Frase de São Chepade “
(O olhar de amor) O olhar de amor não repara beleza, mas repara valor. não procura riqueza, mas procura fortaleza. a parada de abelha numa flor, nas vistas dos homens é sem valor, mas nas pétalas da flor, ela carrega o olhar de amor. o olhar de amor não reconhece distância, porque tem poder, para trazer perto para o contemplar. não precisa de vigilância, porque tem poder para velar por seu amor. O Olhar de amor não é destruído por tentador. não será impedido por invasor. porque o amor é a base fundamental do salvador. Me perguntei porquê? a amada encara o amado com olhar de amor?? respondei-me? sim! porque era o seu libertador. o maridão farto com palavras, cansado com narrativas, mas conquistado com o olhar de amor. nao era palavras que faltavam, nem eram a multidão que distava, mas era o olhar de amor que faltava da noivada. o olhar de amor, acompanha o amado e a amada, no frio e no calor, segurando os dois no fundo de amor. eles estavam conosco, mas o olhar de amor, os tirou do nosso mundo, os deixou no outro mundo, chamado a sexta dimensão de amor. não é o mundo de emoção, não é o mundo de sensação, mas é o mundo de amor que saí debaixo do coração. As vezes inspirado com lençóis e colchões. o olhar de amor é uma ligação, como o azeite da unção que descia da barba de arão. é uma combinação dos dois, na outra dimensão. o olhar de amor, libera paixão inevitável, saudades inexplicáveis, sonhos inesgotável, e lembranças inesquecíveis. o olhar de amor, trás ligações e fervor, queimada descontrolada de amor. o olhar de amor. ”
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Choro! Quando alguém queria casar, chegava primeiro nos familiares. Mas agora, é se engravidar e se levar. Choro! Quando alguém não tinha filho, era uma vergonha. Mas agora, ter filho é uma vergonha. Choro! Quando as mães usavam duas roupas, e mais capulana. Mas agora, usam uma roupa e dentro sem nada. Choro! Quando as mulheres usavam roupas, até debaixo dos seus joelhos. Mas agora, usam cinto e não saia, se usar até debaixo dos joelhos és uma velha. Choro! Quando o dinheiro tinha valor. Mas agora, o valor que era muito temido, agora é troco sem valor. Choro! Quando os seios não eram de qualquer uma, era para aquela que estava prestes a ser casada. Mas agora, todas até às criancinhas com seios. Choro! Quando se comia carne com os mais velhos, Primeiro era o adulto que levava o pedaço de carne. Mas agora, o mais miúdo é que começa comer carne. Choro! Quando as mães ficavam em casa, ensinando as filhas, o que é lar e como agradar o marido. Mas agora, cada um é por si. Choro! Quando as mães ensinava as suas filhas, como cozinhar. Mas agora, as filhas envergonham família nos lares, por não saber cozinhar. Choro! Quando na escola quem não sabia nada, não passava. Mas agora todos passam com dinheiro. Choro ao princípio. ”
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(A morte é a chegada) A morte é a chegada da minha viagem. Estou numa viagem, sem paragem. Estou num carro de horário. Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover. Não tem paragem. quando tento parar, O motorista diz: que não há paragem. Quando tento mover, a multidão me preciona. O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!! Viagem que não tem paragem? Acentos estreitos que não consigo me mover! Desejei saber porquê? Mas o carro carregava um livro desprezível, Quando enxerguei, ví um dito incrível. Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me. Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria. Só de pensar na minha casa. Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo. Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto. Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro. Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível. De uma e de outra maneira, não chegarei. Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção. A morte é a libertação desta carruagem, Está é a única paragem nesta viagem. É uma vantagem para mim depois da morte, Porque verei novas coisas e nova cidade. ”
São Chepade