Frase de Newton Jayme
 | “ Quando o céu se veste de devaneio, o coração — sem pressa — se enfeita de lembranças. Ficamos parados. Escutando o tempo passar. A alma aprende a morar não no abrigo, mas no espaço suave, no intervalo entre o que foi e o que ainda pulsa. A saudade não dói. É luz que se derrama sobre lembranças quietas, desenhando constelações que só se lêem quando o mundo cala e o sentir permanece. É como uma canção antiga, tocada de tempos em tempos só para lembrar — sem alarde — que ainda estamos aqui. Que a vida pertence a quem resiste, a quem não consente em morrer aos poucos, a quem recusa — mesmo cansado — o desaparecimento, quando o mundo, insistente, tenta nos apagar.” |
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