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Bernardino Bernardo
Coleção de Frases e Pensamentos de
Bernardino Bernardo
113 frases
“
Cansaço
Ele mesmo, o cansaço,
que dá sono às minhas palavras,
que prega o meu corpo na penha da montanha, na lama,
pinta-me o corpo com a tinta pura de vistas que piscam.
Emudece-me, tendo eu tantas palavras para debruçar.
O velho cansaço
é como uma mulher grávida que não consegue levar o copo à mesa,
é uma cadela sedenta no oásis sem água, totalmente seca.
Os pés pedem desculpa à mente, e ela entende.
Cansado de tudo que é espelho partido,
de cisternas vazias, sem água para molhar a garganta,
de trajes impueros que não revestem o corpo e nem servem para nada.
Não estou cansado de mim, não, mas sim daqui.
Mas que profundo cansaço...
Desliza os meus olhos aos poucos, como a água que escorre pelo corpo,
o cansaço que acalenta a minha mente cheia e casa com o descanso do meu corpo.
Preciso desse cansaço para que a minha mente e o meu corpo tenham um descanso.
Ele mesmo, o cansaço, esse mesmo cansaço que reveste o corpo como um casaco.
”
―
Bernardino Bernardo
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“
A Árvore de Casa
Nasci, cresci, te vi...
Desfrutei da tua sombra sem te agradecer!
Sempre que eu saía,
ao meu regresso,
te encontrava no mesmo lugar.
Tentei ficar fora o dia todo...
Mas o meu "todo" para ti
não resultou em quase nada.
Tentei fechar os olhos
na esquina da varanda,
para desvendar o teu segredo
— que quase ninguém sabe.
Mas sempre te via parado.
Tentei perguntar à mamãe:
"Por que tu...
não sais para dar uma volta?"
Ela me puxaria a orelha,
porque nasci e cresci
com a ideia de que és uma planta,
que não fala nem se move.
Mas que pena!
Queria tanto ouvir a tua história...
”
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“
Sinto-me como uma rosa desfolhada na lama do pecado, e transplantada para o jardim da vida, que é Jesus.
”
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“
Se queres odiar o pecado, deves repreender.
”
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“
O pecador vive conhecido e morre se sentindo desconhecido sem conhecer o destino.
”
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O erro do homem é deixar as coisas para o amanhã e culpar o soubesse.
Aproveite os momentos enquanto pode.
”
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Alma Deprimida
Ressurge a depressão na alma que só a dor consegue explicar.
As lágrimas acompanham a dramatização da solidão sem falar.
O silêncio testemunha o coração daquele que quer desabafar.
Não é tanto... Com tanta tristeza, os olhos não querem olhar, mas chorar.
Tanta agonia na alma...
São luzes, trevas e imagens tristes na tela dos olhos.
Oxalá que o vento da vida apague tudo.
O tempo é impaciente, ignorante e faz-se de surdo.
A insónia é amiga de muitos.
Dias indomáveis,
O que falta neles...?
Superficialmente esquisitos.
Reprime o coração daquele que não faz mal à terra.
Sentir a dor no interior e permanecer forte por fora.
Vida bela para quem olha com olhos transparentes na janela.
Ó Deus...
Guia os meus passos incertos.
O jugo está pesado e enfada a minha alma.
Sinto-me imaturo para decifrar os Teus motivos e objetivos para com a minha vida.
Descortina para que os meus olhos vejam e entendam.
Senhor, é o meu desejo.
Farás, Oxalá!!!
”
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Não se esconde o que muitos viram sem ser falado.
As perguntas são respondidas se a consciência aprovar as respostas.
”
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“
Humilhar o camponês é desprezar a comida que comes.
”
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“
Amo tanto a natureza! até me dá vontade de viver a sós com ela.
”
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Bolso Meu
Que maldição recebeste?
Quando ponho em ti as minhas
Economias programadas, elas desaparecem.
Fico fuscalvo...
Transformo-me em preto e branco.
Trilho uma longa jornada e perco
Meu dinheiro num só passo.
Paro e discuto com o bolso,
Descubro que tu não falas,
Isso me deixa lamentoso.
Sequestraste a minha felicidade.
Continuo andando abatido, sem vontade.
Tudo perde o valor.
Saber que o bolso está vazio cria-me dissabor.
Não sei quando irei te recuperar,
Porém, gostaria que fosse o mais cedo possível,
Para que eu possa voltar a andar.
Terei que descobrir quem faz isso.
Mas já sei que é o meu maior inimigo,
O intruso na vida de todo mundo.
Tem características de surdo, mas ouve tudo.
Sim, ele mesmo.
Mas saiba que, a partir de agora, não serei mais o mesmo.
Odeias os meus passos.
São curtos, mas te deixam incauto.
Desassossegas-te porque te sentes ameaçado.
Por isso furas o meu bolso para tirar-me o ânimo.
Seu infeliz... Só podes ser tu,
O velho Diabo.
”
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Lá no fundo,
No fundo do mar,
No mar de mel,
Existe alguém chamado Perdão...
O perdão que o coração chama,
Que a alma clama.
”
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“
As Paixões Violentas
É uma ilusão da nossa
Consciência.
Faz com que o mancebo
e a donzela percam a
Prudência e destreza.
Viajem nas rosas, nuvens sem
Pressa.
São lentas, feitas como uma doença,
Porque nascem amnésias que geram
Tristeza!
As paixões violentas
São sentimentos alheios e
Absurdos.
Infecundos, na terra e no
Coração deste mundo.
São telas sem imagem,
Beijos sem lábios,
Abraços sem braços.
Carência imensa.
Anseios intensos.
Distúrbio psicológico.
Fico sem fôlego, sofro insónia.
Preciso de um neurológico
Para termos um diálogo.
Não tenho medo da paixão,
Mas da imaginação
Que ilude o meu coração.
Prefiro estar em solidão,
Ao invés de dar um mergulhão nas
Águas sinistras que trazem
Decepção!
Raparigas da puberdade,
Vivem com a liberdade como
Bezerros na sua felicidade!
Pulam a janela do segundo andar
Sem medo da sua beleza,
Indo ao encontro do beltrano
Pensas...?
Tens tudo que o olhar vê;
O coração aceita.
Vê...
Não subas nas colinas das
Paixões violentas.
Desce.
Não preciso que me entendas.
Obedece.
Não tenhas, estuda a inveja.
Não é delicadeza.
Donzela apaixonada...
Tenha a subtileza
Para te livrares das paixões
Violentas.
”
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O Segredo
Boca fechada, mas os dentes fora.
Pés parados, por dentro se explora.
Defronte à mágoa, mente vassoura.
Tola no exterior, por dentro professora.
Negas por fora, mas no íntimo adoras.
Sorriso rasgado em quatro pedaços, contemplando o chão.
Mordendo um pergaminho com mil segredos dentro do coração.
Com medo de se desvelar: será paixão ou fascinação?...
Nem sempre se ofusca o amor!
Segregam-se os segredos do amor nos fatos da vida.
Mas o amor?
Não é inconstante.
Uma vez sentido,
é eternamente vivido.
Não é volúvel nem mudável,
mas é agradável!
O vendaval
arranca e descortina
a cortina fora da porta.
Cria um redemoinho na areia,
fazendo flutuar
tudo que importa
até o que não importa.
Faz pousar no deserto do vento,
aliás, no deserto do esquecimento.
Assim são os amores intensos!
O segredo?
Nunca foi infinito e nunca será.
Com o desabamento dos
sentimentos, se descobrirá.
Tão sólido
que não se esperava tal coisa!
Sigiloso, sem agilidade e destreza,
sempre com o sorriso de sempre.
Ciente, com aparência inconsciente.
Não preciso que tu me fales!
Eu sei que tu não mentes.
Guarda bem o teu segredo,
todavia, não será eternamente.
Meu Deus?!
”
―
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Dias Ruins
É uma infelicidade individual.
Tira o desejo de viver,
Enforca a felicidade a olho nu,
Esvazia o gráfico da animação.
Deseja-se um sono profundo que leve dias e anos
E acordar noutro planeta.
São dias venenosos para as veias,
Uma flecha no coração.
Tudo irrita — até o levantar desanima.
Almeja-se passar o dia deitado,
Deitado o dia todo, só deitado, deitado só...
E ouvir o grito dos pássaros...
”
―
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“
A Estrada da Morte
Estrada perfumada
Sem lampião,
Se desfila sem opinião
Na alma apagada.
Curvas vividas na descida,
Seres sem nexo.
Árvore do desejo
Com a consciência perdida.
Lágrimas invisíveis caem na ponte.
Não se vê por causa da luz,
Na maldita sombra que conduz
Até o véu da morte.
Sorrisos transparentes com amnésia,
Zumbis noturnos,
Gritos que não durmo
Na inquietação dos que não pensam.
Almas incautas com a paixão,
Corações partidos,
Deleites iludidos
Na crosta apegada ao coração.
Na inquietação da estrada dominante,
Macabra e anormal...
Mortífera no final,
Nas curvas do volante.
Destino perigoso para a alma,
Separação eterna,
Sem pena,
No inferno que triplica as semanas.
Nessa vil estrada da morte sem vida,
Repleta de vaidosos,
Com gritos no poço,
Arrancando a alma com o fogo sem medida.
Deplorável para o coração sentimental!
Tudo evidente,
Nada de parede,
Com a pena do resultado final.
A alma se despede com o corpo
Na realidade da ilusão,
Que se transforma em uma decepção
No fundo do poço morto.
”
―
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“
Saudades
Saudades de tudo que amo,
Que está longe de mim.
Saudades da chuva,
Que já não cai sobre mim.
Saudades do sol,
Que vai e vem
Como se não voltasse.
Saudades de tudo que é bom,
Menos do mal.
Saudades
De estar fora de mim
E viajar pelo universo,
Para contemplar as
Espadanadas molhadas
Pelas águas sem preço.
E exprimir meus lindos
Versos
Com meu fundo preciso.
Ah! Mais que lindos momentos!
Como poderei descrevê-la
Em minha poesia?
A saudade vazia que eu
Não sentia quando vivia.
Sinto que escrevi um
Livro de poesia
Que está perdido em algum
Lugar. Esqueci o dia.
E o mais engraçado: esqueci
Também o título!
Porque na minha mente
Já não cabia.
Saudades
Dos meus irmãos...
Dos lindos hinos acompanhados
Pelo instrumento adufe nas mãos,
Encantando a alma ao adorar.
Saudades
Do meu princípio sem fim.
De contemplar todos os homens da
Descendência de que nasci.
Saudades do lugar que deixei,
Dos periquitos,
Borboletas,
Andorinhas...
E de toda brandura que
Jaz no jardim.
Oh, meu Deus! Tenho
Tantas e tantas saudades de ti!
”
―
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“
O meu Desejo
Desejo nada menos,
O amor que me amou!
Nos delírios imperdoáveis...
Vi o braço daquele que me chamou.
Não desejo mais nada,
Que penso em fazer.
Tudo é vento que vê e vai,
São prazeres.
Me espelho e vejo uma capa.
Vejo uma máscara.
Vejo uma cara.
Vejo aquele que é sombra de mim.
Toco a boca e sopro o espelho,
Mas não desapareci.
Sorri, ri...!
Desejei sair de mim.
Desejo sempre viver ao teu lado, Senhor.
Ouvir e sentir a fluidez das tuas palavras.
Ter que cingir os lombos para ouvir a tua infindável sabedoria.
Me apresentar pessoalmente ao coração do universo.
Flutuar amavelmente debaixo das tuas asas.
Sentir a fragrância do teu ser.
Ah! Mas que desejo!
É o meu desejo,
Ouvir as pedras falarem, mesmo em silêncio.
Ouvir os gritos de louvor do universo.
Ouvir a conversa do vento com o vento.
As plantas com as plantas.
E Deus com a minha alma.
”
―
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Colheita de Almas
Quero semear em cada canto da terra a Tua rica palavra,
Encher o Teu celeiro com milhares de almas.
Plantar e plantar, sem que os braços se fatiguem,
Até encontrar o descanso perpétuo na reta final.
Colher frutos para um reino eterno.
Levá-los ao trono das águas vivas,
Onde encontrarão o Deus da vida.
Vivo para isso; se não fosse assim,
Minha vida não teria sentido.
Se eu morrer na estrada, com chiclete na boca,
Será uma vergonha para Deus.
Quero andar com as sementes na mão,
A semear almas para os céus.
Saudo o sol a cada dia
Como se fosse a última saudação.
Preparo a terra com oração, de joelhos no chão,
Desejando mais um no celeiro!
Só mais um, um só.
Isso satisfaz a minha alma!
”
―
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“
Não temas, que eu te ajudo.
Ferido com flechas na batalha da vida,
Cicatrizes que não saram desde que se tornaram feridas.
Corpo e espírito sem vontade de continuar,
A alma desesperada com o desejo de parar.
Batalhar sem os olhos verem onde os passos vão pisar.
Tanto sangue no corpo de inimigos e amigos.
Voltar para trás não consigo,
Porque sinto que alguém fala no invisível que está comigo.
Não o vejo, não o palpo,
Mas como é que eu consigo?
A dúvida como a minha fé.
A coragem foi engolida, e o medo me tem.
Onde estás, capitão?
O barco está a naufragar.
A tua presença aquieta as ondas do mar.
Sinto o silêncio de quem fala, mas não quer falar.
Tremo com o frio do medo.
O exército do inimigo, com lanças afiadas e agudas, já está perto.
Quem vai me ajudar?
Quem pode me ajudar?
Sou aquele que está constrangido com o sangue que escorre nas ruas.
Me sinto na arena,
A lutar com um leão que já devorou muitos guerreiros.
Um leão faminto, rugindo com dentes afiados para me despedaçar.
Ouço a mesma voz dizendo: Não temas, vou te ajudar.
Uma voz sem corpo nem lábios,
Mas se ouve ao falar.
Pensei...
Posso ou não posso?
Ouvi a mesma voz dizendo: Não temas, que eu te ajudo.
Senti-me protegido por um ser invisível,
Meu protetor invencível,
Que só ouço a voz.
E enfrento quem está à minha frente sem medo, porque somos dois.
”
―
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“
Dor interior!
Dantés pensava que era a boca que gaguejava,
mas descobri que são as palavras.
Filha minha,
a notícia de que recebeste quatro pontos na língua tirou-me da bonança.
Entristeceu meu dia no poço em que eu tirava água.
Ouvi a voz triste da mamãe.
Senti a dor e o medo dela ao falar,
quando disse que os médicos tinham que te pontuar.
Não te preocupes, filha, vai passar.
O sangue da tua boca
sujou as batas dos médicos.
Com tanta anestesia na tua boca,
mas sentias dor e medo.
Pulavas na cama com choro e desespero.
Não te sintas culpada de nada, eu entendo.
Se tens vontade de chorar, chora.
Se não queres falar, não fales.
Sabe que eu estou sempre presente, mesmo não estando.
Carregaremos juntos essa dor que te apoquenta.
A tua tristeza é duas vezes minha.
O teu choro são mil flechas no meu peito, filha minha.
Queria estar presente neste acontecimento,
ter-te colocado em meus braços,
ajoelhar e orarmos juntos sem cessar.
Abraçar teu pequeno corpo à sombra Daquele que sara até as feridas do mar.
Confesso que tive medo.
Senti uma dor que só Deus conseguiu remediar.
Flor minha...
minha caçula.
Essa dor sinto como se fosse minha.
A razão de eu não poder estar lá
me faz pensar tanto.
Nem sei como estás...
Embora eu saiba que estás bem.
Prometo que, nas minhas orações, lembrar-me-ei de ti.
Se sentires dor, chama pelo meu nome.
Eu ouvirei e chorarei junto contigo.
E eu também chorarei aos pés de Jesus Cristo.
Chorando nós três juntos... A ferida sarará antes de dar um segundo.
Beijos, filha minha.
Espero que fiques bem o mais rápido possível.
Beijo, filha minha.
”
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O silêncio nada diz,
apenas leva o homem a tirar suas conclusões;
As aparências não enganam, mas confundem os precipitados.
”
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“
Só Deus sabe, e mais ninguém.
Viver atrás das lembranças da vida,
Engolir o passado perdido no livro da memória.
Trilhar a estrada sem motivação no coração.
O véu da morte cobre o meu rosto na solidão,
A solidão que se veste em minha pessoa anau.
Não sei se sigo o vento ou não.
Sou quem fui desde que existi.
Tento lembrar como venci antes de vir até aqui.
Perco o tempo batendo os joelhos um no outro.
Não sei como as lágrimas vieram...
Vi-as molharem o meu rosto sem eu as ter convidado.
Talvez tenham ouvido o meu choro em silêncio.
Mas não é o que quero agora.
Quero sorrir, mesmo triste.
Quero dizer que vai ficar tudo bem, mesmo mal.
Não quero que a terra tenha pena de mim.
Não quero que as plantas murchem por minha causa.
Prefiro as velas apagadas.
Quero sentir o silêncio do dia.
Desejo ver a tristeza e o medo a sós.
Quero ouvir as razões por que a minha pessoa está triste...
Será que é por ser forte?
Todo mundo é estranho,
Mas não como eu.
Suporto tudo em silêncio...
Só Deus sabe.
As sombras que estão à minha volta conseguem enxergar o meu sorriso, não a minha tristeza.
Sou assim... E assim serei.
Pergunta-me: se achares graça nos meus olhos, te responderei.
”
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Bernardino Bernardo
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“
O Calvário"
Em meio à solidão, com o
suspiro de quem respira,
Tremendo com o vento da agonia.
Forças moídas pelo cansaço
Daqueles que amou,
Sentindo a dor sozinho,
Com o peso imensurável nas costas.
O coração parou,
A boca calou,
Todavia... o amor falou!
Passos marcados com
Gotas de sangue,
Molhado pelas águas do corpo.
Indo a algum lugar...
Que só o amor conhece.
Desesperado na agonia que
O tempo esquece.
Invólucro no perdão que o
Amor nos oferece,
No lugar que não se vê no
Vocabulário.
Que é: O Calvário!
”
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Bernardino Bernardo
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“
Minha dança preferida é quando os passos da Bíblia se coordernam com a minha vida.
”
―
Bernardino Bernardo
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Bernardino Bernardo
Membro desde:
26/09/2024
Biografia:
Membro desde: 26/09/2024 Bibliografia: Pregador do evangelho completo. Escritor e pensador.
Frase do Dia
“
Não amar É sofrer! Amar, É sofrer mais, Muito mais!
”
—
Pedro Bial
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Razão
Caminho
Dor
Fim
Falar
Espírito
Pais
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