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Newton Jayme
Coleção de Frases e Pensamentos de
Newton Jayme
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1.737 frases
“
O tempo — esse velho titã invisível —
Ergue altares de sombras e glórias,
Coleciona, nos seus abismos, memórias,
E apaga da carne o que nela é fusível...
Mas há no peito uma chama, uma história,
Que nem mil anos de noite subtraem:
É o que resta do homem, quando caem
As máscaras vãs da aparente vitória!
Ah, tempo cruel! Tu levas os dias,
Os risos, as dores, os sonhos vãos...
Mas não arrancas das almas vazias
O que forjou-as com próprias mãos!
”
―
Newton Jayme
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“
O encontro é o clarim que acende a vida,
Mãos que se entrelaçam, beijo ardente,
Amor à primeira vista, flor comovida,
E o rumo que ergue e leva adiante.
O homem é mistura, colisão de almas,
Raças, cores, culturas — plena felicidade.
Sincronia na dança, corpos em tramas,
No solo ardente, fulgor da cumplicidade.
O reencontro reacende o coração em festa,
Onde há parceria, só o bem acontece,
Os sonhos se tornam verdade, uma serenata.
Cada instante é novidade, eternos namorados,
Par no amor, lealdade na dor, paixão floresce,
Persistência, dois em um, por Deus sempre amados!
”
―
Newton Jayme
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“
O encontro é o clarim que desperta a vida,
Mãos que se entrelaçam, beijo ardente e vivo,
Amor à primeira vista, flor comovida,
E o destino que ergue e conduz o impulso altivo.
O homem é mistura, colisão de almas,
Raças, cores, culturas — plena ventura.
Sincronia na dança, corpos em palmas,
No solo abrasado, fulgor de ternura.
O reencontro reacende o coração em festa,
Onde há parceria, só o bem acontece,
Os sonhos tornam-se verdade, doce seresta.
Cada instante é novidade, eternos enamorados,
Par no amor, lealdade na dor, paixão floresce,
Persistência, dois em um, por Deus sempre amados!
”
―
Newton Jayme
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“
Ó encontro, sagrado clarim da vida,
Que em clarão os corações inflama,
É laço eterno, flor que nunca cansa,
Na dança celeste, alma bem protegida.
O homem é mistura, em essência indivisa,
Raças, cores, em tramas de infinita graça,
Nasce a esperança que o peito abrace,
Em solo ardente, luz que improvisa.
Reencontro é festa, aurora prometida,
Onde sonhos viram versos em serenata,
Par de amantes, sob Deus consagrados.
Eis o amor eterno, a aurora destemida,
Que no peito vibra em noite e jornada,
Dois em um, por mãos divinas abençoados.
”
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“
O homem segue o Caminho rumo ao Céu,
Em passos de esperança e fé vivida;
Em Cristo, Deus irrompe a nossa vida,
E o Verbo, em carne, o véu da dor rompeu.
Do alto, a luz divina então desceu;
Na história, abriu-se a trilha redimida.
O amor se fez oferta, dádiva ungida,
E o tempo, em graça eterna, floresceu.
Na cruz, o Deus que busca o coração
Mostrou-se em cada gesto de ternura,
Chamando o homem à plena comunhão.
É servindo-se que, no ágape, a alma se depura
E encontra, em Deus, enfim, abrigo e libertação:
A vida em Cristo é chão que sempre perdura.
”
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“
Jandaia excelsa, entre alcantis erguida,
Qual templo augusto à fé do povo amado,
No áureo altar divino, luz consagrada,
Velas, silente, a pátria — o Brasil redimido.
Capivari — do Éden, fonte ungida —
Serpeia em cerrado de flores adornado,
E, ao beijo à terra, em canto enamorado,
Revela os dons da eterna e pura vida.
Ó Turvo ilustre, teu rio de esplendor tamanho,
Teus montes guardam força que não cansa,
Teu céu é luz que à alma serve de arranho.
Sois sonho e glória, trabalho de régia confiança,
Jandaia, Água Limpa, estrela que o Brasil assanha,
Nos vastos campos — cidade, paz, amor, esperança!
”
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“
Só é livre o peito — ó alma peregrina! —
Que o cetro abjura e o mando não cobiça;
Pois Cristo, Rei dos céus, em paz divina,
Ensinou-nos servir como justiça.
O verdadeiro império é da renúncia,
Do amor que se imola em sacra chama;
Quem desce aos pés do mundo em fé pungente,
Ergue-se aos céus na luz que nunca inflama.
Oh! Quem por Deus se humilha em doce pranto,
Quem lava os pés do irmão com mãos feridas,
Esse há de ouvir, no Éden, galardão santo:
“Tu foste o menor — serás maior sem medidas.”
Ali, onde o silêncio é morada eterna,
Colhe-se, enfim, a flor da redenção;
Da cruz sangrenta, qual aurora terna,
Nasce o fulgor da viva salvação.
Na luz do Amor — que aos mundos resplandece —
A dor se faz celeste claridade;
E quem serviu, na cruz, com Cristo cresce,
Reina no Alto em glória e liberdade!
”
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“
Só é livre, de fato, o coração
Que não deseja trono ou dominação.
Cristo ensinou: vencer é se fazer menor,
Servir por amor é ser, em Deus, o maior.
Renuncia ao poder quem quer libertação;
Quem ama, entrega a vida em doação.
Amar a Deus é descer, se humilhar, servir:
Quem vive assim, há de eternamente existir.
No seio eterno, onde o tempo silencia,
Colhe-se a vitória do bem com clareza —
Da cruz, desabrocha o sol do novo dia.
Na luz do Amor, a alma resplandecerá,
E toda dor se fará pura glória —
Pois quem serviu, com Cristo reinará.
”
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“
Tetragrama sagrado, YHWH, Nome sem fim,
No silêncio antes do tempo — Tu és, Javé.
Sopro que ao nada dá forma e ser,
Verbo que ensina a luz a nascer,
E ao caos impõe limite, delícia e jardim.
Teu Nome — quatro letras consagradas —
Ecoa onde o homem não vê nem alcança,
Mistério velado em viva esperança,
Chave de promessas, seladas em alianças.
Do Monte Horeb em fogo falaste a Moisés:
“Eu Sou o que Sou” — vida que não finda.
Não há trono ou majestade acima,
Nem palavra que Te exceda ou desfaz.
Com um sopro abriste o mar profundo,
Erguiste cativos, formaste um povo;
No deserto — fogo, nuvem e pão,
Justiça e aliança em Tua mão.
És Deus que ouve o aflito em segredo,
Que vê o invisível no íntimo ser,
Que grava no peito Teu pacto eterno,
E chama a cada um: Javé.
Não habitas em pedra, fachada ou sistema,
Mas nos que Te buscam com alma suprema.
És juiz, pastor, refúgio e libertação,
Amor sem medida, fiel salvação.
Ó Santo dos santos, invisível e real,
Teu nome é esplendor, é consolo, é luz.
Do pó nos chamas à vida total,
E em Ti, Javé, o universo sempre reluz!
”
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O amor nos retoca, dia após dia, como um artista divino e paciente, até que sejamos sua obra final: eterna, imutável, transparente.
”
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“
O amor é o gérmen puro do bem,
De origem espiritual, fascinante!
Essência de Deus, fonte sagrada, vem!
Transforma a vida num fulgor vibrante.
É a melhor bagagem, leve igual ternura,
Além do porto, um salvo-conduto.
Quem o cultiva no coração é fé pura,
De santidade e obediência, absoluto.
A fé, que opera sempre pela caridade,
Abraça o pobre, o mísero e o sem lar,
Sem pão, sem luz, sem livre liberdade…
Fonte de luz que acolhe os indesejáveis,
O amor divino constrói a amizade,
Ameniza a dor — no céu, selo dos inefáveis.
”
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“
O amor é o gérmen divino do bem,
De origem celestial, radiante e forte!
Vem de Deus, a essência do além,
Transforma o ser na luminosa morte.
É a bagagem que o céu nos confia,
Leve, suave, como a brisa ardente,
Que nos conduz, além do tempo, à vitória,
Com fé, pureza, glória e espírito fervente.
A fé, que opera pelos atos da caridade,
Abraça o infeliz, o miserável, o sem chão,
Sem casa, sem pão, sem luz, sem liberdade…
É fonte de luz que aos réprobos consente,
O amor divino, que a amizade constrói,
Aplaca a dor na terra, e no céu, inefável sorte!
”
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“
As palavras, por vezes, são lâminas frias,
Como setas cortantes, abrindo agonias;
Mas podem ser bálsamos, calmos, sutis,
Curando feridas, consolando os febris.
O amor não se compra — o amor se cultiva,
Como passos de dança, resposta sensitiva,
Um gesto de afeto, um toque, uma flor,
Prece no altar da vida que resiste à dor.
O silêncio é resposta fecunda,
Um instante sutil, pleno do pensamento,
Tecendo luz onde a sombra é mais profunda.
Ao amor se responde com calma e sem julgamento,
Com o olhar da alma e braços de acolhida,
Para que seja eterno além de cada momento!
”
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“
O dia é um instante,
É nele que se vive:
Tempo breve, tão vibrante,
Onde o amor se torna livre.
No hoje, a luz brilha,
O beijo acontece,
O sol — que maravilha! —
Se esconde, e o “nós” enlouquece.
O ontem é saudade na memória,
O hoje, o palco da vida.
O passado, moldura da história;
E o amanhã, a estrada de saída.
No ontem, o preparo,
a esperança que canta;
No hoje, rega-se,
cultiva-se a flor desnuda...
No amanhã
— quando enfim vier —
o ciclo encanta.
É vida que floresce nos braços
de quem ama e cuida.
”
―
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“
O dia é breve: um fio de esperança,
É nele que se acende o que se vive;
O tempo gira, a vida nunca cansa,
E o amor, no instante, torna-se livre.
No hoje, o sol desponta e nos alcança,
O beijo nasce, a luz se torna vívida.
Depois se esconde — o céu faz sua dança —
E o “nós” se agita em chama comovida.
O ontem guarda a dor que nos ensina,
O hoje é palco onde se luta e semeia.
O amanhã colhe aquilo que ilumina.
Quem ama, cuida — e ao cuidar, fé permeia
A flor da vida, tênue e cristalina,
Que brota inteira onde o amor incendeia.
”
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“
Quem luta, ergue o caos por firmamento,
E sobre os vendavais, faz-se Ícaro alado;
Brada aos céus! — e, no ímpeto do intento,
Do abismo sobe, em voo nobre e consagrado.
Anjo caído? Não! — de ardente alento,
Que à dor faz templo e ao sangue, um fado.
Transmuta em verbo o chicote e o tormento,
E, ao sofrer, brada: “Sou corpo libertado!”
Faz da lágrima um hino retumbante,
Da queda, um grito, lâmina, explosão,
E do suplício, um lenho flamejante.
É sol sua dor, que rompe a escuridão,
Que em brasa acende o tempo vacilante,
E faz da cruz altiva ascensão, elevação!
”
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“
Os anjos cortam a glória e suas asas,
E entre nós andam, vestidos de missão:
Abençoam lares, tocam pessoas rasas,
Ensinam, em silêncio, a partilha do pão.
No frio, abrem casas e templos como abrigo,
Acolhem viúva, órfão, doente e estrangeiro;
Curam o ódio, abraçam mendigos — até o inimigo —
Transformam a dor num gesto de amor verdadeiro.
Na vida, são luz; na morte, bênção e consolo.
São médicos, reis, garis, mestres, presbíteros —
Almas que servem sem trono, sem protocolo.
Semeiam plenitude onde o vazio se mantém,
Estampam em si o rosto do Deus escondido —
Anjos de carne e osso que só fazem o bem.
”
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A noite despenca além do monte,
Soldados jazem à espreita do fronte.
Caminho em silêncio, alma em vigília —
Quem sabe o amor me sirva de armistícia.
Não entendo a razão que sopra a guerra,
Nem os que oram, mas negam a dor da Terra.
Acima, a fartura transborda até a linha do Equador;
Abaixo, crianças soluçam de fome, tristeza e pavor.
Líderes clamam: "Paz!" — mas vendem batalhas,
Erguem discursos, mas nutrem as armas.
Quando verão que a vida de todos se iguala?
Ó Deus, que ao homem ofertaste a razão,
Abre-lhe os olhos, desperta-lhe o coração.
Ensina-o a amar, como Tu amas —
Aquele que em si cultiva a compaixão!
”
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“
Onde o amor se acende — eis o meu altar!
A chuva, irmã do vento, vem-me afagar...
Queres a flor? Que a mão, então, a plante!
Regar o sonho — eis o verbo deslumbrante!
Só vê a luz quem deixa a alma contemplar.
O Sol se esconde, mas não cessa de brilhar.
Amar é doar-se — é dor, perdão, renascer,
Ser raiz no chão para o “nós” florescer!
E se a partida vier, que venha como prece;
Pois quem mais ama é quem mais fenece...
Na cruz do tempo, o amor é ciclo, é oblação.
Que a esperança seja o passo da jornada,
E que, da noite em gestação, na alvorada,
Ressurja a nossa união — o nosso par — noutra estação.
”
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Newton Jayme
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“
Quantas canções no vento ecoarão ainda,
quantos versos florirão na alma ardente,
quantos beijos — perfumes da vida! —
hão de marcar-nos o peito incandescente?!
Quantos lugares, quantos gestos eternos,
quanta alma vestida de lembrança e dor...
Ah! quantas cenas nos céus mais internos
ainda bailarão nos salões do amor?!
Quantos delírios! Quantas febres acesas
em noites vazias de corpos ausentes!
E quantas lágrimas, oh, tristes belezas,
serão derramadas por sonhos ferventes?!
Quantas lembranças sagradas e puras
irão nos unir em silêncio e calor?!
Quantos planos, saudades futuras,
ainda hão de viver no jardim do amor?!
Por quanto tempo, oh vida! oh destino cruel!
Suportaremos o abismo entre os corpos?
Se o amor é olhar que reluz como um véu,
se é chama que une, mesmo entre os mortos?!
Ontem... Éramos dois, distantes, calados,
hoje, somos nós — fusão verdadeira!
Te habitas em mim! Teu ser é meu fado!
E o meu peito é tua morada inteira!
E mesmo que o tempo — esse algoz impiedoso —
nos separe com sombras, distâncias ou morte,
no laço sagrado do amor luminoso
teremos, nas almas, o mesmo suporte!
Pois no amor ninguém é metade esquecida!
Somos um só — carne, espírito e dor.
Um só destino, uma só despedida,
um só altar... consagrando o amor!
E ainda que o mundo nos queira afastar,
e o toque se perca, e o corpo se esconda,
seremos sopro, seremos o Sacrário,
onde a essência de um “nós” se aprofunda!
Oh, laço bendito! Oh, elo divino!
Eu e tu, selados por chama imortal!
No amor, ser um é destino e destino:
UM ÚNICO PAR, no beijo sem final!
”
―
Newton Jayme
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“
Quantas músicas, frases, flores,
poemas ainda hão de nos marcar?!
Quantos cheiros,
lugares,
pessoas e gestos
ainda farão parte
da nossa história?
Quantos planos,
quantas lembranças,
quantos sentimentos
ainda iremos compartilhar
pelos palcos, jardins, paragens
e recantos da existência?
Quantos delírios, febres,
pesadelos e fantasias,
quantas dores causadas
por amores intensos
iremos suportar
na busca incessante
pela eternidade
de nossos sonhos?
Por quanto tempo suportaremos
a ausência dos nossos corpos,
sabendo que o amor
é cumplicidade de olhares,
na mística de uma
única direção?
Lembro-me bem:
ontem,
éramos dois.
Hoje, somos nós.
Instalei-me no seu coração,
e você encontrou
o seu espaço no meu.
Hoje, estamos grudados,
colados, unidos e selados
eternamente pelo amor—
e no amor que jamais passará.
Agora eu sei...
Mesmo sem ter você
plenamente ao meu lado,
nunca mais estaremos sós.
Porque, no amor,
ninguém é metade.
Você e eu:
um único inteiro,
uma só carne,
um só espírito,
uma só vocação:
doar-se, entregar-se
por completo
na plenitude do amor.
E ainda que um dia
estejamos separados
pela distância de um toque,
quem sabe, até pela morte—
esse desespero da existência—
jamais estaremos sozinhos.
Haverá sempre um sopro,
um nó, um diálogo de almas
fortalecendo,
apertando
o nosso “nós”.
Eu e você: um elo definitivo.
Pois, no amor, o sempre é ser um.
Esse um que nunca perde
a essência de ser par:
UM ÚNICO PAR.
”
―
Newton Jayme
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“
No agir antigo, entre abalos do Sinai,
Desceu Javé, no monte a revelar:
Fogo, vento e voz, trovão a proclamar:
"Sou Eu quem conduz o povo que a fé atrai."
Nos dias dos profetas, foi chama e luz,
Palavra viva em homens capacitados,
Ungindo reis, os pobres consolados,
Prometendo o Servo que à cruz conduz.
Mas veio o Filho, o Verbo encarnado;
Do seio puro da Virgem Maria nasceu.
Com Ele, o Espírito o Pai prometeu —
Dom imortal, por Cristo revelado.
No alto cenáculo, em prece e mãos unidas,
Os discípulos, frágeis, cheios de temor,
Ouviram a voz, o sopro do Consolador,
Novo ardor, em línguas de fogo descidas.
Pentecostes: novo Horeb de paz e amor!
Não lei em pedra, mas graça infundida.
A Igreja renasce, viva, perene e ungida —
Missão divina em cada servo e pregador.
O Espírito divino, que a Escritura inspirou,
Agora habita corações santos, remidos.
Com dons celestes, fiéis são revestidos,
Para que a Terra veja o que Deus revelou.
Ó Santo Espírito, Paráclito, fogo e brisa,
Tu és presença, força, concórdia e unção,
Do Pai celeste e do Filho, eterna ligação —
Alma da Igreja, clarão que o mundo precisa!
”
―
Newton Jayme
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“
Só se reconhece amando
quem tem o amor
como parte de sua alma.
Não aquele que o busca fora,
mas quem o cultiva dentro,
em gestos simples,
em silêncios atentos,
em dores que ensinam,
e alegrias que não
pedem explicação.
Amar não é saber — é ser.
É reconhecer no outro
um espelho da própria luz.
É doar-se sem perder-se,
é ficar sem prender,
é partir sem esquecer
ou morrer...
O amor verdadeiro
não se explica,
se revela.
E só enxerga sua face
quem já foi tocado por ela
de dentro pra fora,
do espírito para o corpo
na manhã do agora.
”
―
Newton Jayme
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“
Ontens, há que - mesmo sepultados na poeira do tempo - ainda clamam, vivos, no peito em desejos do agora!
”
―
Newton Jayme
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“
Tenho vontade de repetir
tantos 'ontens"...
”
―
Newton Jayme
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1
...
33
34
35
36
37
38
39
...
70
Newton Jayme
Membro desde:
12/03/2013
Frase do Dia
“
Tem gente que passa a vida inteira travando a inútil luta com os galhos, sem saber que é lá no tronco que está o coringa do baralho.
”
—
Raul Seixas
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