Frase de Newton Jayme

Frase adicionada por Newton-Jayme em 01/04/2026

Newton Jayme
Tua imagem entrou na casa
feito nardo rompendo o vidro;
não pediu licença ao mundo,
foi tomando os cantos,
os pergaminhos e papiros,
desatando as profecias.

Na madeira da mesa antiga,
na toalha, no pão, no vinho, na luz,
existia um rumor de despedida
caminhando nos pés de Jesus.

Maria desatou os cabelos
como quem liberta o último mar
e derramou sobre o silêncio
o que não cabia guardar.

Perfume não sabe voltar
quando encontra a pele do amor;
vira brisa no corpo da tarde,
vira ausência, presença e clamor.

E eu, que vivo medindo o universo,
vi teu gesto desmanchar a razão:
há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão.

Judas Iscariotes
contava moedas no escuro,
pesava o céu nas linhas da mão;
mas o amor não conhece balança,
nem aprende a falar em cifrão.

Há um instante antes da perda
em que tudo começa a doer;
tu já enxergavas a noite chegando,
mas escolheste permanecer.

Teu perfume ficou pela casa,
pelos passos, na sala vazia,
como um sol derramado na sombra,
como um adeus acendendo o dia.

Perfume não sabe voltar...

E eu, que vivo medindo o universo,
vi teu gesto desmanchar a razão:
há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão.

Tua imagem entrou
na casa, no meu ser,
feito nardo rompendo
o vidro e a alma;
não pediu licença ao mundo,
incendiou o ar,
foi tomando os cantos,
os pergaminhos e papiros,
desatando as profecias,
até tornar-se o centro do meu viver.

Somos, no mundo,
o perfume de Cristo,
testemunho do céu
na poeira do chão;
para uns,
aroma
de vida infinita:
salvação;
para outros,
espelho
da própria rejeição:
condenação.

Há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão:
Jesus Cristo é o caminho, é a salvação!


Imagem da Frase:



Tua imagem entrou na casa
feito nardo rompendo o vidro;
não pediu licença ao mundo,
foi tomando os cantos,
os pergaminhos e papiros, 
desatando as profecias.

Na madeira da mesa antiga,
na toalha, no pão, no vinho, na luz, 
existia um rumor de despedida 
caminhando nos pés de Jesus.

Maria desatou os cabelos
como quem liberta o último mar 
e derramou sobre o silêncio
o que não cabia guardar.

Perfume não sabe voltar
quando encontra a pele do amor;
vira brisa no corpo da tarde,
vira ausência, presença e clamor.

E eu, que vivo medindo o universo,
vi teu gesto desmanchar a razão:
há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão.

Judas Iscariotes
contava moedas no escuro,
pesava o céu nas linhas da mão;
mas o amor não conhece balança,
nem aprende a falar em cifrão.

Há um instante antes da perda
em que tudo começa a doer;
tu já enxergavas a noite chegando,
mas escolheste permanecer.

Teu perfume ficou pela casa,
pelos passos, na sala vazia,
como um sol derramado na sombra,
como um adeus acendendo o dia.

Perfume não sabe voltar...

E eu, que vivo medindo o universo, 
vi teu gesto desmanchar a razão:
há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão.

Tua imagem entrou 
na casa, no meu ser,
feito nardo rompendo 
o vidro e a alma;
não pediu licença ao mundo, 
incendiou o ar,
foi tomando os cantos, 
os pergaminhos e papiros, 
desatando as profecias, 
até tornar-se o centro do meu viver. 

Somos, no mundo, 
o perfume de Cristo,
testemunho do céu 
na poeira do chão;
para uns, 
aroma 
de vida infinita: 
salvação;
para outros, 
espelho 
da própria rejeição: 
condenação.

Há verdades que custam a vida,
mas perfumam de vez a escuridão:
Jesus Cristo é o caminho, é a salvação! (Newton Jayme)
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