Frase de Antoniel Silva

Frase adicionada por Antoniel em 04/04/2026

Antoniel Silva
A noite desce e eu observo o mundo em sua fuga,
Buscando em copos rasos o que o tempo não enxuga.
Eu estive lá, no frio de uma cela feita de silêncio,
Onde o erro vira adubo e o trauma, um novo começo.
Não me pergunte o que fui; o que fui morreu na estrada,
Eu sou o que escolhi não ser, no silêncio da madrugada.
Vi a mão que castigava e a voz que não ouvia,
E entendi que a dor de ontem era o que eu não queria.
Curei meus pais quando troquei o grito pelo abraço,
Fiz dos meus irmãos o meu porto e o meu espaço.
A casa que era grade hoje é porta aberta para o sol,
Pois quem perdoa o passado, finalmente encontra o seu farol.
Não espero o ano novo, nem o ciclo do tempo mudar,
Minha conta é com o agora, sob este mesmo luar.
Venci a mim mesmo e deixei a muleta no chão,
Pois o bem que eu pratico é a minha única oração.
Se o mundo ao redor é o caos, eu decidi ser o ponto de paz,
E o que ficou para trás já não me alcança mais.
Zelo pela planta que brota e pelo pássaro que vem comer,
Pois quem não cuida do pequeno, não está pronto para crescer.
Troco o lucro fácil pela calma de um sono profundo,
Ser dono da própria consciência é o maior reino do mundo.
Sinto a voz que me protege e que me guia cada passo,
Limpando o meu instrumento de todo o antigo cansaço.
A felicidade é uma técnica, uma conduta, um dever:
É ser mais honesto agora, antes do dia morrer.
O amor ao próximo não é regra, é a solução final:
Deixar de ser o reflexo e tornar-se a luz original.


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A noite desce e eu observo o mundo em sua fuga,
Buscando em copos rasos o que o tempo não enxuga.
Eu estive lá, no frio de uma cela feita de silêncio,
Onde o erro vira adubo e o trauma, um novo começo.
Não me pergunte o que fui; o que fui morreu na estrada,
Eu sou o que escolhi não ser, no silêncio da madrugada.
Vi a mão que castigava e a voz que não ouvia,
E entendi que a dor de ontem era o que eu não queria.
Curei meus pais quando troquei o grito pelo abraço,
Fiz dos meus irmãos o meu porto e o meu espaço.
A casa que era grade hoje é porta aberta para o sol,
Pois quem perdoa o passado, finalmente encontra o seu farol.
Não espero o ano novo, nem o ciclo do tempo mudar,
Minha conta é com o agora, sob este mesmo luar.
Venci a mim mesmo e deixei a muleta no chão,
Pois o bem que eu pratico é a minha única oração.
Se o mundo ao redor é o caos, eu decidi ser o ponto de paz,
E o que ficou para trás já não me alcança mais.
Zelo pela planta que brota e pelo pássaro que vem comer,
Pois quem não cuida do pequeno, não está pronto para crescer.
Troco o lucro fácil pela calma de um sono profundo,
Ser dono da própria consciência é o maior reino do mundo.
Sinto a voz que me protege e que me guia cada passo,
Limpando o meu instrumento de todo o antigo cansaço.
A felicidade é uma técnica, uma conduta, um dever:
É ser mais honesto agora, antes do dia morrer.
O amor ao próximo não é regra, é a solução final:
Deixar de ser o reflexo e tornar-se a luz original. (Antoniel Silva)
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...e que nada nem ninguém é mais importante do que nós próprios. E não devemos negar-nos nenhum prazer, nenhuma experiência, nenhuma satisfação, desculpando-nos com a moral, a religião ou os costumes.

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