Frase de Alessandro Teodoro

Frase adicionada por ateodoro72 em 13/01/2026

Alessandro Teodoro
Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.

Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…

E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!

Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…

Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.

Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.

Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.

Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além. 

E consiga se permitir se reinventar. 

Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença e mais humanidade. 

Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.

E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.

Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.

Amém!

Alessandro Teodoro

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Que ninguém, jamais, experimente esses corredores e quartos para curar somente o corpo.

Eu espero que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses corredores e quarto hospitalar, consiga se curar e se reinventar…

E que todos se tornem pessoas — físicas e espiritualmente — melhores!

Que ali não se trate apenas da carne ferida, do osso quebrado ou do órgão cansado…

Mas também das certezas empedernidas, das pressas inúteis e das arrogâncias silenciosas que infelizmente costumamos carregar.

Que os corredores hospitalares, com seus passos contidos e silêncios deveras constrangedores, nos revelem o que muitos anos de saúde insistem em esconder: que a vida é frágil, o controle é ilusório e a empatia não é opcional.

Entre um leito e outro, o tempo desacelera e até se arrasta para que a alma, finalmente, alcance o corpo.

Que todo aquele que buscar ajuda medicinal ou transitar por esses quartos consiga, sim, se curar — mas que vá além. 

E consiga se permitir se reinventar. 

Que saia dali com menos soberba, mais gratidão; menos indiferença e mais humanidade. 

Que aprenda a ouvir, a esperar, a respeitar o ritmo do outro e o próprio limite.

E se a medicina restaurar o corpo, que a experiência lhe restaure o olhar.

Que todos saiam melhores: fisicamente fortalecidos, espiritualmente mais atentos, e profundamente conscientes de que viver bem não é apenas sobreviver — é aprender a cuidar, de si e do próximo, antes que a dor precise ensinar novamente.

Amém! (Alessandro Teodoro)
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