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Frases de Memória (adicionadas pelos usuários)
“
Quando os sonhos trazem momentos nostálgicos que se transfiguram em um aperto no peito, passando do inconsciente para a memória, isso se chama saudade.
”
―
Mayara Vellardi
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“
Não é o não que nos mata, é o talvez, é a dúvida com a qual ele nos golpeia que acaba com a gente lentamente. É essa coisa indefinida e sem pressa que se localiza entre o sim e o não que nos tortura com requintes de crueldade, que nos faz mergulhar no desespero do que poderia ter sido, do que perdemos sem jamais ter dito, no silêncio angustiante do quase. É nesse solo de areia movediça que vemos as horas escorrerem entre os nossos dedos e mergulharem na eternidade de um tempo sem rosto, sem história e sem memória. É nele que as oportunidades nos escapam, que as possibilidades se perdem, que a fé enfraquece e o coração agoniza agarrado ao medo de nunca chegar do outro lado do não.
”
―
Edna Frigato
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“
Vivemos e marcamos nosso espaço no universo no momento presente em que usamos nossas energias para definir nossa essência, porém nossas raízes se fixam no passado onde toda geração de valores, princípios e memórias eternas estão lá e são responsáveis pelo que somos. Nossos desejos e sonhos também almejam o futuro, que será onde deixaremos tudo o que recolhemos do passado e abrilhantamos com as vivências do presente e então, na página da vida escreveremos quem fomos nesse espaço pequeno de tempo que chamamos...VIDA..
”
―
Luiza Gosuen
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Na presença existe grandes oportunidades de fala eu Amo você mais na ausência a unica coisa que fica em nossa memoria é Quanto Tempo perdi.
”
―
Gilmar Melo
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Não é pela a duração que alguém ou algo se torna inesquecível para nós e sim pela a intensidade que o nosso coração sentiu, viveu, nem a vida, nem a morte, nem a distância, nem o tempo destruirão e assim eternizado na memória da alma.
”
―
Leila Dos Reis
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“
Não sou capaz de contar...
Mas o meu coração tem memória suficiente para arquivar.
”
―
Leila Dos Reis
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“
Passeio pela memória
Me sinto viajando
Pelos jardins europeus
Em uma época
Em que se podia caminhar pelas ruas
Vejo as árvores balançarem
Com a suave brisa gélida
Que arrepia a pele
Onde o casaco não foi capaz de cobrir
Ando pelas ruas de uma cidadezinha
A noite, a luz do luar
Não me via sozinho
E parecia feliz
A cada passo que dou
A memória falha
As lembranças conturbam-se
E cai no esquecimento do passado distante
Queria eu, andar novamente sobre aquela grama
Nas manhãs e noites
Aos aredores das florestas
Que assobiam a canção do amor
Todo dia frio, me lembra você
Não recordo perfeitamente, mas eu era feliz
Naquele agasalho cor café
Naquelas botas e luvas pretas
Meu sorriso era tão sincero
Eu me vi agora, pegado em sua mão
E ambos caminhamos
Na direção de casa...
”
―
Antonio Santos
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“
Não há distância que possa apagar a memória do coração
”
―
Paty Souza
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Morte Lenta
Não é o não que nos mata, é o talvez, é a dúvida com a qual ele nos golpeia que acaba com a gente lentamente. É essa coisa indefinida e sem pressa que se localiza entre o sim e o não que nos tortura com requintes de crueldade, que nos faz mergulhar no desespero do que poderia ter sido, do que perdemos sem jamais ter dito, no silêncio angustiante do quase. É nesse solo de areia movediça que vemos as horas escorrerem entre os nossos dedos e mergulharem na eternidade de um tempo sem rosto, sem história e sem memória. É nele que as oportunidades nos escapam, que as possibilidades se perdem, que a fé enfraquece e o coração agoniza agarrado ao medo de nunca chegar do outro lado do não.
”
―
Edna Frigato
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ASAS DE LIBERDADE
Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Um sussurro doce, uma despedida.
Que o vento insiste em carregar.
Nos jardins onde a vida floresce.
Entre cores, perfumes e luz.
Minha alma agora repousa.
Onde o tempo não me conduz.
As asas levam sonhos antigos.
Pintados em tons de esperança,
E cada voo traduz o desejo.
De reviver a eterna dança.
Se me buscares, olhe o céu.
Ou sinta o perfume a soprar.
Pois eu danço entre as flores.
Onde a liberdade é meu lar
”
―
Jorcelia Pariz
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“
Viva os momentos da vida,
para guardar na memória tudo
o que foi bom.
”
―
Rosicler Ceschin
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“
Pensamento,
memória, recordação,
saudade d´outrora
d`agora
tudo vem, tudo vai,
saudades de ti
Pai!
”
―
Maria Luz
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Flatland: a romance of many dimensions é uma novela satírica de Edwin A. Abbott sobre a cultura vitoriana. A primeira parte ambienta o leitor com o mundo e a cultura de Flatland, um mundo bidimensional, enquanto que a segunda aborda como o Quadrado (protagonista) toma contato com outras dimensões. Ele é visitado por uma esfera que visita Flatland em cada virada de milênio em busca de alguém capaz de compreender e aceitar a existência de um mundo 3D. O Quadrado não acredita na Esfera, até que esta realiza algumas vezes o movimento de atravessar o mundo 2D. Mesmo assim o Quadrado reluta em aceitar que tudo que ele sabe não é exatamente tudo o que existe. Então a Esfera o pega e leva-o para seu próprio mundo. Os outros habitantes ao verem a cena começam a se questionar e os líderes de Flatland, em segredo reconhecem a existência do mundo 3D, mas manda matar e prender as testemunhas de acordo com a casta. Depois de aceitar a verdade o Quadrado tenta em vão convencer a Esfera da existência de um mundo 4D, mas ela é irredutível e leva o Quadrado de volta para Flatland. O final do livro é triste: o Quadrado não consegue convencer ninguém, nem mesmo o irmão, da existência do mundo 3D e termina preso por defender tal ideia. Anos depois ele escreve um livro de memórias, que reconta suas aventuras e descobertas, com o intuito de ser lido pelas gerações futuras que ele espera que sejam menos intolerante e mais abertas. É um livro que nos ensina uma importante lição: humildade. Perceber que não sabemos tudo e o que chamamos de mundo real pode ser só uma pequena parte de uma realidade maior.
”
―
Mário Pereira Gomes
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“
Quero ficar na tua sala de estar.
Que sala maravilhosa, cheia de verso e prosa,
a janela imensa, sempre aberta, dá para todo lugar...
e venta... as cortinas translúcidas, se abraçam, se enlaçam,
e o perfume...de cravo, canela e limão, abre a porta pra memória entrar.
Ah... como eu amo essa sala, a tua sala de estar..
”
―
Gianna Cardoso
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Para abril que chega…
Desejo que a felicidade nos encontre e nos envolva. Que seja um mês de respostas e sonhos realizados e que tudo que dói fique no passado. Que abril fique na memória como um marco de realizações alcançadas, de superações de medos, problemas e fases. Que seja de bênçãos tremendas e de aprendizados. Que a fé seja a força condutora de cada dia que viveremos, que toda bondade e gentileza chegue a nós e que Deus esteja no controle de cada vida, de cada plano, projeto e sonho…
Que abril seja de boas novas.
Boto fé nesse mês que começa hoje, será um bom mês, em nome de Jesus.
Assim seja!
Josy Maria
”
―
Josy Maria
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“
Mágoa significa ‘má água’, água parada. Guardar mágoa é reter na memória emoções que envenenam..
”
―
Joao cosme Arcanjo
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Guardar... Sou uma guardadora de coisas, pessoas, pensamentos e memórias... Conservo em mim tudo que foi bom e menos bom, com o que vivi, senti e tive... Guardo-te no meu peito, com amor, alegria e com saudade... Guardo-te com aquele brilho que teus olhos mostravam... Um brilho que para mim ficou eterno... É o brilho do Amor que nos uniu e une, através dos tempos com todas as memórias que nos pertencem e são únicas...
”
―
Maria Luz
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“
Minhas memórias guardam a voz silenciosa de tudo que seduziu os meus sentidos e marcou a minha vida.
”
―
Edna Frigato
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Há uma anedota de que Berthier, marechal do Império Francês, convidou Napoleão para caçar coelhos. O problema é que o marechal comprou coelhos domesticados ao invés de arranjar coelhos selvagens que eram mais difíceis de se obter. O resultado é que quando Napoleão apareceu com seus amigos diante dos coelhos estes não fugiram, mas correram na direção dos homens em busca de comida. Restou ao imperador fugir. Tal anedota apareceu pela primeira vez em 1810 no livro anti-bonapartista de Lewis Goldsmith, A História Secreta do Gabinete de Bonaparte. Uma versão muito mais dramática da tentativa frustrada de Napoleão de caçar coelhos foi publicada na década de 1890, cerca de setenta anos após sua morte. Foi cortesia de As Memórias do Barão Thiébault, cujo autor, deve-se notar, também já havia morrido antes que o manuscrito com seu nome fosse publicado por sua família. Embora a validade de qualquer versão deste conto bizarro deva ser abordada com um alto grau de ceticismo, é fácil entender por que ela resistiu ao teste do tempo: quem não sorriria ao pensar no grande Napoleão Bonaparte, vencedor de muitos batalhas e que humilhou as monarquias europeias, sendo derrotado por um grupo de coelhos fofinhos?
”
―
Mário Pereira Gomes
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“
Reserve mais espaço nas gavetas do coração para guardar memórias boas e menos para guardar as ruins; essas não precisam e nem merecem tanto espaço. Guarde-as apenas o tempo necessário pra cura e depois as arquive no esquecimento.
”
―
Edna Frigato
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“
A memória do que sou quando te escrevi, entretanto quando você ler a missiva, não se lembrará mais do que eu fui hoje, agora, neste momento...
”
―
Aimara Schindler
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O HOMEM DE RUA E O MANEQUIM…
(Ou como o sonho bem sonhado e sentido se pode tornar realidade)
Mal as luzes da cidade se iam incandescendo e a noite caindo a pique na cidade indiferente e fria; passavam gentes e arrumavam-se dele como se ali estivesse um cão sarnoso ou uma mortífera cobra cascavel, prontos a contaminá-los ou a mordê-los.
O certo, é que quase sempre e impreterivelmente àquela mesmíssima hora, ele lá vinha em pose teimosa e ar saudoso e pesaroso e quando chegava frente à montra, transfigurava-se e vestia um olhar de meiguice. Ele, mesmo, naquele pobre corpo sujo que pedia alimento e rejeitava sofrimento.
Adotava então uma posição de adoração, amorosa mesmo, e dialogava para o manequim vestido de noiva reluzente e este, Deus meu! respondia-lhe com meiguice.
Era o bastante para lhe acudir à memória já sem estória, o dia do seu casamento, a noiva de véu e grinalda e ele de fato de corte e estilo inglês, pose de cavalheiro cortês.
Lembrava também com amargura e muita revolta os empurrões e puxões para onde a vida falsa o catapultara: o desemprego sem receber um prego; o álcool que o abraçou; a família que o ignorou; a solidão e a rebeldia com que então ele casou.
Tudo isto e mais e mais ele continuava a contar com uma quase loucura à sua amiga manequim, confidente e nunca indiferente, apesar da sua indesmentível beleza e cabelos falsos, da cor do ouro pintados.
E não é, senhores, que de súbito ela desce do baixo pedestal em que a colocaram; abandonou a montra onde a postaram; vem cá fora ao passeio da rua a cheirar à trampa de muita gente; de muitas solas de sapatos que calcaram dejetos; dá o braço torneado, bonito, ao sem-abrigo, e lá seguem os dois, lado a lado, sorridentes, apaixonados e mesmo enlaçados.
Caminharam os dois, passeio adiante, pela cidade cada vez mais fria e menos sem gentes.
Foram, foram, até a um infinito da cidade e jamais os enxergaram de vista, até hoje…
”
―
Carlos Vieira de Castro
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“
A nossa história
Foste como um vento
Que dá arrepios até aos cabelos.
Me apaixonei pelo que eras,
Superei os meus medos
E voamos juntos;
Entre beijos e abraços
Fizemos promessas para a vida.
Oferecemo-nos elogios.
Coloquei em ti adornos,
Os mais lindos do mundo.
Fizemos juntos nosso pequeno espaço.
No regalo de ter conquistado juntos
Os sonhos que sonhamos juntos,
Abracei-te e amei-te até aqui!
Me desiludi pelo que te tornaste
E, uma despedida fria,
Foi um vazio numa imensidão
De dores e chagas abertas,
Tatuagens de memórias no meu templo.
Vivo como uma folha
Mergulhada ao vento.
”
―
Helton Manoque
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Alberto caeiro é heterônimo de qual escritor? a: cecilia meireles b: carlos drummond de andrade c: inicius de morais d: fernando pessoa+
a matéria-prima do aço é: a: carvão b: aluminio c: zinco d: ferro+
a fase de escuro da fotossintese ocorre no estroma dos cloroplastos e é responsável pela produção de que substância? a: nadp b: glicose+ c: oxigênio d: gás carbônico
a maior ilha fluvial do mundo está no brasil. seu nome é: a: bananal+ b: bela c: fernando de noronha d: angra dos reis
a medida de capacidade de memória dos computadores é chamada de: a: hertz b: watt c: volt d: byte+
agricultura tradicional praticada no sudeste asiático e em regiões superpovoadas: a: extensiva b: itinerante c: plantation d: jardinagem+
”
―
paulinho teixeira
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“
Saudades são fotografias que a memória guarda dos bons momentos.
”
―
Edna Frigato
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...
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...
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Frase do Dia
“
O amor sem verdade é cego e dura pouco.
”
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