Frase de São Chepade

Frase adicionada por Saochepade19691975 em 23/03/2026

São Chepade
(As feridas da alma)

A alma íntima,
Recebeu uma ferida dolorida.
O corpo não sentia dor das feridas.
O corpo descansava,
Mas a alma chorava.

O choro da alma, não se ouvia fora do corpo.
Parecia tudo tranquilo,
Mas as feridas cresciam...
As feridas não era tratadas...
Nem médico, nem doutor,
Com microscópio poderia Examinar,
e ver as feridas da alma.

Exames médicos Eram limitados,
Não encontrava as feridas da alma.
O exame parava na medula óssea,
Me deixava chocado!

Não poderia medicar as feridas da alma;
A alma chorava, gritava, lamentava,
Ninguém poderia ouvir.

Cada vez que eu pecava,
A alma gritava.
Quando eu pecava, era como engolindo uma lâmina empedaçada,
Que deixava a alma ferida.
O pecado deixava a alma ferida.
Desejos mundanos,
Obras pecaminosas, pensamentos ruins,
Me pisava na ferida.

O corpo pecava, mas a alma é que sofria.
O corpo relaxava, a alma não descansava.
O corpo alegrava, mas a alma não sossegava.
De dia e de noite,
Fundando uma fonte no meu peito,
Molhando o meu leito,
Com lágrimas indesejadas da alma.

As feridas não estavam na carne,
As feridas jaziam na alma.
O soro fisiológico...
não poderia remover as sujeira na ferida.
lágrimas indesejadas!
Causadas com as feridas da alma.
Sem pomada esfregate,
Para facilitar as feridas, que seja sarada.

Vindo o Médico dos médicos.
Doutor dos doutores,
As lágrimas da alma,
caíram aos pés, do especialista em tudo.

Especialista em todas as doenças,
Que só ele compreende o choro da alma.
Medicando as minhas feridas, com o seu próprio sangue,
As feridas foram sarada.

As feridas da alma.


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(As feridas da alma)

A alma íntima,
Recebeu uma ferida dolorida.
O corpo não sentia dor das feridas.
O corpo descansava,
Mas a alma chorava.

O choro da alma, não se ouvia fora do corpo.
Parecia tudo tranquilo,
Mas as feridas cresciam...
As feridas não era tratadas...
Nem médico, nem doutor,
Com microscópio poderia Examinar,
 e ver as feridas da alma.

Exames médicos Eram limitados,
Não encontrava as feridas da alma.
O exame parava na medula óssea,
Me deixava chocado!

Não poderia medicar as feridas da alma;
A alma chorava, gritava, lamentava,
Ninguém poderia ouvir.

Cada vez que eu pecava,
A alma gritava.
Quando eu pecava, era como engolindo uma lâmina empedaçada,
Que deixava a alma ferida.
O pecado deixava a alma ferida.
Desejos mundanos,
Obras pecaminosas, pensamentos ruins,
Me pisava na ferida.

O corpo pecava, mas a alma é que sofria.
O corpo relaxava, a alma não descansava.
O corpo alegrava, mas a alma não sossegava.
De dia e de noite,
Fundando uma fonte no meu peito,
Molhando o meu leito,
Com lágrimas indesejadas da alma.

As feridas não estavam na carne,
As feridas jaziam na alma.
O soro fisiológico...
não poderia remover as sujeira na ferida.
lágrimas indesejadas!
Causadas com as feridas da alma.
Sem pomada esfregate,
Para facilitar as feridas, que seja sarada.

Vindo o Médico dos médicos.
Doutor dos doutores,
As lágrimas da alma,
caíram aos pés, do especialista em tudo.

Especialista em todas as doenças,
Que só ele compreende o choro da alma.
Medicando as minhas feridas, com o seu próprio sangue,
As feridas foram sarada.

As feridas da alma. (São Chepade)
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(A morte é a chegada)

A morte é a chegada da minha viagem.
Estou numa viagem, sem paragem.
Estou num carro de horário.

Desde que subi neste carro, nunca parei de viajar. Tanto tempo, que estou sentado neste carro, mas o carro não me dá, a chance de me mover.
Não tem paragem. quando tento parar,
O motorista diz: que não há paragem.
Quando tento mover, a multidão me preciona.

O que farei? Todo o meu corpo já se revestiu de formigueiro, respondei-me!!!
Viagem que não tem paragem?
Acentos estreitos que não consigo me mover!
Desejei saber porquê?

Mas o carro carregava um livro desprezível,
Quando enxerguei, ví um dito incrível.
Que dizia: quem olha para trás, não é digno de me.

Obedeço o motorista, mas estou cansado nessa jornada. emagreço com saudades da minha pátria.
Só de pensar na minha casa.
Sinto de longe a brisa da minha pátria, só de imaginar, que na minha casa tenho tudo, e terei tudo.

Falei comigo mesmo, estou cansado e exausto.
Mas o motorista disse: a morte é a paragem deste carro.

Se eu não morrer, não chegarei. a morte é a chegada da minha viagem. com o cansaço deste carro, me alegrarei sair deste carro corruptível, para subir no outro carro incorruptível.

De uma e de outra maneira, não chegarei.
Como o grão de milho, caindo na terra se não morrer, fica ele só, mas caindo no chão, morrendo, terá muita produção, a sua venda será de promoção.

A morte é a libertação desta carruagem,
Está é a única paragem nesta viagem.
É uma vantagem para mim depois da morte,
Porque verei novas coisas e nova cidade.