Frase de Bernardino Bernardo

Frase adicionada por bbernardo em 26/12/2025

Bernardino Bernardo
Sábia Irlandeza

Sempre me pergunto... De onde vem essa vibração mágica no meu peito. Que me faz acordar de noite, muito de noite, no silêncio escuro.
Palpita o meu coração e não o vejo.
Ando sutilmente com passos frouxos em direção à janela. Vejo uma
(S'nhora)
a olhar-me sensivelmente, mais visível como a lua cheia.

Houve um tempo em que eu quis ser feliz com o amor impuro, Impuro amor, de sentimentos alheios e absurdos.
No túnel das miragens, com a ansiedade na alma de visitar o outro lado dos trilhos, Indo ao encontro da irlandeza, no jardim chamado
(H'olandesa),
sentada nas rosas do amor.

A verdade é esta: No início dos meus sentimentos e paixões, Percebi que o olhar foi muito intenso.
Os lábios se abriram devagar como a primeira letra do
(A'lfabeto).
Admito que tive medo,tive receio de pronunciar o nome Irlandeza.
Um país que já fui, na minha imaginação. Vi o sorriso que estava pendurado na janela do último andar do edifício.
As cortinas dos olhos, no abrir e fechar, eram tão suaves. Tanta polidez na pintura do prédio: Rosa, preta, azul acinzentado, com o cabelo penteado de frente.

Na ausência desse brilho, fico sem nexo.
É uma cidade com muitas luzes, que me trazem de volta à lenda do sol e da lua, no princípio.
Não me tirem o riso.
Tirem as letras, menos a
(N'atureza),
que encanta a minha alma desde o início. Tirem as mãos,os ouvidos e tudo que me rodeia, menos o riso da irlandeza nos meus olhos.

Alheio é o meu velejar na minha imaginação fútil.
Deixa-me chorar as tuas lágrimas, sorrir o teu sorriso, sofrer o teu sofrimento.
Deixa-me conhecer-te, minha
(A'Lua)
do entardecer, do poente.
Já estou quase a chegar; não passei do leste da Alemanha, passei no sul da Bélgica, Indo ao teu encontro, minha irlandeza.


Imagem da Frase:



Sábia Irlandeza

Sempre me pergunto... De onde vem essa vibração mágica no meu peito. Que me faz acordar de noite, muito de noite, no silêncio escuro. 
Palpita o meu coração e não o vejo. 
Ando sutilmente com passos frouxos em direção à janela. Vejo uma
(S'nhora) 
a olhar-me sensivelmente, mais visível como a lua cheia.

Houve um tempo em que eu quis ser feliz com o amor impuro, Impuro amor, de sentimentos alheios e absurdos. 
No túnel das miragens, com a ansiedade na alma de visitar o outro lado dos trilhos, Indo ao encontro da irlandeza, no jardim chamado 
(H'olandesa), 
sentada nas rosas do amor.

A verdade é esta: No início dos meus sentimentos e paixões, Percebi que o olhar foi muito intenso. 
Os lábios se abriram devagar como a primeira letra do
(A'lfabeto). 
Admito que tive medo,tive receio de pronunciar o nome Irlandeza. 
Um país que já fui, na minha imaginação. Vi o sorriso que estava pendurado na janela do último andar do edifício. 
As cortinas dos olhos, no abrir e fechar, eram tão suaves. Tanta polidez na pintura do prédio: Rosa, preta, azul acinzentado, com o cabelo penteado de frente.

Na ausência desse brilho, fico sem nexo. 
É uma cidade com muitas luzes, que me trazem de volta à lenda do sol e da lua, no princípio. 
Não me tirem o riso. 
Tirem as letras, menos a 
(N'atureza), 
que encanta a minha alma desde o início. Tirem as mãos,os ouvidos e tudo que me rodeia, menos o riso da irlandeza nos meus olhos.

Alheio é o meu velejar na minha imaginação fútil. 
Deixa-me chorar as tuas lágrimas, sorrir o teu sorriso, sofrer o teu sofrimento. 
Deixa-me conhecer-te, minha 
(A'Lua) 
do entardecer, do poente. 
Já estou quase a chegar; não passei do leste da Alemanha, passei no sul da Bélgica, Indo ao teu encontro, minha irlandeza. (Bernardino Bernardo)
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Bernardino Bernardo
ANTES QUE ME VÁ, PARA NUNCA MAIS VOLTAR.


Não sei para onde o vento vai, mas eu só quero ir junto com ele.
Para nunca mais voltar.
Para nunca mais.
Navegar no alto mar sem olhar para trás.
Levar as minhas raízes e plantá-las noutro lugar, talvez na beira do mar.
Ver as raízes de novas flores no olhar.
Fechar os olhos e deixar as águas me levarem.
Para mais longe, para nunca mais voltar.

Sumir para um planeta que só Deus conhece o nome.
Sorrir infinitamente, sem ter que me preocupar com o tédio.
Andar nas profundezas do oceano sem fim.
Beijar a terra e fazê-la sorrir!
Banhar-me nas fragrâncias rosas de um complexo jardim.
E deixar a felicidade fluir dentro de mim,
como as águas que escorrem nas pedras de zimbro no oásis.

Vou esquecer tudo pouco a pouco.
Vou apagar as velhas lembranças.
Enquanto vejo o meu reflexo sobre as águas, sinto que há uma esperança.
O coração chora granizos, e os olhos, lágrimas.
E o barco flutua sobre as águas.

Sinto a voz de Deus trovejar no mar na noite silenciosa.
As ondas noturnas balançando o barco da direita para a esquerda, suavemente, sem pressa.
As estrelas cantam um hino de ninar no espaço.
E os anjos tocam a flauta, as andorinhas o tamborim, e as borboletas dançam e pousam no barco enquanto eu durmo nos teus braços.
E a lua me olha do alto.

As nuvens negras me cobrem,
enquanto o vento sopra nas minhas costas.
Vejo as baleias nos meus olhos,
sereias nos meus sonhos.
E o barco continua flutuando para um destino desconhecido.
Para nunca mais voltar.
Para nunca mais.
Mas antes que eu me vá, quero que saibas a verdade: amei-te ontem, amo-te hoje, e amar-te-ei para sempre.


Bernardino Bernardo
Bernardino Bernardo

Membro desde: 26/09/2024

Biografia: Membro desde: 26/09/2024 Bibliografia: Pregador do evangelho completo. Escritor e pensador.

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Não amar É sofrer! Amar, É sofrer mais, Muito mais!

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