Coleção de Frases e Pensamentos de Marcus Deminco


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Marcus Deminco
DAS LIÇÕES QUE A VIDA ENSINA

1. Não cobre afeto. Espalhe ternura.

2. Faça as pazes com o seu passado para prosseguir sem pretéritas amarras. Quem acumula dívidas do passado para pagá-las no futuro vive de esmolas no presente.

3. Não critique o torto. Endireite-o.

4. A casualidade da vida tem sempre algum propósito. Tudo que chega carrega uma causa e traz um ensinamento. Tudo que parte, vai por um motivo e leva uma lição.

5. Quando a consciência incriminá-lo antes mesmo do veredicto do mundo, a sua sentença não caberá mais nenhum recurso de apelação.

6. Não procure a culpa. Encontre o erro para tentar repará-lo.

7. Acredite, reze e persista. Mas aceite que na verdade, todos os nossos quereres são meras reticências do acaso (...).

8. Nada na vida está completamente errado, nem integralmente correto. A imperfeição só pode ser avaliada diante daquilo que é perfeito. E, portanto, não existe.

9. Não aguarde sorrisos. Distribua alegria.

10. Ninguém possui a capacidade de nos decepcionar. O que nos frustra, realmente, é a dimensão que a projetamos nas nossas próprias expectativas.

11. Somente quando você se esquecer do erro, e ignorar a culpa, será capaz de compreender a lição.

12. A felicidade é um entendimento, não uma conquista. Portanto, não é nada daquilo que você possui que lhe tornará feliz, mas como você se sente pelo que é.

13. Apenas uma pessoa será realmente digna de despertar o nosso sincero sentimento de inveja: aquela que devemos ser e ainda não nos tornamos.

Marcus Deminco
Marcus Deminco

Membro desde: 28/06/2016

Biografia: MARCUS DEMINCO (Salvador-BA. 28/Set./76). Psicólogo; Escritor; Prof. de Ed. Física; Dr. H. C. em Transtorno do Déficit de Atenção /Hiperatividade (Brazilian Association of Psychosomatic Medicine); Practitioner e Tutor de Programação Neurolinguística (PNL);

Frase do Dia

De todos os sentidos, a vista é o mais superficial. O ouvido, o mais orgulhoso. O olfato, o mais voluptuoso. O gosto, o mais inconstante. E o tato, o mais profundo.
Diderot

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