Frase de Marcelo Monteiro

Frase adicionada por Marcelo1869 em 05/08/2026

Marcelo Monteiro
A PRIMEIRA CARIDADE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Se nunca estendeste a mão ao desvalido,escuta o que o silêncio tem para dizer:há um reino invisível, augusto e escondido,que somente o amor consegue entrever.

Não julgues caridade como um gesto de grandeza,nem moeda lançada ao acaso, por piedade;é muito mais que esmola, aparência ou nobreza:é repartir de si mesmo a própria humanidade.

É ver, no rosto alheio, o espelho da existência;é compreender que a dor não escolhe condição;que o pobre e o poderoso, em muda contingência,sangram o mesmo sangue sob o mesmo coração.

Caridade é um olhar que devolve o horizonte,quando a esperança dorme à beira do abandono;é ser humilde fonte a dessedentar a fronte de quem fez do sofrimento o seu mais longo trono.

É visitar o enfermo sem prometer milagres;é ouvir o aflito sem cansar-se de escutar;é converter as mágoas em discretos altares,onde a paz aprende, enfim, a germinar.

É perdoar primeiro quando a injúria floresce; calar o orgulho, enquanto o amor toma a palavra; pois toda alma que perdoa silenciosamente tece uma coroa que nenhum tempo deslavra.

Não perguntes quem merece teu afeto ou teu cuidado; o sol não escolhe os campos onde espalhar claridade.Também o coração nasceu predestinado a iluminar sem cálculo: eis a bula, caridade.

Talvez não possuas ouro, palácios ou fortuna; talvez teus próprios dias conheçam solidão; ainda assim, há uma riqueza mais oportuna: oferecer ternura com a sinceridade de irmão.

E descobrirás, então, num júbilo profundo,que quem socorre o outro também se recompõe; porque o amor, quando cresce para aliviar o mundo,ergue primeiro aquele que o dispõe.
Assim, se hoje ignoravas essa divina ciência, leva contigo apenas esta singela verdade: nenhuma vida empobrece quando reparte a essência; todo coração que ama se multiplica para eternidade.


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A PRIMEIRA CARIDADE.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Se nunca estendeste a mão ao desvalido,escuta o que o silêncio tem para dizer:há um reino invisível, augusto e escondido,que somente o amor consegue entrever.

Não julgues caridade como um gesto de grandeza,nem moeda lançada ao acaso, por piedade;é muito mais que esmola, aparência ou nobreza:é repartir de si mesmo a própria humanidade.

É ver, no rosto alheio, o espelho da existência;é compreender que a dor não escolhe condição;que o pobre e o poderoso, em muda contingência,sangram o mesmo sangue sob o mesmo coração.

Caridade é um olhar que devolve o horizonte,quando a esperança dorme à beira do abandono;é ser humilde fonte a dessedentar a fronte de quem fez do sofrimento o seu mais longo trono.

É visitar o enfermo sem prometer milagres;é ouvir o aflito sem cansar-se de escutar;é converter as mágoas em discretos altares,onde a paz aprende, enfim, a germinar.

É perdoar primeiro quando a injúria floresce; calar o orgulho, enquanto o amor toma a palavra; pois toda alma que perdoa silenciosamente tece uma coroa que nenhum tempo deslavra.

Não perguntes quem merece teu afeto ou teu cuidado; o sol não escolhe os campos onde espalhar claridade.Também o coração nasceu predestinado a iluminar sem cálculo: eis a bula,  caridade.

Talvez não possuas ouro, palácios ou fortuna; talvez teus próprios dias conheçam solidão; ainda assim, há uma riqueza mais oportuna: oferecer ternura com a sinceridade de irmão.

E descobrirás, então, num júbilo profundo,que quem socorre o outro também se recompõe; porque o amor, quando cresce para aliviar o mundo,ergue primeiro aquele que o dispõe.
Assim, se hoje ignoravas essa divina ciência, leva contigo apenas esta singela verdade: nenhuma vida empobrece quando reparte a essência; todo coração que ama se multiplica para eternidade. (Marcelo Monteiro)
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Marcelo Monteiro
MISTIFICACÕES e LENDAS.
Nos arredores da inauguração, histórias curiosas corriam pelas vielas de Paris. Alguns diziam que a torre atrairia relâmpagos e chuvas, outros acreditavam que sua sombra faria definhar as plantas. Camponeses se benziam ao vê-la de longe. O novo, como sempre, era envolto por névoas de superstições.
Certa vez, Maupassant, crítico voraz da torre, jantava todos os dias no restaurante da base da torre. Ao ser questionado, respondeu:
“É o único lugar de Paris onde não preciso vê-la.”
VI. O Triunfo nos Dias Atuais: Uma Torre, Um Símbolo, Um Amor.
Hoje, a Torre Eiffel é o monumento pago mais visitado do mundo, recebendo mais de 7 milhões de pessoas por ano. É impossível imaginar Paris sem ela. Um símbolo de amor, de arte, de resistência estética e científica. Nos filmes, nos sonhos, nas fotografias, ela virou alma de uma cidade.
Ao entardecer, quando o céu se veste de ouro, ela cintila como se tivesse engolido estrelas. E é nessa hora que compreendemos: o que outrora foi escárnio tornou-se o coração da cidade luz.
Conclusão: O Espetáculo da Coragem Criadora.
A Torre Eiffel triunfou porque desafiou os limites da mente e os preconceitos da alma. Seu ferro, fundido por mãos humanas, elevou-se como testemunho de um tempo em que a ciência ousou tomar o lugar dos deuses. Ela nos recorda que toda grande criação encontra resistência, e que a beleza, muitas vezes, só é reconhecida quando ultrapassa os olhos e toca o espírito.
De monstro mecânico a musa metálica, ela prova que o amor pela arte não é imediato — mas eterno.
“Na Torre Eiffel, o homem escreveu no céu o seu nome com letras de ferro..


Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Membro desde: 06/02/2023

Biografia: Autodidata, escritor, expositor, musicista, historiador, livre Pensador. Fundador e participante de diversos pontos culturais de sua cidade. Manhumirim - MG.

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