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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.864 frases
“
O amor é um gole forte servido no escuro: entontece a alma, faz girar o tempo, e apenas quando o peito se rende ao delírio o corpo descobre que também era convite.
”
―
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“
O amor tem dessas manhas de chegar de leve, de soprar na alma antes de tocar a pele. Embebeda o coração com promessas discretas, e só depois o corpo entende a festa.
”
―
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“
Que o êxtase do amor
é desses que chegam manso,
feito quem bebe a noite num gole só.
Embriaga a alma primeiro,
desalinha o destino,
pra só depois deixar o corpo entender
o que o coração já assinou.
”
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“
O amor é a ousadia de quem procura esticar o instante até virar eternidade.
”
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Morrer é me saber sumido num céu sem porteira.
”
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“
HÁ NAVIOS DENTRO DE MIM
Há navios dentro de mim.
Não os de cartão-postal, nem os de epopeia antiga:
são embarcações feitas de restos —
tábuas que a vida largou na beira da alma
e que ainda assim insistem em partir.
O casco range, não por bravura,
mas porque o tempo pesa.
Cada mar que carrego
tem o sal exato do que me coube viver.
Escuto metais que não acorrentam ninguém:
são ferragens de memória,
parafusos que giram sozinhos
quando hesito diante do que sou.
Ergo a voz, não ao céu,
mas ao escuro que mora atrás dos olhos:
pedindo que se abram caminhos
onde a lógica jura que não há saída.
Por dentro, seguem embarcadas
as coisas que não couberam em palavras:
um gesto interrompido,
um rosto que me atravessa sem aviso,
uma coragem que aprendi tarde.
E, mesmo assim, avanço.
O mar que me chama não promete grandeza —
apenas movimento.
E isso basta.
Há navios dentro de mim
que preferem madrugada a aurora,
porque é na penumbra
que a bússola acha seu norte mais honesto.
Que eu siga com essas proas gastas,
não rumo a descobertas,
mas aos territórios que perdi de vista:
em busca do que ainda me pertence
mesmo quando penso que já foi embora.
”
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“
HÁ NAVIOS DENTRO DE MIM
Há navios dentro de mim.
— Navios de vela erguida ao vento,
gritando no peito aberto
como se o mar tivesse voz.
Erguem-se em meu sangue as ondas,
rebentam prantos salinos,
e cada quilha que avança
rasga as sombras do destino.
Ouço correntes ao longe,
não as que prendem o corpo,
mas as que o espírito forja
quando teme o próprio porto.
E então clamo ao céu noturno:
“Rompei, ó mar, esses ferros!
Fazei do homem um farol,
não o espectro dos escombros!”
Pois dentro de mim velejam
memórias, sonhos, lamentos;
e cada navio que parte
carrega um século de ventos.
Mas sigo. E o mar me convoca
com seu hino azul sem fim:
— Liberta-te do que foste,
há novos mundos em ti.
Há navios dentro de mim,
e todos buscam auroras.
Que o sol nasça sobre as águas
e eu renasça com as proas,
em busca das perdidas outroras.
”
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“
Só fui topar com um amigo quando me perdi pelas esquinas de mim e, sem pressa, me reencontrei.
”
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“
O amor, para ser profundo, precisa ser sentido à flor da pele.
”
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“
Para ser bem profundo, o amor se sente à flor da pele.
”
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“
Quando acordar, leve o sonho pela mão — ele sabe caminhos que o dia ainda não aprendeu.
”
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“
Fala-se do amor
pelo simples testemunho,
como quem entoa baixinho
uma verdade antiga,
mas sempre acesa,
ardendo em lume manso
no fundo do peito.
Fala-se do amor
sem alarde, sem discurso,
deixando apenas que ele nasça
no gesto miúdo,
no abraço que demora,
no olhar que não conhece engano.
Fala-se do amor
porque, quando vivido,
ele se diz por si,
abre caminho no silêncio
e, mesmo sem pedir palavra,
segue dizendo tudo —
até o indizível —
simplesmente amando.
”
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“
INDOMÁVEL
Indomável é o sol,
no seu clarão febril,
explodindo incêndios
sobre o velho céu hostil.
Indomável é o vento,
em vendaval sem lei,
derrubando sonhos,
casas, tudo aquilo que plantei.
Indomável é a chuva
em tempestade desatada,
varrendo ruas, medos, pó —
varrendo a vida para o nada.
Indomável é o mar em fúria,
quando o mundo desafia,
tsunami que engole praias,
nomes, mapas, geografia.
Indomável é a guerra,
sempre cega, sempre crua,
apagando gerações
como quem apaga a lua.
E o homem, que não
se deixa domar pelo amor,
que planta o próprio abismo
e colhe apenas dor —
ele é o mais feroz
dos temporais
que a Terra sente.
Porque indomável é a Terra,
esse corpo imenso e vivo,
que responde, arqueja,
brada, pede alívio —
e tenta, mesmo ferida,
curar-se do castigo.
Mas quem sabe — se o peito humano
desarmar a raiva e ouvir o clamor —
o mundo perceba, atônito,
que a força dos brutos,
dos duros,
dos donos,
treme toda diante
de um fiapo de amor.
E então o Planeta, cansado,
respira onde antes só havia dor,
e o tempo — esse velho
malandro cantador —
inventa um verso inesperado,
e canta a Deus num sussurro
o milagre do amor remendando a flor.
”
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“
No anoitecer da vida,
o que a terra nos dará?
Talvez apenas o céu
que, sem pressa,
fomos criando dentro de nós,
como quem planta noites
e colhe auroras
ou um clarão de luar.
”
―
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“
Quando o corpo fica sem alma,
não há tédio que se acalme,
não há calma que se aprume,
não há reza, não há lume.
Cadê a solidão de estima,
a palavra que me firma,
o verso que me desafia,
o sonho que me devolvia
ao que um dia fui tentar?
Onde foi parar a dor,
essa irmã do meu prazer?
Onde é que se esconde o amor
que jurou não me esquecer?
Quem confiscou meu cantar?
E quando o corpo perde a alma,
desaba a praça, apaga a palma,
se cala o povo atrás da porta
que o medo insiste em vigiar.
Mas sigo — feito quem cai,
feito quem volta a levantar —
pois sei: no instante em que ela vai,
a alma finge abandonar…
e volta só pra me provar
que nunca soube me deixar.
”
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“
SOMOS TECIDOS JUNTOS
Vai ver que a vida é isso, meu bem,
um fiapo que escapa
do bolso da camisa de alguém
e, sem pedir licença,
costura o destino da gente.
E a gente nem nota:
o mundo se remenda pelas bordas,
um ponto torto aqui,
outro distraído ali,
até que um silêncio mal posto
faz o pano inteiro desabar,
mas sem deixar o sonho desandar.
Pois tem menino que vê longe.
Desses que ainda guardam
um resto de claridade nos olhos
e acham a paz escondida
numa linha azul caída no chão.
Fazem dela um desenho,
uma promessa,
um recado pra quem já desaprendeu.
E a fé — essa velha artesã —
vai dizendo baixinho
que ninguém se basta, não:
que tem cabeça que guia,
tem mão que ampara,
tem pedra que só encontra sentido
na companhia das outras.
E assim o corpo vai seguindo,
mesmo quando padece ou manca.
Porque viver, meu amor,
é aceitar que o tecido é inacabado,
que tem rasgos, tem remendo
e tem história cruzada no avesso.
É deixar que outra pessoa
acerte o ponto que te faltou,
e oferecer, sem pressa,
o ponto que falta nela;
afinal, o planeta é uma só panela.
E quando um cai — sempre cai —
a queda faz barulho em todos nós.
O tear inteiro se comove,
treme, reclama cuidado,
pede que a gente volte,
que a gente veja,
que a gente segure de vez.
No final das contas,
a Terra não passa
de um grande pano estendido na sala,
onde bordamos uns nos outros
sem seguir molde algum.
E cada gesto que a gente costura
vai acordando as notas do mundo,
até que um sopro comum
— desses que vêm do fundo do peito —
nos lembre que a vida inteira
foi feita pra ser tecida
a muitas mãos,
numa só respiração,
num só coração —
a pulsar a existência.
”
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“
SOMOS TECIDOS JUNTOS
Não é simples perceber:
o mundo respira por muitos pulmões
e tropeça quando um só silêncio cede.
Há fios invisíveis que nos costuram,
às vezes ásperos, às vezes frágeis,
mas sempre em movimento.
Os puros enxergam isso
antes de muitos sábios:
que a paz não é um prêmio,
mas linhas buscando um tecido —
e cada gesto é ponto que sustenta
ou fenda que rasga.
Também a fé fala assim,
num idioma de corpo vivo:
uma cabeça que guia,
membros que não existem sozinhos,
pedras que só fazem sentido
quando sustentam umas às outras.
Talvez viver seja isso:
entender que nenhum de nós
é obra concluída.
Somos construção em curso,
história entrelaçada,
mão que tece e se deixa tecer.
E quando alguém cai,
a queda não é só dele:
é aviso do próprio tear do mundo,
pedindo mais cuidado,
mais presença,
menos distância entre nós.
Porque, no fundo,
o planeta é só o pano estendido
onde bordamos uns aos outros.
E cada ponto dado com amor
repara o que ainda hesitamos tocar,
até que aprendamos a unir as mãos,
a tramar nossas jornadas,
a acordar as notas
que fazem do existir
um sopro mútuo de criação.
”
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Hoje quis você por perto, mas de repente percebi: o hoje já não é mais o ontem, e eu já não sou mais o que fui com você.
”
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O mais difícil na vida é passar
e deixar-se eterno no passado.
”
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Não repare só no que eu digo;
veja antes o que faço com o que digo.
”
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O que vale não é tanto o que eu digo,
mas o que faço com o que digo
”
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“
O PASTOR DO MEU SERTÃO
Yahweh é meu pastor,
caminha comigo pelas quebradas
de chão rachado.
Não me falta o pão,
mesmo quando o vento sopra poeira
e a chuva esquece o caminho.
Ele me faz repousar
à sombra mansa do juazeiro,
conduz-me às águas quietas do açude,
onde o coração, cansado de lutar,
encontra descanso.
Guia-me por estradas tortas,
onde a esperança é um fiapo de luz
no meio do mato queimado.
Mesmo no vale escuro da cidade,
onde o medo ronda as esquinas,
não temo o mal —
sinto tua mão firme
me empurrando pra frente.
Tu preparas a mesa no barraco humilde,
mesmo quando a injustiça
bate à porta com cara de fome.
Unges minha cabeça com o suor do trabalho,
e meu cálice transborda de coragem.
Bondade e ternura me acompanham
pelas ruas de barro e de asfalto,
pelos becos da vida
e pelas praças da saudade.
Habitarei na tua casa,
que é o coração do povo,
por todos os dias
em que o sol ainda nascer
sobre o Brasil — o solo Pindorama.
”
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“
Quem se desata do mundo,
amarra a alma em Deus!
”
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Só quem rompe as cordas do mundo
pode ser atado ao eterno.
”
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“
O tempo dança
entre o novo e o velho.
Nascemos novos,
crescemos em novidade,
e, ao fim, somos velhos —
de volta ao eterno novo:
a perene juventude de Deus.
”
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Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
A covardia é a mãe da crueldade.
”
—
Montaigne
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