Frase de Antero de Quental


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Mors Amor 
 
 Esse negro corcel, cujas passadas 
 Escuto em sonhos, quando a sombra desce, 
 E, passando a galope, me aparece 
 Da noite nas fantásticas estradas, 
 
 Donde vem ele? Que regiões sagradas 
 E terríveis cruzou, que assim parece 
 Tenebroso e sublime, e lhe estremece 
 Não sei que horror nas crinas agitadas? 
 
 Um cavaleiro de expressão potente, 
 Formidável, mas plácido, no porte, 
 Vestido de armadura reluzente, 
 
 Cavalga a fera estranha sem temor: 
 E o corcel negro diz: Eu sou a morte! 
 Responde o cavaleiro: Eu sou o Amor! (Antero de Quental)
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Sobre o Autor:
Antero de Quental
Antero de Quental


Nascimento: 18 de abril de 1842

Morte: 11 de setembro de 1891 (49 anos)

Biografia: Antero Tarquínio de Quental foi um escritor e poeta de Portugal que teve um papel importante no movimento da Geração de 70.

Frase do Dia

Invejar a felicidade alheia é loucura: não nos saberíamos servir dela. A felicidade não se quer de confecção, mas sob medida.

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