver sem amor e sem o sentir, meu coração não suporta pensar nisso...Ou se ama, ou não se ama... Tenho aprendido a deixar "voar" o peso pesado e o fardo que isso me acarreta, mas sem deixar ir as memórias e o amor que são a razão que resume minha vida que tive e com quem vivi durante muitos anos... Tento assim honrar o amor que ele, meu pai querido, minha avó paterna, me deram... Acho que é uma maneira bonita de manter o legado de alguém a funcionar porque já partiram na sua longa e infinita "viagem"!”
Marcelo Monteiro
“Eles vivem.
Ante os que partiram, precedendo-te na grande mudança, não permitas que o desespero te ensombre o coração.
Eles não morreram. Estão vivos.
Compartilham-te as aflições, quando te lastimas sem consolo.
Inquietam-se com a tua rendição aos desafios da angústia, quando te afastas da confiança em Deus.
Eles sabem igualmente quanto dói a separação.
Conhecem o pranto da despedida e te recordam as mãos trementes no adeus, conservando na acústica do espírito as palavras que pronunciaste, quando não mais conseguiam responder às interpelações que articulaste no auge da amargura.
Não admitas estejam eles indiferentes ao teu caminho ou à tua dor.
Eles percebem quanto te custa a readaptação ao mundo e à existência terrestre sem eles e quase sempre se transformam em cirineus de ternura incessante, amparando-te o trabalho de renovação ou enxugando-te as lágrimas quando tateias a lousa ou lhes enfeita a memória perguntando porque… Pensa neles com saudade convertida em oração.
As tuas preces de amor representam acordes de esperança e devotamento, despertando-os para visões mais altas da vida.
Quanto puderes, realiza por eles as tarefas em que estimariam prosseguir.
Se muitos deles são teu refúgio e inspiração nas atividades a que te prendem no mundo, para muitos outros deles és o apoio e o incentivo para a elevação que se lhes faz necessária.
Quando te disponhas a buscar os entes queridos domiciliados no mais além, não te detenhas na terra que lhes resguarda as últimas relíquias da experiência no plano material… Contempla os céus em que mundos inumeráveis nos falam da união sem adeus e ouvirás a voz deles no próprio coração, a dizer-te que não caminharam na direção da noite, mas sim ao encontro de novo despertar.
Espírito Emmanuel; médium Francisco Cândido Xavier - Livro: Retornaram Contando.
”