Frase de Carlos De Castro
 | “ POEMA PARA TI AVELINO FERNANDO DO COUTO RIBEIRO (ou quando a morte fardada de roupagens negras se transforma em cristais de lágrimas puras que nem o sol consegue secar. © Carlos De Castro) Há poucas horas te via Na madrugada passar, À minha porta. Ias cedo, para o pão ganhar Cedo ou tarde não importa Quando o coração tem vida Na noite que vai parir o dia. E sou eu nesta elegia, Neste paradoxo sem fim Que afirmo com precisão Que a morte é tão cobarde, Se não, Era fogo que não arde E levava-me só a mim. Assim, fico sem tino Sem vontade de seguir Esta vida, Avelino. Pode ser que ao Divino, Já no Reino do Eterno, Possas rogar meu menino Para que eu amado primo, Jamais desça ao tal inferno. (Carlos de Castro in Há Um Livro Muito Triste Por Escrever em 06-04-2026)” ― Carlos De Castro |
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