Frase de São Chepade

Frase adicionada por Saochepade19691975 em 23/03/2026


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(A soberba)

O orgulho é a riqueza sem nada,
É o pobre sem saber.
É a cegueira com vistas abertas, não consegues ver o que está na penha.

A soberba é como ultrapassar o trem na descida.
O orgulho é ser enterrado no norte, porque há morte.
O orgulho é guardar uma carne como tesouro,
Porque depois apodrece e te afugenta.

Ardeu, já apagou! porque o orgulho é como o fogo do jornal.
O orgulho é a exada, cava cova nas casas.
Traiçoeiro é a soberba, que arremessa o coração.
Segurança frágil, como saia transparente, é o orgulho no meio da nação.

O nome de vazio pertence ao soberbo,
A derrota com os simples é honesto.
O respeito é a primogenitura precisado com a soberba, ela afasta porque não descansa na exada.

Sentiu suficiente, vergonha e baixeza se abraçaram no fim da estrada.

A Soberba Pensava que carregava tudo, mas desconseguiu carregar o homem magro chamado humildade.
Parecia como leão quando ruge, mas depois é um cão que foge, no bosque.

Porquê a formiga combateu o homem? 
Porquê a formiga venceu o homem?
Ví que os simples, são formiga diante do orgulho,
Mas porquê foi vencido? Porque caiu aos pés da formiga?

É porque o que pensava que era homem, era formiga, o que era considerado formiga era homem.

O orgulho leva à destruição. (São Chepade)
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(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.