Frase de Newton Jayme

Frase adicionada por Newton-Jayme em 08/04/2026

Newton Jayme
Quando a casa se enche de silêncio
E a cadeira insiste em perguntar,
quando a tarde pousa sobre os retratos
como um pássaro cansado de voar,
eu não direi que tudo se perdeu,
nem que o amor desceu à escuridão.
Há ausências que continuam respirando
bem no centro do coração.

Se você chamar baixinho pelo meu nome,
eu estarei naquilo que ficou:
na janela aberta para a chuva,
no café, no livro, no cobertor.
Porque a morte não apaga o que é eterno,
não desmancha o que Deus semeou.
Ela é só uma porta entreaberta
por onde a saudade atravessou.

Não chore como quem perdeu o horizonte,
porque eu não caí da luz.
Estou do outro lado do caminho,
onde a noite já não me conduz.
E quando você sorrir de novo,
mesmo com o peito em cicatriz,
Deus vai juntar o que ficou distante
na eternidade que Ele quis.

Continue a rir das nossas histórias,
da canção que não chegou ao fim.
Guarde a vida como quem acende
uma vela contra o vento ruim.
Eu estarei nas mãos do Deus da vida,
que conhece o nome de cada dor,
e transforma despedidas impossíveis
em um reencontro sem temor.

Há um rio que separa os nossos passos,
mas não separa o amor.
Há um céu amadurecendo devagar
por detrás de cada flor.
E um dia, quando Deus abrir a porta
que hoje ninguém consegue ver,
você vai descobrir que eu só parti
um pouco antes de você.

Não chore como quem perdeu o horizonte,
porque eu não caí da luz.
Estou do outro lado do caminho,
onde a noite já não me conduz.
E quando você sorrir de novo,
mesmo com o peito em cicatriz,
Deus vai juntar o que ficou distante
na eternidade que Ele quis.

Eu não fui embora.
Só segui na frente,
pela estrada onde o amor
aprendeu a ser para sempre.

(Adaptação de Texto de Santo Agostinho)


Imagem da Frase:



Quando a casa se enche de silêncio
E a cadeira insiste em perguntar,
quando a tarde pousa sobre os retratos
como um pássaro cansado de voar,
eu não direi que tudo se perdeu,
nem que o amor desceu à escuridão.
Há ausências que continuam respirando
bem no centro do coração.

Se você chamar baixinho pelo meu nome,
eu estarei naquilo que ficou:
na janela aberta para a chuva,
no café, no livro, no cobertor.
Porque a morte não apaga o que é eterno,
não desmancha o que Deus semeou.
Ela é só uma porta entreaberta
por onde a saudade atravessou.

Não chore como quem perdeu o horizonte,
porque eu não caí da luz.
Estou do outro lado do caminho,
onde a noite já não me conduz.
E quando você sorrir de novo,
mesmo com o peito em cicatriz,
Deus vai juntar o que ficou distante
na eternidade que Ele quis.

Continue a rir das nossas histórias,
da canção que não chegou ao fim.
Guarde a vida como quem acende
uma vela contra o vento ruim.
Eu estarei nas mãos do Deus da vida,
que conhece o nome de cada dor,
e transforma despedidas impossíveis
em um reencontro sem temor.

Há um rio que separa os nossos passos,
mas não separa o amor.
Há um céu amadurecendo devagar
por detrás de cada flor.
E um dia, quando Deus abrir a porta
que hoje ninguém consegue ver,
você vai descobrir que eu só parti
um pouco antes de você.

Não chore como quem perdeu o horizonte,
porque eu não caí da luz.
Estou do outro lado do caminho,
onde a noite já não me conduz.
E quando você sorrir de novo,
mesmo com o peito em cicatriz,
Deus vai juntar o que ficou distante
na eternidade que Ele quis.

Eu não fui embora.
Só segui na frente,
pela estrada onde o amor
aprendeu a ser para sempre.

(Adaptação de Texto de Santo Agostinho) (Newton Jayme)
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